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Uma Nova Identidade

Gaspar Ribeiro Lança · 1 min

Uma Nova Identidade

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amarazul

No verão de 2014, o Futebol Clube do Porto ganha uma nova identidade. Chegam ao fim os catorze anos de parceria com a Nike – entenda-se, representam uma Liga dos Campeões, duas Liga Europa, uma Taça Intercontinental, nove Campeonatos Nacionais, seis Taças de Portugal e nove Supertaças – e celebra-se um inédito contrato com a Warrior.

Mas o que é e de onde vem a Warrior? Aos mais distraídos, ou aos que não acompanhem de forma relativamente regular as ligas estrangeiras, pouco ou nada dirá, mas nos últimos anos a marca tem vindo a afirmar-se no mercado internacional: primeiro com o Liverpool, depois com o Sevilha.

Quintero e Jackson serviram de modelos dos novos equipamentos. Fonte: Instagram do FC Porto
Quintero e Jackson serviram de modelos dos novos equipamentos.
Fonte: Instagram do FC Porto

Como adepto satisfeito com as indumentárias produzidas pela Nike e, mais ainda, seguidor convicto do Liverpool, muito assustado fiquei com a notícia de que a fornecedora de equipamentos do FC Porto seria outra a partir da próxima temporada. Porquê?

Uma vez mais, apenas quem já estava a par do trabalho da Warrior me compreenderá. Os equipamentos até agora produzidos eram quase assustadores. No entanto, e como não poderia deixar de ser, o Futebol Clube do Porto foi diferente. Pelo menos, até ter tido possibilidades de o ser: a indumentária principal aproxima-se dos tempos clássicos dos equipamentos do futebol, com menos riscas e um traçado old fashion, mas encanta.

Quanto ao alternativo, segue nada mais nada menos do que as linhas polémicas da marca norte-americana, misturando vários tons de azul em riscas diagonais – uma escolha ousada que promete dar que falar.

Abdoulaye, Helton e Varela com o arrojado equipamento alternativo. Fonte: Facebook do FC Porto
Abdoulaye, Helton e Varela com o arrojado equipamento alternativo
Fonte: Facebook do FC Porto

Se a ‘veste principal’ faz jus à classe azul e branca, a segunda opção aproxima-se das peças de vestuário que, tal como referi no início, me deixam com receio da Warrior. Concluída a primeira fase da parceria, nada há a fazer senão esperar e ver se, tal como com o Liverpool e o Sevilha, os equipamentos secundários melhoram de ano para ano.

Gaspar Ribeiro Lança

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