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O FC Porto assegurou, em Coimbra, o playoff da Liga dos Campeões do próximo ano ao vencer a Académica por 2-1. Um resultado algo lisonjeador para a formação portista, conseguido numa tarde em que Helton regressou à guarda da baliza portista e em que o apoio portista esteve em falta (estiveram pouco mais de 5000 espectadores nas bancadas menos de um quinto da assistência registada com o Benfica).

O FC Porto, como favorito para esta partida, entrou a dominá-la, assumindo a responsabilidade de ter a bola, porém, nem sempre soube bem o que fazer com ela, fosse pelo posicionamento dos estudantes, fosse pelo medo de falhar que pareceu assolar os jogadores da Invicta (face ao mau momento que atravessa).

Ou seja, os portistas dominavam, mas não conseguiam dar efeitos práticos a esse domínio, atacando apenas pela certa e criando, apenas no início da partida, ocasiões de golo (Rúben Neves, de longe, no ressalto de um canto aos 2 minutos, Maxi, isolado, aos 12, e Varela, sozinho, aos 18, a falhar o encosto que o cruzamento de Herrera pedia), dando algum alento à Académica, que até se apresentou menos fechada, que, por exemplo, no jogo com o Benfica, há duas semanas atrás não deixando de arriscar saídas em ataque continuado.

Seria, porém, o jogo directo a patrocinar o primeiro golo dos estudantes, com a Rabiola a ser lançado pela defensiva, ganhando em velocidade a Maxi, que fez falta à entrada da área. Na cobrança do livre, Pedro Nuno inaugurou o marcador, beneficiando de uma jogada estudada, em que três companheiros de equipa formaram uma barreira secundária, condicionando a visão de Helton.

O golo não mexeu com o estado de alma do Porto. Não se foi abaixo nem acelerou os processos. Manteve-se o marasmo, que só um forte pontapé poderia resolver. Foi o de Ruben Neves, fora da área. Estava reposta a igualdade, o 1-1 com que ambas as equipas foram para os balneários.

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