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Por vezes no futebol, tudo corre mal! Seja por um guarda-redes sofrer “frangos” ou por um defesa não saber marcar corretamente o adversário, por um médio não se saber posicionar em campo ou até por um avançado não marcar golos. Porém, para os lados do Dragão, existe uma receita secreta fabricada pelo Chef Pinto da Costa relativa à posição número 6. A verdade é que, desde o início deste século, o FC Porto não consegue ter um mau médio defensivo, ou melhor dizendo, todos os seus trincos são de enorme qualidade.

Fonte: Bola na Rede
Fonte: Bola na Rede

 

O primeiro desta lista é só um dos maiores nomes da história dos azuis e brancos: Costinha.
Costinha: O “ministro” que gelou Old Trafford

A nível defensivo não haverá muitos jogadores a ter “jogado o jogo” como Costinha. O “ministro”, como era conhecido, assumiu-se como trinco residente nas 5 épocas de dragão ao peito e desempenhou um papel fulcral na equipa de José Mourinho na famosa conquista da Liga dos Campeões em 2004, entre outros títulos.
Costinha nunca foi dotado tecnicamente e nem sequer era considerado o tipo de médio defensivo “moderno”, contudo era um futebolista taticamente evoluído e capaz de decidir quase sempre bem.

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O momento mais marcante da carreira do “ministro” e que certamente é de imediato associado por todo o adepto portista ao nome Costinha foi o seu golo marcado ao Manchester United nos Quartos-de-Final da Liga dos Campeões da época de 2003/04. Depois de um livre apontado por McCarthy ao minuto 89, Howard defendeu para a frente e, na recarga, Costinha gelou Old Trafford eliminando os ingleses e carimbando a passagem à próxima fase da competição que viria a ser ganha pelos dragões. Ainda hoje consigo ver Costinha a festejar de braços abertos e José Mourinho a correr disparado do banco para ir festejar com os seus jogadores.

Abandonou o FC Porto em 2005 para o Dínamo de Moscovo, juntamente com Nuno Espírito Santo, Maniche e Seitaridis e retirou-se no Atalanta. Pelos dragões venceu, uma Liga dos Campeões, uma Liga Taça UEFA, uma Taça Intercontinental, duas Ligas portuguesas, três Supertaças de Portugal, uma Taça de Portugal. Costinha será sempre relembrado como uma peça chave tanto no FC Porto como na seleção e a sua carreira invejável será sempre respeitada por todos os adeptos do futebol
Mas como é que substitui, provavelmente, o melhor trinco da história dos dragões?  Coube a Paulo Assunção a árdua tarefa de fazer esquecer Costinha.

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O Nélson é estudante de Ciências da Comunicação. Jogou futebol de formação e chegou até a ter uma breve passagem pelos quadros do grande Futebol Clube do Porto. Foi através das longas palestras do seu pai sobre como posicionar-se dentro de campo que se interessou pela parte técnica e tática do desporto rei. Numa fase da sua vida, sonhou ser treinador de futebol e, apesar de ainda ter esse bichinho presente, a verdade é que não arriscou e preferiu focar-se no seu curso. Partilhando o gosto pelo futebol com o da escrita, tem agora a oportunidade de conciliar ambas as paixões e tentar alcançar o seu sonho de trabalhar profissionalmente como Jornalista Desportivo.                                                                                                                                                 O Nélson escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.