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À chegada aos 20 minutos, o jogo encontrava-se muito dividido, com contra-ataques muito rápidos por parte do Vitória. Jogo mais interessante que o expectável, com muitos ataques e velocidade. O Nacional falhou um golo de forma incrível, perto da meia hora. Depois de um canto, César falhou a bola e perdeu a oportunidade de colocar a sua equipa em vantagem.
A primeira parte terminou a zeros, com poucas oportunidades para ambos os lados. Resultado justo para o que ambas as equipas mostraram, durante os primeiros 45 minutos.
O Vitória entrou com vontade de resolver o jogo, mas o Nacional não cedeu, criando, inclusive, perigo e colocando Bruno Varela à prova. O guarda redes sadino respondeu e manteve a sua baliza inviolável. As primeiras alterações surgiram perto dos 60 minutos: Couceiro retirou de jogo João Amaral, que teve uma exibição muito apagada, e lançou Zé Manuel, enquanto Jokanovic substitui Wilyan por Gomes.

Aos 69 minutos, o guardião sadino fez uma intervenção de excelência, impedido o golo da equipa insular. O jogo continuava muito partido e, até ao momento, o empate era o resultado mais justo.
E foi mesmo aos 86 minutos que o Vitória chegou ao golo. O capitão, Frederico Venâncio, colocou a sua equipa em vantagem a apenas quatro minutos dos 90, após canto de Nuno Pinto. A queda do Nacional, nos últimos 15 minutos, foi bastante acentuada e os sadinos aproveitaram-na da melhor maneira.
O árbitro da partida deu mais três minutos para além dos 90, tempo esse insuficiente para o Nacional alcançar o empate. O jogo terminou mesmo com uma vitória caseira pela vantagem mínima. O empate seria um resultado justo, mas os sadinos foram mais eficazes e conseguiram aquilo que os madeirenses não conseguiram: o golo.
O Vitória acaba a primeira volta com o mesmo número de pontos alcançados na passada época. Esperemos que não termine a segunda volta, também, como terminou na anterior temporada.
Figura do Jogo:

Frederico Venâncio – O capitão dos sadinos voltou a marcar, tal como já tinha feito frente ao Sporting. O Viória acaba por vencer a partida graças ao seu golo.
Fora de Jogo:

João Amaral – Um jogo muito apagado por parte do camisola 24 do Vitória. Foi, durante 56 minutos, menos um em campo.
Conferência BnR:
BnR – Sente que o empate seria mais justo face à exibição da sua equipa esta tarde?
Jakanovic – Sinto-me frustado, mas o futebol é assim. O que conta é a eficácia e a eficácia do Vitória decidiu o jogo. Mas sim, penso que poderíamos ter saído daqui, esta tarde, com um empate.
BnR – O Vitória fecha a última jornada da primeira volta com uma vitória e com os mesmos pontos que na época passada. É de se esperar uma segunda volta com a mesma intensidade?
Couceiro – Não estamos aqui a tentar repetir a época passada. Nós não tinhamos um objetivo de pontos, não era nosso objetivo terminar a segunda volta com 22 pontos, mas é positivo, obviamente que é positivo. Temos o objetivo de passar os 30 pontos. Quanto mais depressa passarmos essa barreira, que é uma barreira um bocado psicológica, melhor. Normalmente as equipas descem com 18 ou 19 pontos, a época passada desceram com 29. Portanto, o nosso objetivo principal é mantermo-nos na primeira divisão.
Foto de capa: Glórias do Passado
Artigo revisto por: Francisca Carvalho










