Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google
A assertividade no mercado de Janeiro não tem sido a imagem de marca do FC Porto nos últimos anos. Para isso em muito contribuíram jogadores como Renteria, Cajú ou Lucas Mareque, mas também há alguns casos de sucesso. É precisamente estes últimos que iremos recordar no Top 10 de hoje.
Foto de Capa: FC Porto
10.

Soares- Apesar de ser conhecido por Tiquinho, tem sido um Ticão desde que chegou à Invicta. Em apenas quatro jogos do campeonato leva já cinco golos de Dragão ao peito e parece apostado em enterrar os problemas de finalização que atormentaram a equipa do Porto na primeira metade da época. Este feito por si só não seria suficiente para um lugar neste Top 10, mas como serviu de inspiração para que este fosse realizado fica simbolicamente no fundo da tabela.
Foto de Capa: FC Porto
9.

Danilo- Vinha rotulado como médio-centro, mas foi como lateral que começou a jogar no Dragão. Assumiu de imediato a titularidade e, quando parecia bem encaminhado, lesionou-se com alguma gravidade, voltando apenas na recta final do campeonato. Mesmo assim, deixou boas indicações e acabou por ser uma adição importante ao grupo de trabalho, não só pelas características futebolísticas, como também pelas humanas.
Foto de Capa: FC Porto
8.

Rúben Micael: Existe algum portista que não se recorde do campeonato do túnel? Foi precisamente a meio dessa temporada que o madeirense com pés de veludo chegou ao FC Porto. Começou bem e parecia apostado em trazer alguma sanidade a uma equipa que, muito em função dos acontecimentos extra-futebol, parecia perdida em campo. Infelizmente, uma lesão grave impossibilitou-o de terminar o que havia começado e os Dragões acabaram por não conseguir melhor que um terceiro lugar.
Foto de Capa: FC Porto
7.

Quaresma- 2013/2014 fica marcada pelo arranque de uma seca de títulos que ainda hoje dura. Vítor Pereira foi substituido por Paulo Fonseca e, em entrevista, afirmou que deixou para trás uma equipa que apenas necessitava de melhores executantes no último terço, principalmente nas alas, para atingir o próximo patamar. E o que faz o FC Porto? Começa a temporada com nomes como Josué, Varela, Licá e até Quintero como alternativas para a posição de extremo. Ainda espanta que o Mustang tenha tido impacto imediato quando chegou em Janeiro?
Foto de Capa: FC Porto
6.

Cissokho- Areias, Leandro, César Peixoto, Marek Čech, Ezequias, Lucas Mareque, Lino e Nelson Bénitez. Foram estes os nomes que em muito contribuíram para que Fucile fosse o melhor lateral-esquerdo pós-Nuno Valente. Foi então que Jesualdo Ferreira viu num jovem e possante jogador do Vitória de Setúbal a solução para uma lacuna já crónica no plantel portista. Chegou por 300 mil euros e meia época depois foi vendido por 15 milhões.
Foto de Capa: FC Porto
5.

Janko- 2011/2012 foi, provavelmente, uma das épocas mais atribuladas de sempre. Villas-Boas saiu repentinamente e com a pré-época em andamento, e Vítor Pereira viu-se, de um dia para o outro, com um clube de dimensão mundial para comandar. Para ajudar à festa, Falcao é transferido para o Atlético de Madrid, deixando Kléber como única opção de raiz para o centro do ataque. O jovem brasileiro acabou por acusar a pressão e teve de ser Hulk a assumir essa posição até à chegada de Janko que, muito graças a uma personalidade forte, trouxe serenidade ao ataque portista. E também um toque de classe fora dos relvados, diga-se.
Foto de Capa: FC Porto
4.

Benni McCarthy- Não foi fácil para José Mourinho reconstruir um plantel montado por Octávio Machado, mas para o Special One não há impossíveis, como nos foi dado a perceber nas duas épocas seguintes. Benni McCarthy chegou emprestado pelo Celta de Vigo pouco depois de Mourinho assumir o comando técnico do FC Porto e, nos 12 jogos que realizou pelo clube, marcou nove golos, fazendo desta primeira passagem pela Invicta um pequeno teaser do que estava para vir.
Foto de Capa: FC Porto
3.

Adriano- Co Adriaanse tinha um fetiche qualquer por pontas-de-lança. Não é segredo para ninguém, até é do conhecimento público, que as constantes birras para que o FC Porto contratasse um nome sonante para o ataque em muito precipitaram a sua saída. No entanto, antes disso, até fez uma dobradinha, para a qual Adriano, que até Dezembro brilhava no Nacional da Madeira, em muito contribuiu. Antes dele, havia no plantel Lisandro, que, para o holandês, era extremo, Bruno Moraes e Sokota, que estavam mais tempo lesionados que a jogar, Hélder Postiga, que era visto como uma espécie de 10, e Hugo Almeida, que era isso mesmo: Hugo Almeida.
Foto de Capa: FC Porto
2.

Lucho González- Houve uma altura em que a época 2011/2012 parecia completamente perdida. A equipa não rendia o que se esperava e as notícias sobre o mau ambiente vivido no balneário não paravam de aumentar. Em Janeiro, o grupo de trabalho perde jogadores como Guarín, Fucile e Belluschi, mas em sentido inverso aparece, entre outros, Lucho González. O carisma, personalidade e qualidades futebolísticas do argentino ajudaram Vítor Pereira a dominar o balneário, ao mesmo tempo que melhorava a qualidade do futebol apresentado. Arrisco afirmar que, sem o então camisola 3, o campeonato, muito provavelmente, teria voado para outro lado.
Foto de Capa: FC Porto
1.

Carlos Alberto- O talentoso brasileiro é um exemplo prático do lema “chegar, ver e vencer.” Mesmo chegando a meio da temporada a um dos plantéis mais competitivos de sempre do FC Porto, Feijão, como era tratado pelos mais chegados, aproveitou a lesão do titularíssimo Derlei para agarrar a titularidade. E o que fez com ela? “Apenas” o primeiro golo na final da Liga dos Campeões no até então complicado jogo frente ao Mónaco. Mais do que suficiente para ser considerado o melhor reforço de Inverno portista do presente século.
Foto de Capa: FC Porto
Artigo revisto por: Patrícia Nel










