Publicidade

Os 5 melhores jogadores portugueses que vestiram a camisola do FC Porto

Filipa Mesquita · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No meio de tantos jogadores portugueses que passaram pelo FC Porto, muitos podiam ter sido escolhidos para este top, mas há jogadores que inevitavelmente arrancam suspiros, pela qualidade que tiveram e pelas conquistas que obtiveram no clube. Há jogadores que ainda hoje tinham lugar no FC Porto e muitos deles continuam a ser referência para todos.

5.

Fonte: UEFA

Vítor Baía – Ainda hoje é um ícone do clube, não só pelo que ganhou, mas pela postura e garra demonstrada em todos os jogos. Chegou ao FC Porto com apenas 13 anos e desde cedo mostrou que a baliza seria dele. Aos 19 anos, estreou-se na equipa sénior e desde então não voltou ao banco. Apesar da passagem pelo Barcelona, foi no FC Porto que fez grande parte da carreira. Com defesas de arregalar os olhos, o guarda-redes conquistou ainda a distinção de melhor guarda-redes do Mundo em 2004, ano em que venceu a Liga dos Campeões pelo FC Porto. A juntar a esse troféu tem ainda a conquista da Taça UEFA, de vários campeonatos e da Taça de Portugal e de Espanha. Baía tinha qualidades inegáveis e até hoje é uma referência para qualquer guarda-redes.

4.

Fonte: FC Porto

Pepe – Apesar da dupla nacionalidade, Pepe internacionalizou-se por Portugal na altura em que representava o FC Porto e até hoje continua a ser imprescindível na seleção e no clube. Antes de chegar ao FC Porto, Pepe representou o Marítimo – clube no qual se estreou em Portugal -, mas foi nos portistas que lançou a carreira. Com um posicionamento notável, o central é um muro para os adversários. Sempre atento e seguro, Pepe defende e ainda se chega à frente quando a equipa precisa de golos. Do FC Porto deu o salto para o Real Madrid, mas depois de uma passagem pelo Besiktas voltou ao clube do coração, onde terá sempre lugar. Regressou há cerca de um ano e continua a ser um comandante na defesa. Há coisas que nem o tempo muda.

3. 

Fonte: UEFA

Ricardo Carvalho – Três anos de pura qualidade foi o tempo que Ricardo Carvalho abrilhantou os relvados com a camisola do FC Porto. À semelhança de Pepe, o português ocupava o centro da defesa com uma qualidade que o distinguia dos restantes. Foco e segurança faziam dele um dos melhores do clube e, inegavelmente, do mundo. Correu outros campeonatos e outros clubes, mas é nos adeptos portistas que continua a trazer lembranças boas. Esteve nas conquistas importantes e foi um dos responsáveis por esses feitos. Não é só os golos que contam, há defesas que valem o mesmo.

2. 

Fonte: UEFA

Deco – O mítico dez. O jogador omnipresente que é recordado com uma saudade agridoce. Os momentos de talento puro são memórias boas, mas pensar que não voltou a aparecer um Deco no clube deixa algum rasgo de desilusão. Deco foi um jogador ímpar, tinha magia nos pés como poucos tinham. Soube sempre ocupar o seu lugar, mas tinha uma facilidade tremenda em descobrir os outros jogadores em campo. Toque sublime, visão rasgada e um drible de levantar estádios. Foi o verdadeiro mágico 10 do clube e vai ser sempre recordado dessa forma. O mais caricato na carreira do internacional português é que foi o Benfica quem o encontrou e trouxe para Portugal, mas foi o FC Porto que o descobriu e levou para o mundo.

1. 

Fonte: FC Porto

Fernando Gomes – A foto é do tempo em que o futebol era falado pelo jogo e não pelas circunstâncias adjacentes. Mas mais do que essas questões triviais, nesta lista que podia conter muitos outros jogadores, não podia faltar o senhor Bi-bota. Numa altura em que o tema é a saúde debilitada do antigo avançado, recorda-se com saudades o tempo em que o pé de Fernando Gomes e a bola tinham íman com a rede das balizas adversárias. Um goleador nato, que em grande parte das jogadas – boas ou menos boas – descobria, com uma facilidade tremenda, o caminho para as balizas. No final da carreira, trocou o FC Porto, pelo rival Sporting, mas hoje, se ele quisesse, ainda tinha ali um lugar para ele.

Foto de capa: FC Porto

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Filipa Mesquita

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Fórmula 1

Antevisão GP Singapura: Max Verstappen conquista a 50.ª pole position da carreira

A ANTEVISÃO: MAX VERSTAPPEN CONQUISTA A PRIMEIRA POLE EM SINGAPURA, OS FERRARI PROMETEM DAR LUTA E A MERCEDES FICA AQUÉM DAS EXPETATIVAS Está a ser um fim de semana perfeito para Max Verstappen. Depois da vitória na corrida Sprint, o tetracampeão mundial foi o mais rápido no circuito de Marina Bay e conquistou a sua primeira pole position em Singapura e a 50.ª da carreira na Fórmula 1. Será que o Max Verstappen do final de 2025 está de volta?

Gonçalo Carneiro · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Lamber as feridas do Dragão | Benfica x Vitória SC

Quase três semanas depois, e com muita polémica em torno da seleção nacional, as emoções do campeonato estão de volta. O Benfica é o último dos três grandes a apresentar-se nesta jornada. Após os triunfos de Sporting e FC Porto os encarnados estão obrigados a vencer para não se atrasarem ainda mais na corrida pelo título. As águias vão defrontar o Vitória SC, que tem estado a realizar um campeonato aquém das expetativas, e este poderá ser o adversário ideal para sarar as feridas provocadas no Estádio do Dragão. Marco Silva tem algumas dores de cabeça para esta partida, mas nada que não se resolva. O treinador encarnado não vai poder contar com os lesionados Daniel Banjaqui, Alexander Bah, Jaden Umeh, Jakub Kaminski e Enzo Barrenechea. Georgiy Sudakov é o único do departamento médico que está em dúvida. Clément Lenglet também não vai a jogo por estar a cumprir castigo após a expulsão frente ao FC Porto. Oportunidade para Alessandro Circati estrear-se como titular no eixo da defesa.  Com Banjaqui e Bah indisponíveis, Fredrik Aursnes irá ocupar o lado direito da defesa. Nada que o médio norueguês já não esteja habituado, pois recentemente desempenhou essa função ao serviço da sua seleção. Em relação a Sudakov, mesmo que entre na convocatória não será titular. Andreas Schjelderup deverá ocupar novamente a posição 10 atrás de Vangelis Pavlidis.

Rui Alves Maria · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.