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As 5 ‘desilusões’ de 2018/19

Ricardo Anselmo · 2 min

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A temporada vem sendo marcada, na sua generalidade, por momentos positivos, entre os quais se destacam as 18 vitórias consecutivas e os 24 jogos seguidos sem perder. O que é certo, porém, é que o FC Porto tinha, há umas semanas atrás, tudo muito bem encaminhado no que ao campeonato diz respeito, mas agora prepara-se para ver o mais direto perseguidor recuperar seis de sete pontos de desvantagem. Vamos, pois, repisar um pouco mais a ferida e relembrar os cinco momentos mais negativos da época atual.

5.
Fonte: FC Porto

Moreirense 1-1 FC Porto – Nota positiva: série invencível manteve-se. Notas negativas: segundo desaire consecutivo, rival com possibilidade de se aproximar ainda mais e continuação de uma rara ineficácia nos tempos de Conceição que tem custado alguns dissabores. Frente à sensação da Primeira Liga, os dragões experimentaram novo dissabor e chocaram de frente contra o protótipo de bom futebol e organização que é esta equipa de Ivo Vieira.

4.
Fonte: FC Porto

SL Benfica 1-0 FC Porto – Não são raras as vezes em que se tem de bater no fundo para que, depois, se toque o céu. Foi mais ou menos esse o tónico que ficou da derrota de outubro no Estádio da Luz. Foi a segunda derrota do campeonato e, segundo Conceição, poderia muito bem ter sido a última na competição. Na verdade, o desgosto da Luz, catapultou a equipa para um registo impressionante de 18 vitórias consecutivas em todas as competições.

3.
Fonte: FC Porto

Vitória SC 0-0 FC Porto – Terá sido uma das melhores exibições da equipa que, no entanto, não ficou espelhada no resultado final. O nulo castigou de que maneira um jogo em que tudo correu mal, desde a lesão de Marega às bolas salvas em cima da linha, passando pelas defesas de Douglas em conluio com os postes da sua baliza.

2.
Fonte: FC Porto

FC Porto 2-3 Vitória SC – Jogando em casa e a ganhar 2-0 ao intervalo, nada faria prever o desfecho desta partida. Estávamos na terceira jornada e, com ela, chegava a primeira derrota no campeonato. Era a segunda vez consecutiva que os dragões desperdiçavam uma vantagem de dois golos. Soaram os alarmes.

1.
Fonte: FC Porto

FC Porto 1-1 (1-3 g.p.) Sporting CP – Jogava-se para novo troféu e, depois da Supertaça em agosto, os dragões apostavam tudo na conquista da primeira Taça da Liga da sua história. A malapata das grandes penalidades, contudo, voltou a ser determinante e o título de ‘campeão de inverno’ seguiu para Alvalade.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Jorge Neves

Ricardo Anselmo

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Opinião

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Fechado o capítulo com Carlos Vicens, o primeiro teste do Braga sob o comando de Franclim Carvalho deixou indícios de uma equipa a procurar novos sinais de identidade e a querer agarrar o rumo da temporada, vencendo o Gent por 2-0 em frente aos adeptos gverreiros. O futebol de Vicens encantou em muitos momentos, surpreendendo até os três grandes do futebol português, mas a falta de produto final e a instablidade defensiva ditaram vários resultados negativos, acabando por forçar a mudança. Com o novo líder, a verticalidade do ataque bracarense foi sentida desde cedo e, apesar de ainda estar longe do ideal, o desempenho do Braga acabou por ser mais que suficiente para somar os primeiros três pontos da temporada na Conference League. A primeira grande alteração passou pelo sistema base, deixando o 3-4-3 de Vicens e instalando um 4-2-3-1, cujas nuances encaixaram muito bem com as características do plantel. Começando pelo momento ofensivo, o Braga mostrou grande variabilidade na quantidade e disposição dos elementos envolvidos na primeira fase de construção. A saída mais utilizada foi em 3+1, com Bright Arrey-Mbi a fechar como central e com João Moutinho como o elemento mais recuado do meio-campo, fazendo Gorby Baptiste «crescer», como referiu o treinador na conferência de imprensa, em resposta ao Bola na Rede. O francês é claramente o jogador com características que mais se adaptam a esta função, sendo assim alguém que pode vir a ter uma temporada em que dá mais um salto na carreira. No entanto, os minhotos conseguiram também construir em 3+2, deixando Gorby mais recuado, e ainda em 4+2, com Bright aberto na esquerda e Victor Gómez mais recuado na direita.

Dinis Jacob · 5 min de leitura
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