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5 exibições históricas do FC Porto na Liga dos Campeões

Flávio Fernandes · 3 min

5 exibições históricas do FC Porto na Liga dos Campeões
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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Comentários (1)

O FC Porto sempre teve um bom historial na prova milionária e, até há bem pouco tempo, partilhava o pódio com Real Madrid CF e FC Barcelona nas equipas com mais presenças na fase de grupos da prova. Conseguiu chegar duas vezes à final da competição, vencendo as duas.

Este ano não foge à regra e os orientados de Sérgio Conceição já garantiram a passagem aos quartos de final, num jogo para mais tarde recordar, eliminando a Juventus.

Em Portugal é o clube mais titulado internacionalmente e, por sua vez, é o que mais contribui para o ranking da UEFA. Deixo aqui cinco jogos na Champions League que nunca irão sair da memória dos adeptos portistas.

5.

FC Porto 3-1 FC Bayern Munique (Quartos de final 2014/15) – A 15 de Abril de 2015 o FC Porto orientado por Julen Lopetegui recebia o FC Bayern Munique num jogo a contar para a primeira mão dos quartos de final. Com apenas dez minutos, decorridos os azuis e brancos já venciam por duas bolas a zero (bis de Quaresma). Ainda antes do intervalo, Thiago Alcântara reduziu a desvantagem. Contudo Jackson Martínez viria a sentenciar o jogo que punha o FC Porto em vantagem na eliminatória. Apesar da eliminação na segunda mão, é um jogo marcante, com uma vitória convincente sobre um dos colossos europeus.

4.

Top peças fundamentais no clássico
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Juventus FC 3-2 FC Porto (Oitavos de final 2020/21) – Apesar de ser relativamente recente, este jogo merece a entrada no top pelo facto de ter garantido a passagem aos quartos de final, jogando com menos um contra uma das grandes equipas da Europa. Uma partida de grande sacrifício, entreajuda, onde ninguém deitou a “toalha ao chão” e se viu a verdadeira alma do Dragão. Sérgio Oliveira marcou os dois golos portistas.

3.

Manchester United FC 1-1 FC Porto (Oitavos de final 2003/04) – Depois de uma vitória por dois a um em casa, os orientados de José Mourinho tinham a difícil missão de ir a Old Trafford defender a vantagem. A missão complicou-se quando, à meia hora de jogo, Paul Scholes marcava o golo que dava a eliminatória a Sir Alex Ferguson. Os azuis e brancos necessitavam apenas de um golo para garantir a passagem à próxima fase, e esse golo apareceu mesmo em cima do minuto 90, por Costinha, que aproveita uma débil defesa de Tim Howard ao livre de Benni McCarthy e sela a passagem numa caminhada que viria a ser histórica.

2.

FC Porto 3-0 AS Monaco (Final 2003/04) – Depois de eliminar Manchester United FC, Olympique Lyonnais e RC Deportivo da Corunha, José Mourinho consegue, 17 anos depois da última conquista, colocar a equipa na final da prova milionária frente a um poderoso AS Monaco que elimina FK Lokomotiv de Moscovo, Real Madrid CF e Chelsea FC. O FC Porto não deu qualquer hipótese, dominou a partida do início ao fim, apontando três golos sem qualquer resposta, erguendo assim pela segunda vez a “orelhuda”. Os golos foram apontados por Carlos Alberto, Deco e Alenichev.

1.

FC Porto 2-1 FC Bayern Munique (Final 1986/87) – O jogo do mítico calcanhar de Madjer. Esta conquista marca o início dos muitos anos de sucesso sob a presidência de Jorge Nuno Pinto da Costa. A equipa, na altura orientada por Artur Jorge, chega à final como “desconhecida” e sai como a grande sensação da prova. Os Dragões não puderam contar com o seu goleador Fernando Gomes para este jogo, que começaram em desvantagem, com os alemães a adiantarem-se cedo no marcador. Porém, na segunda parte a história foi diferente. O brasileiro Juary entra para mexer com o jogo e aos 77’ assiste Rabah Madjer para o golo da igualdade e dois minutos depois ele mesmo marca o golo da vitória. A partir daqui o livro da história internacional portista ficou aberto e já leva muitas páginas completas.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Flávio Fernandes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Comentários 1

  1. Milesh

    A vitória por 2-3 contra o Milão em pleno São Siro merecia uma entrada no Top-5.. talvez em detrimento da própria final de Gelsenkirchen (que foi um jogo mesmo de sentido único e onde tínhamos favoritismo mais ou menos igual face ao adversário).

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