Publicidade

Os 5 possíveis guardiões do FC Porto para 2019/2020

Tiago Moura · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Se na semana passada se falava que o próximo alvo do mercado de transferências deste verão seria um guarda-redes, agora quase se pode confirmar que a equipa azul e branca procura o homem ideal para guardar a baliza do Estádio do Dragão na próxima época. Kevin Trapp é o nome que parte na frente da corrida, mas Tomáš Koubek ainda se mantém em pista desde há algumas semanas.

Com Iker Casillas a assumir novas funções é muito provável que se vejam alguns “pesos pesados” da baliza do futebol mundial a serem sondados pelo FC Porto, muito por culpa da importância mediática e desportiva que o espanhol tem. O Bola na Rede elaborou uma lista dos possíveis futuros donos da baliza do Estádio do Dragão para a próxima época de acordo com os últimos rumores noticiados pela comunicação social portuguesa e internacional.

5.
Fonte: UEFA

Tomáš Koubek – Os rumores sobre o checo começaram sensivelmente há um mês. Chegaria ao FC Porto juntamente com o médio James Léa Siliki. Tem 26 anos e é nove vezes internacional A pela República Checa e a sua altura (1.97 metros) é um dos grandes trunfos do guarda-redes do Stade Rennais FC. Nos últimos tempos o negócio esfriou e o presidente do clube francês veio a público criticar o comportamento do FC Porto devido às propostas inconstantes e a falta de interesse em determinados momentos.

4.
Fonte: GNK Dínamo Zagreb

Dominik Livakovic – O atual titular da seleção croata de apenas 24 anos foi recentemente apontado aos azuis e brancos para suceder a Casillas. A imprensa falou de valores a rondar os sete milhões de euros pelo jogador mais recuado do GNK Dínamo Zagreb, mas o clube só negoceia a partir dos dez milhões de euros. Sendo este uma das maiores promessas da Croácia, há bastante concorrência e a imprensa francesa noticiou que o Montpellier Hérault SC tem o negócio quase fechado com o clube croata e com o próprio Livakovic.

3.
Fonte: Real Sociedad

Geronimo Rulli – O seu rendimento e o respetivo valor de mercado caíram bastante nos últimos dois anos e embora tendo já 27 anos, continua a ser um jogador prometedor que precisa de dar um salto maior para mostrar o seu valor. Por um incrível que pareça conta com apenas duas internacionalizações pela Argentina, mas as cinco épocas que passou na Real Sociedad e, consequentemente, na Liga Espanhola, deram-lhe a maturidade que precisava para jogar num grande europeu. O FC Porto pode chegar aos dez milhões de euros pelo jogador e fala-se que já há um entendimento com o clube para a transferência.

2.
Fonte: FC Porto

Diogo Costa – Tem sido bastante utilizado na pré-época do FC Porto e Sérgio Conceição vetou a sua saída para o FC Paços de Ferreira por empréstimo para que o campeão da UEFA Youth League 2018/2019 pudesse ter uma oportunidade na equipa principal. No jogo de preparação frente ao Real Bétis Balompié mostrou serviço com algumas boas intervenções e ao defender um penálti. Com apenas 19 anos, Diogo Costa terá agora de lutar para conquistar a vaga de guardião dos dragões.

1.
Fonte: UEFA

Kevin Trapp – O jogador que tem sido manchete dos jornais portugueses e que tem a maior probabilidade de ser o próximo guarda-redes do FC Porto é alemão e chega do milionário de França, Paris Saint-Germain FC. Depois de ter estado uma época ao serviço do Eintracht Frankfurt a título de empréstimo, tendo chegado às meias finais da Liga Europa, Trapp é agora apontado ao clube azul e branco que, segundo a imprensa, é uma opção viável para o próprio, muito pela participação regular na Liga dos Campeões. No entanto, um dos grandes entraves à contratação do alemão de 29 anos é o salário deste que ronda os 500 mil euros por mês no clube francês. O FC Porto parece não desistir de Trapp e está disposto a aumentar a parada para conseguir contratar os serviços daquele que foi considerado o melhor guarda redes da Liga Alemã em 2018/2019.

Foto de Capa: FC Porto

 

Tiago Moura

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.