Última horaEm Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)
Publicidade

Joguem à bola!

Redação BnR · 2 min

Joguem à bola!

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

dragaoaopeito

Acham que é assim que vão ser campeões? Acham que é com esta atitude que em Maio vão festejar no Dragão após o jogo contra o Benfica? Acham que os adeptos que tudo fazem por vocês merecem ver futebol desta qualidade vergonhosa?

O treinador é mau, muito mau, porventura dos piorzinhos que já lá esteve. Pessoalmente, tenho de recorrer a nomes como Víctor Fernandez ou Octávio Machado para me lembrar de um treinador tão mal amado pelos adeptos. Mesmo excluindo as opções altamente hediondas que já pôs em prática ao longo destes longos e penosos meses, o pior mesmo é aquela atitude apática de quem não faz a menor ideia do que é que está ali a fazer.

O plantel é curto, curtíssimo. O Porto chegou a ter por duas semanas um 11 ideal, mas a saída de Lucho obrigava a ajustes que nunca chegaram a acontecer. Saiu um capitão, titular indiscutível e peça essencial no meio-campo portista e quem entrou para o seu lugar? Defour? O belga que queria sair e que tanto criticou o futebol português?

É impossível ser optimista com uma equipa que joga pessimamente mal, que comete erros infantis, que não sabe ter nem cabeça nem coração para tentar obter um resultado positivo. “Confiança cega” é a expressão do desespero de Paulo Fonseca, é confiar que por milagre lá apareça um golo no fim do jogo para dar a volta a questão, é confiar que demérito de Benfica e Sporting sejam suficientes para tornar este Porto campeão.

Há que saber admitir os erros...  Fonte: TVI 24
Há que saber admitir os erros…
Fonte: TVI 24

Até gestão da SAD começa a ser uma afronta. Pondo de lado o ridículo caso Izmailov e a contínua cultura do “deixa andar” de Pinto da Costa, que prefere manter a sua palavra a despedir um treinador que ao estádio apenas leva lenços brancos, equaciona-se ainda vender a o único jogador que tem vindo a dar tudo por este clube, de seu nome Fernando Reges.

Não se queixem da equipa adversária perder tempo em campo, não se queixem das arbitragens, queixem-se de vocês mesmos e do esforço que não fazem para suar a camisola que usam, que para vocês é grátis, mas que muitos suam para a comprar. Joguem à bola!

 

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.