Publicidade

Em busca da sétima vitória

Ricardo Anselmo · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalhoÉ com cinco pontos de vantagem sobre o Benfica e com a perspetiva de o deixar, à condição, a oito pontos – e o Sporting a três – que o FC Porto dá o pontapé de saída na jornada sete da Liga NOS, com o firme propósito de consolidar o processo evolutivo que tem vindo a demonstrar e, consequentemente, continuar a enviar mensagens fortes e de força à concorrência que suspira por um deslize.

Ainda assim, nem só nestes objetivos anteriores se esgota a ambição portista para o embate desta sexta feira diante de uma das boas equipas deste campeonato, o Portimonense. Aliada a tudo isto está também uma enorme ambição de alcançar o sétimo triunfo consecutivo, que se configuraria como o segundo melhor arranque da história do clube, só superiorizado por Jesualdo Ferreira, há dez anos, que conseguiu oito vitórias seguidas.

Alcançar já a fasquia dos 21 pontos é, pois, uma obrigação do FC Porto que, sejamos francos, tenderá a consegui-lo, com maior ou menor dificuldade, ainda que para isso não seja preciso menosprezar este belo Portimonense, mas antes encará-lo com seriedade, deixando que a cabeça se vire para o Mónaco apenas no final dos noventa minutos.

O grupo às ordens de Sérgio Conceição tem revelado enorme compromisso Fonte: FC Porto
O grupo às ordens de Sérgio Conceição tem revelado enorme compromisso
Fonte: FC Porto

E seriedade e profissionalismo aparecem aqui como palavras chave para este encontro não só porque do outro lado aparecem jogadores de bom nível como Ewerton, Paulinho, Fabrício ou Nakajima, mas sim também porque, certamente, todos nos recordamos da grande exibição desta equipa de Vitor Oliveira há umas semanas atrás no Estádio da Luz, que mesmo reduzida a dez elementos foi capaz de colocar em sentido o tetracampeão nacional, na sua própria casa.

Não obstante, as palavras de Fabrício (“O FC Porto é muito mais rápido que o Benfica”) há poucos dias, comparando os momentos de Porto e Benfica, são bem taxativas da obrigatoriedade dos dragões em não deslizar, correndo o risco de chegar ao clássico da semana seguinte em desvantagem pontual (e, por que não, emocional?) perante o rival Sporting.

A finalizar, ainda a importância de não defraudar os números, que ilustram bem a superioridade azul e branca nos jogos caseiros com os algarvios: 14 jogos, 14 vitórias, 41 golos marcados e três sofridos.

 

Foto de Capa: Pinterest

artigo revisto por: Ana Ferreira

Ricardo Anselmo

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.