Publicidade

Wash Service do FC Porto

Diogo Ataíde · 2 min

Pinto da Costa FC Porto
Foto: FC Porto

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Esta semana, um dos meios de comunicação desportiva em Portugal revelou em 1.ª mão que o FC Porto e o Vitória SC adquiriam ambos dois atletas de cada formação num bolo total de 15 milhões de euros.

Não colocando em causa a valia dos atletas envolvidos, que, do meio desta trapalhada toda, são os menos culpados e deveriam ser os menos prejudicados por todo este burburinho que esta situação possa causar. Este facto não deixa de ser uma situação curiosa, estranha e polémica.

FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Parece claro que os dois clubes não tem este dinheiro para investir ainda em projetos de jogadores, visto que para comprarem atletas já formados são as novelas que são. Logo, este negócio deixa qualquer um desconfiado.

Também é de conhecimento público que tanto os portistas como os vitorianos não vivem da melhor saúde económica e é aqui que a pulga faz comichão na cabeça de quem leu surpreendentemente esta notícia.

Basicamente, o que aconteceu aqui é que cada clube fez uma troca avaliada em 15 milhões de euros, mas que em termos práticos reduzem-se a zero, sendo estes números apenas cruciais para os balanços contabilísticos no papel.

Quem conhece melhor esta forma de transação, diz que era uma prática corrente em Itália, no início do século, mas que posteriormente foi abolida do futebol transalpino, já que são “engenheiras financeiras” muito perigosas para os clubes. Porque irão declarar receitas, que não existem em caixa e que, infelizmente, levou alguns dos emblema à insolvência.

Por isso, esta notícia não é nada boa para ninguém e só deve reforçar um sentimento, o da preocupação… Neste momento, o FC Porto, estruturalmente falando, parece um barco à deriva, sem qualquer rumo, vivendo apenas do presente e rezando para não embater em nenhum penhasco que o leve ao naufrágio.

Diogo Ataíde

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
Ler a crónica
Seleção Nacional

5 jogadores que mais se destacaram com Jorge Jesus na Seleção Nacional

Os primeiros quatro jogos de Jorge Jesus ao comando da Seleção Nacional permitiram perceber quais os jogadores que melhor se adaptaram às ideias do novo selecionador. Entre golos, assistências e novas dinâmicas táticas, cinco nomes destacaram-se pela influência que tiveram no rendimento da equipa e pela forma como potenciaram as suas qualidades individuais. De João Félix a Rúben Neves, passando por Gonçalo Ramos, Vitinha e João Cancelo, este é o top-5 dos jogadores que mais se evidenciaram neste arranque da era Jorge Jesus.

Miguel Costa · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.