Publicidade

Boavista FC 3-3 GD Chaves: E a história repete-se

Inês Marques Santos · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Boavista e Desportivo de Chaves empatam a 3 golos num jogo bastante equilibrado entre as equipas. Já o ano passado, ambas não tinham passado além do empate a duas bolas. Neste momento, os dois clubes ocupam as posições de 7º e 8 lugar com o mesmo número de pontos na tabela classificativa.

Os jogadores dos dois emblemas tiveram direito a uma boa casa com um número simpático de espectadores. As equipas entraram em campo com o mesmo número de pontos (37 p.) e ambas vinham de uma série de jogos sem vencer (seis no caso do Desportivo de Chaves e três no caso do Boavista). Foi um duelo entre duas equipas com um meio-campo muito técnico e com jogadores que tendencialmente gostam muito de atacar.

Foi um início de jogo equilibrado com um ligeiro ascendente da equipa visitante que foi tomando controlo do jogo com mais posse de bola. Logo aos 11 minutos, o Desportivo de Chaves materializa esta superioridade com um golo de Davidson que descai para o corredor central e remata para dentro da baliza de Vagner. Faltou cobertura no remate por parte dos defesas da equipa da casa.

A reação dos axadrezados ao golo foi positiva. O Boavista realiza três contra-ataques perigosos, sendo que um deles foi aos 22 minutos. O lance foi protagonizado por uma corrida desenfreada de Rochinha desde o meio-campo. O jogador remata com força mas a bola vai parar ao poste. António Felipe não tem a mesma felicidade, aos 25 minutos, quando faz a defesa ao remate de Carraça mas a bola acaba por entrar à mesma na baliza. Está, então, feito o empate: marca a equipa da casa.

No resto da primeira parte, o Boavista mostra-se superior e impõe o seu jogo, muito graças a um dos seus médios criativos, Fábio Espinho. Acaba mesmo por dar a volta ao marcador, no final da primeira parte, aos 42 minutos. Arranque de Rochinha pelo lado esquerdo que assiste para o golo de Renato Santos.

Começa a segunda parte e entram as mesmas equipas dentro de campo. O Desportivo de Chaves entra pressionante, conseguindo chegar mais vezes à área do seu adversário. Apesar de não ter tido oportunidades flagrantes. Já o Boavista baixa o seu bloco e começam a surgir algumas falhas nas marcações. A equipa de Jorge Simão começa a resguardar-se e aposta apenas em contra-ataques rápidos com jogadores que acabam de entrar (Tahar e Rui Pedro). E é isso mesmo que acontece: aos 77 minutos, Renato Santos bisa e dilata a vantagem no marcador para o Boavista.

A resposta da equipa minhota não podia ter sido a melhor. A bola entra a pingar para a entrada da área. No seguimento do lance, existe um corte da defesa axadrezada e, de seguida, remate de primeira de Stephen Eustáquio abana as redes da baliza do Boavista. A equipa visitante diminui assim a desvantagem para 3-2.

A partir daí, o Desportivo de Chaves abdica de um dos seus médios e aposta tudo para chegar ao empate num 4-4-2. A equipa de Luís Castro chega mesmo ao empate dois minutos antes do tempo regulamentar. O golo tem origem de uma grande jogada, iniciando-se nos pés de William. Vágner defende o primeiro remate de Bressan, mas não consegue repetir a proeza quando Platiny vem de trás e encosta.

A FIGURA:

Fonte: Boavista FC

Diogo Rocha – Foi o homem-chave do jogo do Boavista. Impôs velocidade ao jogo e complicou a vida aos defesas do Desportivo de Chaves. Está envolvido nos lances dos dois primeiros golos da sua equipa.

O FORA DE JOGO:

Fonte: Boavista FC

Yusupha Njie – Não aparece muito em todo o jogo. Esteve ausente e pouco fez para ajudar a sua equipa ofensivamente. As características do jogo não o deixaram fazer o que mais gosta: ter a bola e daí prosseguir para o contra-ataque. Acabou mesmo por ser substituído, aos 66 minutos, por Rui Pedro.

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Inês Marques Santos

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Palmeiras sem Abel Ferreira: 31 jogos de castigo, 17 vitórias e só cinco derrotas

O triunfo do Palmeiras, por 1-0, frente ao Bahia fechou o último castigo de Abel Ferreira no Brasileirão. Nos 31 jogos em que o treinador português esteve ausente por suspensão na prova, o verdão soma 17 vitórias, nove empates e cinco derrotas. Mas há mais uma ausência à vista: Abel vai falhar a primeira mão das meias-finais da Libertadores, frente ao Fluminense. O Palmeiras venceu o Bahia por 1-0, no Nubank Parque, e terminou com um triunfo o ciclo mais recente de suspensão do treinador português. Flaco López marcou aos seis minutos, num encontro em que o verdão criou oportunidades para ampliar a vantagem, mas acabou por vencer pela margem mínima. Com os três pontos, chegou aos 60 e ficou a apenas um do líder Flamengo. O resultado atualizou um registo expressivo: 31 jogos sem Abel Ferreira por castigo no Brasileirão, com 17 vitórias, nove empates e cinco derrotas. São 60 pontos em 93 possíveis, um aproveitamento de 64,5%, com 53 golos marcados e 26 sofridos.

João Esteves · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.