Publicidade

5 avançados ‘flops’ que nunca marcaram pelo Sporting CP

Hugo Filipe · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Com saudades do Liedson ou do Slimani? Até do Ricky van Wolfswinkel? Ou do Bas Dost? Pois bem, este artigo do Bola na Rede só vai piorar a situação! Apresentamos de seguida cinco avançados que passaram pelo Sporting CP sem fazer um único golo… E um deles nem chegou a jogar qualquer minuto.

5.

Fonte: FK Kaiserslautern

Lukas Spalvis – Jogava no Aalborg BK, clube dinamarquês. Marcou 19 golos em 33 jogos e foi comprado por 1,61 milhões de euros para ser reforço da frente de ataque em 2016/2017. Ainda na fase da pré-época teve de ser operado ao joelho e não jogou nenhuma partida oficial pelo Sporting CP.

Na temporada seguinte foi emprestado ao FC Kaiserslautern, clube atualmente na terceira divisão alemã, onde acabou por ficar até hoje. Quanto rendeu aos Leões? Zero jogos, zero golos e saiu a custo zero.

4.

Fonte: CA Rosário Central

Sebastián Ribas – Chegou por empréstimo do Genoa CFC em 2011/2012. Tinha feito uma temporada bastante boa no Dijon FCO, antes de rumar a Itália, onde apontou 25 golos em 41 jogos, que o tornaram no melhor marcador do segundo escalão francês desse ano. Levanta-se uma questão: Porque é que o clube italiano o contratou para o emprestar?

A resposta é simples: sete jogos de verde e branco, zero golos.

3.

Felipe Caicedo – Era colega de equipa do Valeri Bojinov no Manchester City FC antes de rumar ao Sporting CP em 2009/2010. Veio por empréstimo, mas só ficou até ao natal. Disputou 11 partidas e não somou qualquer golo. Foi mandado de volta e acabou emprestado no país vizinho, ao Málaga CF, onde, na restante época, em 18 jogos, apontou quatro golos.

2.

Hernán Barcos – Veio diretamente da China no mercado de inverno da época 2015/2016 para ajudar a turma comandada por Jorge Jesus a conquistar o tão desejado título. Resultado? Nem título, nem golos. Fez oito jogos pelos leões.

1.

Luc Castaignos – Avançado holandês? Bas Dost? Não. Chegou mesmo na reta final do mercado de verão da época 2016/2017. Custou 2,5 milhões de euros. Fez 13 jogos de leão ao peito nessa temporada e não marcou nenhum golo. Na época seguinte foi emprestado ao SBV Vitesse onde, em 36 jogos, apontou três golos…

Regressou e integrou o plantel de 2018/2019. Confiança do treinador nele? Havia, até porque José Peseiro falou numa conferência de imprensa sobre o holandês e disse, «o Castaignos vai fazer golos este ano». De facto fez, mas não foi pelo Sporting CP. Após ter jogado somente quatro partidas, rescindiu com os leões a meio da época e rumou à República da Coreia para representar o Gyeongnam FC, onde fez 25 jogos e marcou quatro golos na restante temporada.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Joana Mendes

Hugo Filipe

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.