Última horaTorreense ‘Til I Die On The Beach
Publicidade

Goleador:Precisa-se (ou não)?

Rafael Velho · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalho

Antes de abordar o tema deste artigo quero prestar o meu tributo ao André. Não é nenhum futuro Golden Boy como o Zé Gomes e só pertence aos quadros da selecção nacional como alguns órgãos de comunicação social referenciam mas tenho grande fé que vai vingar em Itália. Espero que faça mais golos como aquele que fez na final da Taça e que se entregue tanto em Milão, como se entregou ao clube do coração. Votos de grande sucesso André e vamos lá ao que interessa.

Dependendo do esquema tático que Sérgio Conceição vai utilizar na versão FC Porto 2017/2018, a SAD portista terá que decidir se é sensato apostar no mercado ou não. Antes de mais creio que existem vários nomes que se encontram contratualmente ligados aos Dragões e que devem estar a ser equacionados pela SAD para substituir o jovem internacional português. Vou falar de cada um deles e refletir sobre a época que cada um fez.

O primeiro é Gonçalo Paciência. O filho de Domingos já tem 22 anos e o rótulo de “jovem promessa” já não lhe serve. Gonçalo tem apresentado poucos resultados para as expectativas que o futebol português tinha criado. Na última época jogou 15 jogos ao serviço do Rio Ave FC e marcou apenas um golo. É um jogador que ainda tem que “comer muito feijão” para pertencer ao plantel principal dos Dragões.

Wenderson Galeno é um nome desconhecido no panorama geral do futebol português mas não para aqueles que acompanham a segunda liga portuguesa e a equipa secundária do FC Porto. Foi um dos grandes jogadores desta equipa, apontando treze golos em quarenta jogos durante esta última temporada. É um jogador com enorme potencial, até porque só tem 19 anos, e pode ser uma das alternativas fiáveis para o ataque portista.

Fonte: FC Porto Um dos momentos marcantes da época
Fonte: FC Porto
Um dos momentos marcantes da época

Outra alternativa viável é Rui Pedro. A pérola da formação portista esteve em grande plano esta temporada, marcando dois golos pela equipa principal. No total marcou 20 golos em 48 jogos. Números muito bons para um jovem de 19 anos que tem uma excelente margem de progressão.

O último dos nomes é Tiquinho Soares. O avançado brasileiro chegou, viu e marcou. É um dos nomes a segurar neste Verão e merece ser uma das apostas no inicio de temporada. O problema é que Soares por si só, não chega. Apesar de ter marcado 21 golos em 39 jogos, o Porto necessita de arranjar alternativas para render o brasileiro. A época é extensa e a equipa azul e branca vai estar em várias frentes.

Galeno e Rui Pedro, podem e devem ter uma oportunidade na equipa principal esta época. A SAD não está com uma boa saúde financeira e a menos que consiga um grande negócio de um avançado sul-americano (como Hulk, Falcão ou Jackson), deve olhar para estas duas pérolas.

Tendo isto tudo em conta, o Porto deve procurar um negócio idêntico aqueles que nos habituou, para reforçar o ataque. Caso não seja possível (o que é o mais provável), Sérgio Conceição tem que fazer emergir todo o talento destes três avançados num curto espaço de tempo.

Foto de Capa: FC Porto

Rafael Velho

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.