Publicidade

Bons velhos hábitos

Rui Sousa · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalho

Os jogos de pré-época valem o que valem. Claro que quando se tem um certo estatuto convém não andar por aí a sofrer goleadas, mas o mais importante de tudo é mesmo competir e, dessa forma, dar uma ideia ao treinador do que há ainda a fazer. E, neste capítulo, Sérgio Conceição (SC) tem de estar especialmente atento, porque o FC Porto não pode falhar mais.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

E, olhando a isso, é com especial agrado que constato algumas coisas. Desde logo a espera que tem sido feita para contratar jogadores. SC tem trabalhado com o que o clube já tinha e, de certa forma, tem feito o que Leonardo Jardim também havia sido “forçado” a fazer quando chegou ao Sporting, deixando as contratações para depois e caso sejam indispensáveis. Depois há o trabalho de campo propriamente dito, onde, com apenas um jogo de amostra, deu para perceber que os jogadores estão exaustos – o que indicia um trabalho forte no dia-a-dia – e que existe agora ordem para arriscar mais o remate – a falta deles foi precisamente uma das queixas mais ouvida da boca dos portistas nos últimos anos.

Ainda é cedo para tirar quaisquer conclusões definitivas, mas para já fica a ideia que o FC Porto vem para esta época apostado em continuar a optimizar os recursos que tem ao seu dispor de forma a voltar a ser um clube vencedor. Foram recuperados bons hábitos antigos e nota-se o esforço para eliminar outros que têm sido prejudiciais. Se a isto juntarmos a força dos portistas, que têm sido incansáveis no apoio e na defesa do clube (ver o recente “caso D.A.M.A”), então não há como não encarar 2017/2018 com optimismo.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Rui Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.