Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Frente a frente: Alex Telles vs Alex Sandro

Redação BnR · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalho

Para além do primeiro nome e do facto de serem brasileiros, também a qualidade são fatores comuns. Os dois laterais vingaram com sucesso com a camisola azul e branca.

Alex Sandro chegou ao FC Porto em 2011 por 9 milhões de euros. Rapidamente se afirmou no onze, na altura comandado por Vítor Pereira, contribuindo de forma decisiva para o sucesso portista na conquista do bicampeonato. A sua capacidade ofensiva e a agressividade são características preponderantes no lateral esquerdo que, ao longo dos anos, tem evoluído em muito a sua qualidade exibicional. A falha na convocatória para o Mundial, continua a ser um fator interrogatório para todos, depois das exibições que o lateral tem feito ao longo das últimas épocas na Juventus FC.

Alex Sandro é um dos melhores laterais esquerdos da atualidade
Fonte: FC Porto

Alex Telles, que cumpre a segunda época ao serviço do FC Porto tem sido peça chave no dragão, onde esta época contribuiu com mais de 20 assistências para os azuis e brancos. Também ele com uma capacidade física acima do normal, é neste momento o melhor lateral esquerdo a atuar na liga portuguesa. O brasileiro que pertenceu aos quadros do Inter de Milão e mais tarde ao Galatasaray SK, atravessa a melhor fase da carreira. Apesar do destaque que tem merecido graças às suas excelentes exibições, a possibilidade de uma chamada à seleção parece distante face à concorrência apresentada.

Com a época cada vez mais próxima, assegurar um lateral esquerdo como Alex Telles é fundamental para os azuis e brancos. O lado esquerdo da defensiva portista, parece ter sido uma das posições com mais qualidade ao longo das últimas épocas.

Foto de Capa: Bola na Rede

Artigo revisto por: Jorge Neves

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.