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Amores ou desamores, clubismos não podem estar à parte!

Pedro Miguel Martins · 2 min

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Que Bruno de Carvalho é uma pessoa de extremos ninguém pode negar… Ou se “ama” ou se “odeia”.

Entendo que alguns sportinguistas possam não gostar dele ou do estilo dele e que queiram encontrar alternativas para a presidência do Sporting Clube de Portugal… Inclusivamente até aceito que possam não concordar que esta não seja a postura mais correcta de um presidente de um clube, especialmente do nosso.

Respeito que tentem encontrar alternativas e façam coligações com outros sócios do clube para tentar “mandar o galo abaixo do poleiro”.

Somos todos sportinguistas e queremos o melhor para o clube que detém o nosso amor; podemos e temos o direito de procurar soluções que consideramos melhores.

Agora, o que não posso aceitar é que se esqueçam do amor ao clube e se encontrem e reúnam com presidentes de rivais simplesmente para conseguir “abater” o actual presidente do Sporting, Bruno de Carvalho.

Também não posso aceitar que “vozes do Sporting” se manifestem anonimamente, quer em flyers, quer em cartazes, contra a figura do presidente do clube verde-e-branco.

A cobardia desta oposição não está nas palavras; está no dar a cara Fonte: amorsporting.com
A cobardia desta oposição não está nas palavras; está no dar a cara
Fonte: amorsporting.com

Está na altura de aceitar que Bruno de Carvalho não é perfeito, mas também está na altura de abrirmos os olhos e não tolerarmos cobardias e traições, não à figura do homem, mas ao Clube em si… Chega de coligações com adversários e de subserviência aos nossos rivais.

Chega de nos colocarmos a jeito para que eles façam de nós o que quiserem… Chega de fazermos negócios maus para o clube e deixarmos os outros a rirem-se de nós.

Relembro que ainda em 2012/2013 o Sporting teve a sua pior prestação de sempre no campeonato português e andava na rua da amargura e que hoje Bruno de Carvalho tem o clube com a melhor taxa média de ocupação do campeonato português.

Se ele comete erros? Sim, mas temos de ter a coragem de os melhorar dentro da nossa casa ou até fazer oposição, mas sem jogo sujo.

Oposição, sim; cobardia, não. Porque com “amores ou desamores, os clubismos não podem estar à parte”!

Foto de Capa: ptjornal.com

Pedro Miguel Martins

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