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5 golos decisivos da época azul e branca

Joana Quintas · 3 min

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fc porto cabeçalho

Numa época que culminou com a reconquista do campeonato, nem todas as vitórias foram fáceis. Desde empates desfeitos em clássicos a golos marcados ao abrir ou cair do pano, muitos momentos fizeram os adeptos azuis e brancos suspirar de alívio, e vibrar!

Com o melhor ataque da época, num total de 82 golos marcados, alguns destacaram-se não só pela componente técnica envolvida na jogada e nota artística do tento em si, mas também pelo carácter decisivo que tiveram.

5.

Fonte: FC Porto

Corona (SC Braga 0-1 FC Porto) – Quarta jornada do campeonato e uma das deslocações difíceis do calendário. Um SC Braga sempre na luta pelo pódio é um adversário que pode incomodar verdadeiramente os ditos “grandes”. Corona apareceu logo aos sete minutos para desbloquear o marcador e garantir, com um grande golo, a escassa vitória azul e branca. Brahimi tenta seguir para a baliza e o alívio bracarense coloca a bola nos pés de Corona que, depois de receber e tirar um adversário do caminho com um chapéu, remata sem hipótese de defesa.

4.

Fonte: FC Porto

Felipe (CD Feirense 1-2 FC Porto) – Naquele que foi um dos jogos mais difíceis da temporada, o FC Porto conseguiu uma sofrida vitória pela diferença mínima com um importante golo de Felipe. Enquanto que em Lisboa se jogava o derby da segunda circular, em Santa Maria da Feira a luta pela vitória não estava a ser fácil para os dragões. Teve mesmo de ser o central a subir mais alto do que a defesa adversária e, de cabeça, desfazer o 1-1. Felipe acabaria por ser expulso, mas foi o herói da partida.

3.

Fonte: FC Porto

Brahimi (FC Porto 2-1 Sporting CP) – Lotação esgotada para a segunda recepção ao Sporting num curto espaço de tempo. Depois do encontro da Taça de Portugal e da vitória por 1-0, era imperial que o FC Porto vencesse o encontro da 25.ª jornada para reforçar a liderança e atrasar o adversário directo. À entrada da segunda parte, e quando o resultado assinalava 1-1, Brahimi apareceu para desbloquear a igualdade. Gonçalo Paciência trabalhou na direita do ataque e cruzou uma bola que foi parar aos pés do argelino. No frente a frente com Patrício, Brahimi não desiludiu e levou os adeptos ao delírio.

2.

Fonte: FC Porto

Marega (CS Marítimo 0-1 FC Porto) – Depois da derrota caseira do SL Benfica com a formação de Tondela, a margem de erro de que o FC Porto dispunha para se sagrar campeão aumentou: se nos três jogos finais lhes era permitido um empate, agora uma vitória podia ser suficiente, como se veio a confirmar. E era importante que essa vitória fosse logo no jogo com o CS Marítimo. Uma deslocação difícil aos Barreiros, estádio onde o histórico recente era muito desfavorável, contou com um Marega “salvador”. Aos 88 minutos, o maliano respondeu ao canto de Alex Telles e, de cabeça, garantiu que o título estava entregue.

1.

Fonte: FC Porto

Herrera (SL Benfica 0-1 FC Porto) – Mais do que um clássico, o jogo do título! Uma derrota podia ditar o afastamento definitivo do FC Porto da luta pelo campeonato, depois de ter perdido a liderança para os encarnados. Mas a vitória, mais do que recolocar a equipa no primeiro lugar, seria o tónico moralizador necessário para a reta final. Com o nulo a teimar em permanecer, foi Herrera a dar o pontapé do ano e garantir os três importantes pontos. Foi Herrera a levar a nação portista ao êxtase e dar a todos a certeza de que aquele Porto estava destinado ao título. De fora da área e sem hipótese de defesa para Bruno Varela, o mexicano fez o golo da vitória em cima do minuto 90.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Joana Quintas

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