Publicidade

Estrelas da formação: Afonso Sousa

Redação BnR · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A formação portista tem, ao longo dos últimos anos, criado jovens talentos com um potencial elevado. Um destes casos, que está agora a florescer, é Afonso Sousa, médio português de 17 anos que alinha atualmente nos juniores do FC Porto que passaram à meia-final da Youth League e estão a dois pontos do líder no campeonato nacional.

O médio internacional português conta já com várias internacionalizações repartidas pelas seleções de sub-15, sub-16 e sub-17. Iniciou a formação no SC Beira-Mar mas rapidamente deu nas vistas e mudou-se para a Invicta com apenas 10 anos. Afonso Sousa é filho e neto de Ricardo Sousa e António Sousa, respetivamente, este último campeão europeu pelo FC Porto em 1987.

O jovem, com características para se posicionar em praticamente todas as posições do meio-campo, apresenta maturidade, equilíbrio e rapidez no meio-campo da equipa júnior, e épeça fundamental na equipa orientada por João Brandão, somando já 27 jogos e quatro golos apontados esta época.

 

Afonso Sousa é “filho de peixe” e sabe nadar
Fonte: FC Porto

Afonso Sousa é um jogador que procura criar espaços e adequar-se no campo à posição em que sabe que pode dar mais ao jogo. É excelente em termos táticos e muito bom a gerir os ritmos de jogo.

O médio procura, por agora, evoluir nos juniores do Dragão e perspetivar uma estreia com a camisola da equipa principal num futuro que, tudo indica, não será muito distante, visto  que é uma das promessas mais valiosas da formação portista. Afonso tem contrato com os azuis e brancos até junho de 2019 e é-lhe perspetivado um grande futuro pela frente.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Jorge Neves

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.