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Diogo Queirós: O futuro nº2 portista

Telmo Martins · 1 min

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fc porto cabeçalhoQuem seguir atentamente a realidade da formação do FC Porto, conhece perfeitamente Diogo Queirós.

Por muitos considerado o próximo Ricardo Carvalho, certo é que a sua qualidade não passará despercebida a ninguém, tendo a sua calma e classe aliadas à qualidade como defesa central e líder dentro de campo. Rápido, com uma excelente capacidade de antecipação e também a saber sair com bola, típico dos centrais modernos que são a primeira fase de construção das grandes equipas (vejamos Hummels, Sergio Ramos, Piqué, Bonucci…).

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Campeão nacional de Juniores A na época 2015/2016 pelos dragões e vencedor do europeu sub-17 realizado no Azerbaijão , sendo titularíssimo na equipa portista e também titular nos escalões jovens das seleções nacionais, envergando a braçadeira de capitão.

Neste europeu foi titular nas duas vitórias nacionais na fase de grupos do europeu da categoria, a decorrer na Geórgia. Exibições muito positivas, a demonstrar as qualidades acima mencionadas e com a capacidade de liderança a destacar-se em cada lance.
Renovou contrato, em Outubro do ano passado, com os dragões estando ligado ao emblema azul e branco até 2021, podendo ver, assim, a esperança e confiança depositadas no jovem defesa portista.

 Foto de Capa: UEFA

Artigo revisto por: Pedro Couto

Telmo Martins

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

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