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O Factor Presidente

André Eusébio · 2 min

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Na estrutura do Porto há sempre um manda chuva. Uma pessoa que, nos momentos difíceis, se mostra presente e nos momentos prósperos sabe gozar o seu sucesso. No Porto é fácil identificar o manda-chuva. É fácil identificar o seu homem do leme: Pinto da Costa.
Um presidente não deve, em cada derrota, fazer uma visita ao balneário ou ao treino da equipa. Uma situação como essa pode colocar mais pressão tanto na equipa técnica como nos próprios jogadores. No entanto, existem certas situações em que é necessário a intervenção do presidente.

Após a derrota, em casa, perante o Atlético de Madrid, Pinto da Costa fez questão de se dirigir ao campo do Olival para conversar com os membros do plantel do Porto e em especial com Paulo Fonseca. A visita do homem do leme azul e branco mostra o engenho que Pinto da Costa tem mostrado ao longo do seu reinado no FC Porto. Numa situação que podia, devido à forma como o Porto perde o jogo com o Atlético, deixar marcas, Pinto da Costa fecha todas as portas e janelas à possível desconcentração.

No Porto, mais do que em qualquer outro clube em Portugal, a personagem do presidente é a mais forte. É em situações como estas que um presidente pode fazer pender a balança para o positivo e tentar tirar bons indícios de uma derrota. Após a primeira derrota da era Paulo Fonseca, quem faz a equipa levantar não é o treinador. Quem diz “presente” é o homem do leme. No próximo Domingo, contra o Arouca, não vai haver, em nenhum jogador do Porto qualquer tipo de memória do jogo da Champions. O Porto será Porto!

Um aparte…
Não posso deixar passar em branco o aniversário de cha cha cha Martinez. O goleador colombiano completa hoje 27 anos. Sendo um dos grandes obreiros da conquista do campeonato do ano passado é-me muito complicado deixar passar esta marca. Jackson Martinez faz 27 anos. Esperemos que, este ano, sejam 27 os golos que irá marcar ao serviço do Porto.

André Eusébio

Redação Bola na Rede · ver artigos

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O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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