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19 de Janeiro, 2022

5 motivos pelos quais o FC Porto não deveria contratar em Portugal

4.

 Vendas pouco significativas – No seguimento do ponto anterior, foco agora na vertente financeira das anteriores contratações. Para além do pouco retorno desportivo das mais recentes contratações efetuadas deste lado da fronteira, a nível financeiro o retorno também tem andado longe de ser positivo. Ainda no mesmo recorte temporal (as últimas cinco temporadas), o top 10 de vendas mais caras inclui apenas um jogador contratado a um emblema português.

Ocupando a oitava posição, Ricardo Pereira, contratado em 2013/14 ao Vitória SC, foi vendido ao fim da primeira época da era Conceição ao Leicester, por 22M€. Note-se, ainda, que o período que levou até afirmar-se foi enorme, sendo mais um exemplo claro de que os jogadores contratados em território português geralmente levam algum tempo a adaptar-se.

Olhando para o presente, parece-me difícil que algum dos jogadores provenientes de clubes nacionais bata a barreira dos 20/30 milhões, o que, possivelmente, fará com que o lateral internacional português se mantenha sozinho na lista das vendas mais caras dos últimos anos do FC Porto.