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Uma boa dor de cabeça a meio-campo dos leões
O plantel do Sporting CP é um conhecido por ser um grupo de trabalho curto, mas com muita qualidade. A escolha da dupla do meio-campo leonino deverá ser a tarefa mais complicada da escalação do onze inicial por parte de Rúben Amorim, devido ao excesso de qualidade que se encontra naquele setor do campo. Há apenas dois lugares disponíveis e o treinador dos atuais campeões nacionais tem quatro opções viáveis para aquelas funções.
4. “Conhecido como o polvo do meio-campo”

João Palhinha – Dos quatro o mais indiscutível neste meio-campo, Palhinha é o médio mais diferenciado da equipa, não só por ser um dos melhores jogadores da liga portuguesa, mas também por ter características bem diferentes dos seus concorrentes. Conhecido como “o polvo”, o número 6 do Sporting foi muitas vezes apelidado por este nome, graças às as suas prestações da época passada, em que dominava toda a zona intermediária do terreno, quase não deixando que o adversário passe para a áreas mais próximas da baliza leonina.
Não só a “destruir” o ataque dos adversários que Palhinha ficou conhecido, para além disso, o trinco do Sporting evoluiu muito o seu jogo de pés, nestes últimos anos, ajudando Sporting na sua manobra ofensiva. Os verdes e brancos beneficiaram muito com esta evolução do jogo de Palhinha, já que o seu trinco para além de defender…conseguia ajudar na construção de jogadas para o ataque.
Não é ao acaso que Palhinha tem sido observado pelos cubes mais ricos do futebol, Palhinha a meu ver é mesmo um dos melhores médios-defensivos da atualidade.
3. “Evoluiu monstruosidades”

Matheus Nunes – Sob a tutela de Rúben Amorim o número 8 do Sporting evoluiu monstruosidades. Nestas duas últimas épocas com Amorim no comando, o médio internacional português está completamente diferente, daquele médio que veio para o Sporting do Estoril Praia Praia SAD. A meu ver, Matheus Nunes evoluiu em quase todos os aspetos: cresceu fisicamente, mais acutilante a atacar, defende muito melhor e decide muito melhor. Devido muito ao seu trabalho nos treinos, Matheus Nunes tornou-se o parceiro de Palhinha no meio-campo, para além das várias características que o médio aprimorou, desde sempre que mostrou grandes sinais de intensidade no jogo, o que a meu ver, também ajudaram muito na sua evolução, nos outros aspetos já referidos.
2. Deixa os seus adeptos do Sporting a “salivar da boca” a gritar “olé”

Daniel Bragança – De todos os médios que o Sporting tem nos seus quadros, Bragança é o médio que mais deixa os seus adeptos a “salivar da boca” a gritar “olé”, muito por culpa da sua qualidade técnica e seu jogo com bola, que deixa qualquer adepto de boca aberta.
Bragança tem imenso potencial e imensa qualidade para se vir a tornar um dos melhores médios portugueses, mas ainda é jovem e ainda lhe falta alguma intensidade e decidir melhor em alguns momentos para ser “peça-chave” no meio-campo. Contudo, nos últimos tem vindo a provar o porquê de muitos pedirem que o médio formado em Alcochete assuma mais protagonismo no meio-campo dos leões.
Tem estado em grande forma e a ser decisivo e um dos melhores em campo quando joga pelos leões, muitos no início da época davam-no como “desaparecido”, mas algo parece essas pessoas estavam enganadas e Bragança está presente para dar as “boas dores de cabeça” a Rúben Amorim.
1. Só lhe falta uma coisa… Uma oportunidade

Manuel Ugarte – Ainda não teve muitas oportunidades no meio-campo, mas vejo que Ugarte seja merecedor de pelo menos uma. É um médio promissor e que consegue desempenhar a posição de 6 e de 8 com grande qualidade. Ugarte assim que chegou à liga portuguesa, causou grande impacto na equipa do FC Famalicão, obviamente que o desafio de jogar pelo campeão nacional é mais difícil e com qualidade que o meio-campo do Sporting, previa-se uma luta difícil para o jovem uruguaio. Mesmo assim, penso que o camisola 15 dos leões tenha tanta qualidade como os demais, porque Ugarte já mostrou qualidade em solo português, mas só lhe falta uma coisa… uma oportunidade.












