Publicidade

FC Porto 3-0 Rio Ave FC: Ao Dragão o Natal Chegou Mais Cedo

Beatriz Silva · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalho

A equipa do FC Porto entrou esta quinta-feira (dia 21 de dezembro) no relvado do Estádio do Dragão pela última vez em 2017, em jogo a contar para a segunda jornada da fase de grupos da Taça da Liga. No onze titular destacavam-se três mexidas: a inclusão de Iker Casillas, Felipe e Jesús Corona.

Os “Dragões” entraram dominantes, com vontade de ganhar, e logo aos 11 minutos Tiquinho deu a vantagem no marcador aos azuis e brancos. Dez minutos depois Marega isola-se e consegue fazer o segundo golo da partida. Aos 35’ o técnico do Rio Ave vê-se obrigado a fazer a sua primeira substituição devido a lesão do guarda-redes Cássio.

Os jogadores do FC Porto chegam ao Natal com a sensação de "missão cumprida" Fonte: FC Porto
Os jogadores do FC Porto chegam ao Natal com a sensação de “missão cumprida”
Fonte: FC Porto

Até ao final da primeira parte a partida só deu Porto: muitas oportunidades para marcar, sendo que facilmente poderia ter dado goleada, mas a equipa liderada por Sérgio Conceição mostrou-se muito ineficaz na finalização.

Já no segundo tempo a equipa baixou a intensidade de jogo, mostrou-se menos pressionante mas, ainda assim, com várias oportunidades falhadas: aos 47’ Soares, isolado, remata ao lado; aos 48’ Marega, em boa posição na área, perde o controlo da bola; aos 49’ Soares remata para defesa de Rui Vieira; aos 74’ Marega remata ao lado da baliza do Rio Ave FC; e aos 76’ é a vez de Corona rematar ao lado.

A dez minutos do fim Danilo vê o segundo amarelo após “agredir” a bandeirola de canto e o FC Porto fica em desvantagem numérica, desvantagem essa que não durou muito já que aos 89’ Pelé derruba Aboubakar na pequena área e vê o cartão vermelho. O camaronês converteu a grande penalidade e fechou assim o marcador desta noite.

A FIGURA:

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

Yacine Brahimi – O argelino voltou a brilhar e a encantar. Quando tem a bola nos pés parece magia. Assistiu Marega e serviu  mais do que uma vez Tiquinho Soares.

O FORA-DE-JOGO:

Fonte: Twitter do Rio Ave FC
Fonte: Twitter do Rio Ave FC

Rio Ave FC –  A equipa vilacondense mostrou-se em baixa forma, permitindo aos da casa fazerem o que bem queriam, com jogadas em profundidade do início ao fim do jogo.

Foto de Capa: FC Porto

Beatriz Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.