Publicidade

Os 9 melhores jogadores Sub-23

Raquel Roque · 5 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Nos últimos anos muitos têm sido os jovens craques a aparecer no futebol português fora dos três grandes. Esta temporada espera-se que voltem a surgir bons jogadores no nosso futebol e para já, começam a surgir alguns bons nomes sub-23 nas fileiras dos clubes portugueses. O que apresentamos aqui é uma lista com vários nomes que podem ascender a patamares ainda mais elevados já num futuro próximo.

9.

Fonte: Moreirense FC

Chiquinho –  Deu nas vistas na temporada passada ao serviço da Académica OAF, foi contratado pelo SL Benfica no início desta temporada mas acabou por integrar o plantel do Moreirense FC. O jovem médio ofensivo de sub-23 é um dos grandes talentos da Liga NOS. Dono de uma visão de jogo diferenciada, uma capacidade de chegada à baliza adversária assinalável e dotado da audácia de quem quer segurar a batuta do jogo ofensivo da sua equipa. Chiquinho é um talento a manter debaixo de olho durante a temporada e promete atingir patamares ainda mais elevados, a rever.

8.

Fonte: CD Santa Clara

João Lucas – Os últimos anos da carreira de João Lucas mostram um percurso em clara ascensão. Na temporada passada começou como titular mas, e devido a uma lesão, acabou por perder o lugar na lateral esquerda do Leixões. Ainda assim os jogos que fez bastaram para merecer o ingresso para a Primeira Liga. No CD Santa Clara,  clube recém chegado à Liga NOS, tem assumido o seu lugar e tem cumprido com qualidade. Apesar de não ser um jogador extremamente ofensivo, é um jogador que sabe atacar e que defensivamente mostra muita qualidade. Um autêntico relógio “açoriano”. A rever.

7.

Fonte: Rio Ave FC

Gelson Dala – O extremo de 22 anos emprestado pelo Sporting CP soma a sua segunda temporada consecutiva na Liga NOS e ao serviço do Rio Ave FC. Depois de na temporada passada ter surgido a espaços, esta temporada parece ser a de afirmação total do jovem talento angolano. Neste início de época o jovem já faturou por três vezes e apresenta-se como uma das figuras da equipa de Vila do Conde.  A velocidade de ponta, o faro de golo e a capacidade de desequilíbrio fazem prever que para além de figura no Rio Ave, acabará por se afirmar no Sporting e no campeonato português.

6.

Fonte: Rio Ave FC

Galeno – Outra das figuras do Rio Ave neste início de temporada tem sido Galeno, outro jogador emprestado por um grande, nesse caso o FC Porto. Na temporada passada o jovem esteve emprestado ao Portimonense na segunda metade da época, mas não convenceu. Esta temporada, e ainda como sub-23, tem mostrado o nível que já havia mostrado ao serviço da equipa secundária do FC Porto. Galeno é um avançado, diferente de Dala, dotado de uma capacidade técnica excecional, capaz de quebrar linhas defensivas com enorme facilidade e com muita qualidade na decisão.

5.

Fonte: GD Chaves

Eustáquio – Há sensivelmente um ano, poucos eram aqueles que conheciam Eustáquio. Hoje em dia, o jogador assume o estatuto de jovem promessa do futebol português. A boa primeira metade da época no Leixões valeu-lhe uma transferência surpresa para o GD Chaves. Desde que chegou a Trás-os-Montes, o médio tem passeado classe. Ora como trinco, ora como “oito”, Eustáquio funciona como elo de ligação entre a defesa e o meio campo. Com uma capacidade de passe acima da média e uma leitura de jogo assinalável, vai se tornando num jogador fundamental para o Chaves. Eustáquio promete melhorar ainda mais e não será motivo de espanto se nas próximas temporadas chegar a um grande do futebol português.

4.

Fonte: SC Braga

Ricardo Horta – Provavelmente o jogador mais conhecido da lista, Ricardo Horta tem sido uma das figuras de proa deste novo SC Braga de Abel, candidato ao título. Depois de uma experiência em Espanha, o jovem extremo regressou a Portugal, onde tem brilhado. O remate forte fora da área, a capacidade de serpentear defesas e de colocar a bola onde pretende faz de Ricardo Horta um jogador a seguir com atenção. São poucos os extremos a fazer tantos golos como Horta e menos ainda com idade sub-23. Será mais um dos jogadores a sair da Pedreira e a entrar na ribalta do futebol, assim continue a demonstrar a sua qualidade.

3.

Fonte: FPF

Joel Pereira – O guarda redes de 22 anos, emprestado pelo Manchester United, é a grande aposta do Vitória FC para tranquilizar as redes das balizas do Sado. O jovem internacional tem assim a sua segunda experiência em Portugal, depois de ter passado a época anterior no Belenenses sem grande sucesso. Joel, à semelhança de André Moreira, faz parte de uma nova escola de guarda-redes portugueses. Ágil entre os postes, rápido a sair na mancha e capaz de funcionar como líbero, quando necessário. Falta apenas tempo de jogo para que Joel Pereira assuma a qualidade que muitos auguram. É tempo de errar e é preciso que se tenha paciência com um jovem, no mínimo, muito promissor.

2.

Fonte: FPF

Jorge Fernandes – Jorge Fernandes faz parte de uma fornada de centrais que o FC Porto conseguiu formar nos últimos anos. Chegou, viu e venceu no CD Tondela, algo que lhe valeu nova época na equipa beirã. O jogador vem ganhando traquejo ao lado do experiente Ricardo Costa e parece ter tudo para se afirmar, dentro em breve, na equipa azul e branca. Apesar de não ser um jogador extremamente rápido é complicado ultrapassar o jovem na velocidade. No jogo aéreo, Jorge Fernandes mostra igualmente muita qualidade. A este jovem falta ainda dosear o nível de agressividade que empresta nos lances, assim que consiga evoluir neste sentido, chegará a outro patamar.

1.

Fonte: Portimonense SC

Bruno Tabata – O jovem extremo brasileiro nem sempre foi titular com Vítor Oliveira ao leme da equipa algarvia. Esta temporada e com alguma indefinição no plantel da equipa de Portimão, o brasileiro tem sido peça fundamental. Tabata é o típico extremo moderno que tanto atua descaído pela ala como é capaz de descair em zonas mais centrais do terreno. Dotado de um remate forte e de uma velocidade estonteante, é capaz de quebrar os rins aos defesas adversários. Ainda assim, e para dar o salto para outro patamar, Tabata tem que mostrar outra qualidade na hora de definir os lances. Para já, espera-se que esta seja a sua temporada de afirmação neste novo Portimonense SC de Folha.

 

Foto de Capa: Bola na Rede

 

Raquel Roque

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.