Publicidade

Dragão da semana: Marega

Rui Sousa · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalho

Chegou atrasado ao estágio de pré-época – devido ao facto de ter sido pai nessa altura – e recebeu o aviso de Sérgio Conceição (SC): “Não terá uns primeiros tempos fáceis.” A verdade é que o maliano não baixou os braços e fez pela vida no que lhe restou dos jogos amigáveis e, aparentemente, conquistou a confiança do treinador que o incluiu na primeira convocatória, a da recepção ao Estoril.

Ao minuto 32 desse jogo SC tem de tomar uma decisão perante a lesão de Soares: ou entra Marega, ou entra Otávio. Segundos depois a escolha era anunciada e, enquanto o pequeno brasileiro se voltava a sentar, era o camisola 11 quem se preparava para entrar. Entrou, marcou dois golos e, de forma muito evidente, disse “presente” a quem duvidava se ele seria um jogador a ter em conta.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Com Tiquinho fora de combate para a deslocação a Tondela foi Marega uma vez mais o escolhido para jogar junto a Aboubakar. E aqui chega mais uma prova do crédito que conquistou junto da equipa técnica: embora tivesse sido o camaronês a marcar o golo da vitória, foi sobre Moussa que caiu a preferência de SC para ficar em campo quando a estratégia passou por ter apenas um avançado em campo.

Com Francisco Soares ainda em dúvida para o FC Porto – Moreirense, Marega deve ser uma vez mais titular e ter nova oportunidade de mostrar que tem valor para ser um jogador a ter em conta no Dragão. Nada mau para alguém que era dado por dispensável por quase toda a gente – grupo onde eu próprio me incluía – no início do mês de Agosto.

Foto de Capa: FC Porto

Rui Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.