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A influência de 3 craques portistas | FC Porto

Ricardo Rafael Silva · 2 min

Irão Mundial 2022 Mehdi Taremi
Foto: FC Porto

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Sempre que os campeonatos sofrem uma interrupção, é um bom momento para refletir aquilo que se fez em campo durante os 22 jogos realizados até à pausa. Desta vez, os olhares estão sobre os jogadores que mais influenciaram a maneira como o FC Porto joga futebol em campo.

Os mais influentes não precisam de estar em todas as jogadas ou ser a figura de todos os jogos, pode ser o jogador que abre os espaços, que faz a equipa sair da pressão ou facilita a vida dos companheiros em jogo corrido para alcançar o objetivo, mais três pontos ou a garantia de passagem à fase a eliminar de uma competição importantíssima para a estabilidade do clube.

Assim, ficam os jogadores, sem uma ordem específica, mais influentes do FC Porto até à paragem para o Mundial do Catar.

 

3.

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Diogo Costa – Esta temporada está a ser o ano de aprovação de Diogo Costa, o sucessor de Vítor Baía está cá, existiu sempre uma grande especulação sobre a qualidade do 99 do FC Porto, eventualmente, alguns duvidavam e outro acreditavam.

Mas, esta época está a calar críticos e aqueles que duvidavam da sua qualidade, um muro autêntico para o FC Porto, mestre dos penáltis, mestre na colocação da bola com um pontapé fortíssimo e (quase) sempre bem colocado, o Diogo tem sido o destaque da temporada e, atualmente, é top5 na posição.

 

2.

Otávio Monteiro FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Otávio Monteiro – O que faz o luso-brasileiro em campo é impagável, a intensidade que o FC Porto coloca em campo é sempre pautada pelo 25. A chamada do jogador à seleção de Portugal é motivo de muitas críticas a Fernando Santos, no entanto, fica a pergunta: qual é o jogador em Portugal que oferece as mesmas características que Otávio?

Otávio é o jogador mais polivalente do FC Porto, é um autêntico touro pela ala, ainda vem ao meio-campo procurar a bola e enfrenta o jogo sempre de cabeça levantada. Digo e repito, o FC Porto de Sérgio Conceição joga o que joga, pois, existe o número 25 em campo.

 

1.

Fonte: Diogo Cardoso/BnR

Mehdi Taremi – Mais uma vez, tal como aconteceu na temporada passada, a do campeonato, Taremi é uma das figuras da equipa, como? Simples, talento e inteligência em campo. É um dos avançados que melhor procura jogo na Europa, procura sempre tabelar com o meio-campo, para libertar espaço nas costas para criar perigo para a baliza adversária.

Meio segundo mais rápido que todos os defesas, o iraniano junta a qualidade em campo com uma inteligência posicional fora do comum.

 

Ricardo Rafael Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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