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O XI do ano 2018: FC Porto

Bernardo Lobo Xavier · 3 min

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Por entre um final de época que culminou com a conquista do título nacional e a primeira metade de uma em que já vários recordes foram batidos, vários jogadores passaram pelos relvados portugueses e europeus vestidos de azul e branco. Em época natalícia e em fecho de ano, começa a chegar a hora dos habituais balanços. Hoje, apresentamos o onze do ano. Isto é, apresenta-se aqui, o melhor onze do FC Porto de jogadores que representaram o clube em 2018.

GUARDA-REDES

Fonte: FC Porto

Iker Casillas – Sem surpresas, San Iker é o guarda-redes. Fez o melhor ano de azul e branco e tem provado aos mais céticos que mantém intactas as suas qualidades.

LATERAL-DIREITO

Fonte: Be Soccer

Ricardo Pereira – Na lateral direita ninguém se destacou mais do que o português e nem mesmo a mudança de ares no verão retiram o lugar neste onze a um dos 23 convocados de Fernando Santos para o Mundial 2018. Velocidade e muita qualidade.

DEFESA-CENTRAL

Fonte: FC Porto

Felipe – Pela regularidade e por ser denominador comum entre as épocas 2017/2018 e 2018/2019 a primeira posição no eixo da defesa vai para Felipe. Um verdadeiro jogador “à Porto” e, pese embora algumas falhas no seu jogo, um central de alto gabarito.

DEFESA-CENTRAL

Fonte: FC Porto

Éder Militão – Difícil a opção entre o jovem brasileiro e o espanhol Marcano. O potencial e a enorme qualidade evidenciada em tão tenra idade asseguraram a titularidade a Éder Militão. Tem tudo para se tornar um dos melhores na sua posição a nível mundial.

LATERAL-ESQUERDO

Fonte: FC Porto

Alex Telles – Dono e senhor. Seguramente um dos mais consensuais jogadores deste onze. Não deu hipóteses à concorrência e, apesar de ter baixado de forma na segunda metade do ano, continua a ser decisivo.

MÉDIO-CENTRO

Fonte: FC Porto

Héctor Herrera – O golo no Estádio da Luz seria o bastante para lhe garantir lugar neste onze, mas, a juntar a esse momento, protagonizou o ano mais regular e consistente desde que aterrou na cidade Invicta. Capitão.

MÉDIO-OFENSIVO

Fonte: FC Porto

Óliver Torres – Será, porventura, o nome a gerar mais discussão, tanto pelo reduzido número de jogos ao longo do ano, como pela consequente falta de influência na equipa. Trata-se de uma escolha de autor e assumo, eu, total responsabilidade pela mesma. Ainda assim, e porque acredito que a melhor versão do FC Porto terá sempre que ter o dínamo espanhol em campo, optei por dar a titularidade a Óliver.

EXTREMO

Fonte: FC Porto

Yacine Brahimi – Tal como Herrera, fez em 2018 o seu melhor ano de azul e branco. É certo que por vezes se apaga em campo e que nem sempre apresenta a sua melhor versão mas quem gosta de futebol gosta de Brahimi. O mais desconcertante jogador do futebol português.

EXTREMO

Fonte: FC Porto

Jesús Corona – Mais um jogador a atingir o seu melhor ano pelo FC Porto, o que atesta bem a qualidade do trabalho produzida pela equipa técnica. Tem ganho, na presente temporada, um protagonismo nunca antes visto e apresenta-se, agora, como excelente solução para a lateral defensiva. Ambidestro do mais fino recorte técnico.

AVANÇADO

Fonte: FC Porto

Tiquinho Soares – Longe de ser unânime, a escolha de Soares para este onze prende-se com o número considerável de golos decisivos que o brasileiro foi apontando ao longo do ano mesmo em períodos de menor fulgor exibicional.

AVANÇADO

Fonte: FC Porto

Moussa Marega – Goste-se mais ou menos do estilo, estamos a falar do jogador mais decisivo do FC Porto. A beneficiar de um estilo de jogo desenhado à sua medida, Marega tem calado os críticos e apresenta-se como o principal jogador da equipa. Esteve com um pé fora do clube no verão mas ficou para bater o recorde de Mário Jardel de mais jogos seguidos a marcar na Liga dos Campeões.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Ana Ferreira

Bernardo Lobo Xavier

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