Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Benfica vencia o FC Porto graças ao golo convertido por Jonas, através de uma grande penalidade, aos seis minutos, que o próprio havia cavado dois minutos antes. Desde esse momento, os Dragões foram assumindo, pouco a pouco, ainda que de forma pouco agressiva, o controlo do jogo, embora com poucas oportunidades para marcar. A primeira parte terminou pouco depois de Ederson negar o golo a Brahimi e a segunda começou com um acontecimento que ninguém imaginaria possível, há uns três ou quatro anos atrás: Maxi Pereira marca. Pelo Porto. Ao Benfica. Na Luz.

O número 2 portista fez o que nenhum dos avançados conseguiu fazer e, com isso, evitou a derrota Azul e Branca. Com o FC Porto atrás do Benfica um ponto, uma vitória da equipa da casa significaria, muito provavelmente, o ponto final no campeonato. O golo de Maxi mantém o FC Porto na luta, mantém o sonho ao alcance de um deslize do rival.
Foto de Capa: FC Porto
O MAIS DA SEMANA:

San Iker – Após o já mencionado golo de Maxi, o domínio portista foi-se perdendo e, após a oportunidade flagrante que Soares dispôs para fazer o 1-2 (num lance muito idêntico ao que na altura deu o 2-0, no último FC Porto – Sporting), foi o Benfica quem mais atacou. É certo que as águias praticamente só criavam perigo em lances de bola parada, mas mesmo assim, estiveram a um Casillas de marcar por duas vezes. O gigante espanhol negou na mesma jogada o golo a Mitroglou e a Jonas e, num outro lance, voltou a negar um golo cantado ao brasileiro. Pelo meio ainda teve tempo de pedir calma e mandar calar aqueles que, por duas vezes, no estádio, gritaram golo de forma prematura.
Foto de Capa: FC Porto
O MENOS DA SEMANA:

Carlos Xistra – Não o digo pelo penalti assinalado a favor do Benfica, aqui a culpa vai toda para Jonas, que continua a mostrar todas as técnicas de ludibriar as equipas de arbitragem que aprendeu ao longo da carreira. Digo-o porque Xistra pautou o jogo de forma pouco equilibrada e sempre a pender para os da casa. Jonas foi o actor de serviço e aproveitou o dia das mentiras para encarnar o espírito de papoila saltitante que dentro dele vive. Simulou, provocou, agrediu e distribuiu “lenha” em quem bem entendeu, mostrando de forma exemplar os valores do emblema que representa. Salvio, Pizzi e Samaris são mais três exemplos de jogadores que passaram ao lado dos cartões, embora tivessem tido várias oportunidades para os ver. O saldo final é curioso: FC Porto – 18 faltas/seis cartões amarelos; Benfica 13 faltas/zero cartões. Uma arbitragem exemplar, dizem.
Foto de Capa: FC Porto
Artigo revisto por: Francisca Carvalho











