Publicidade

Contra tudo e contra todos: Sporting Clube de Portugal

Simão Mata · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Esta semana tivemos mais um episódio lamentável que manchou (novamente!) o bom nome do Sporting Clube de Portugal. Importará certamente noutras plataformas informativas discutir as culpas, os culpados, os oportunistas e tudo o que se relaciona com a tão falada “crise leonina”. Mas, mais do que isso, importa sobretudo destacar o espírito de esforço, dedicação, devoção e glória que a equipa de futebol dos Leões, comandada por José Peseiro, está a ter dentro das quatro linhas neste início de época. Estes leões parecem não claudicar e afirmam de peito cheio “Contra tudo e contra todos: Sporting Clube de Portugal”!

A equipa dos leões bateu ontem em Alvalade a equipa do Vitória de Setúbal por duas bolas a uma. Os sócios corresponderam ao pedido dirigido por José Peseiro e compareceram massivamente ao anfiteatro leonino. Foi um jogo que esteve muito aquém das exibições deslumbrantes e de “encher o olho” doutros jogos e doutras épocas. Mas estes jogadores têm sabido interpretar o momento em que o clube se encontra e tem dado provas e mostras de serem verdadeiros leões. Os adeptos têm ajudado imenso neste início de época positivo. Afinal, também por isto, o Sporting é um dos melhores clubes do Mundo.

Os jogadores leoninos não hesitam em apontar o caminho para a saída da crise: os sportinguistas
Fonte: Sporting CP

Mesmo quando joga fora, joga em casa: basta vermos a mancha verde que se gerou em Moreira de Cónegos a semana passada para termos uma ideia mais concreta sobre um clube verdadeiramente nacional.

Faço votos para que esta atitude dos jogadores leoninos continue por todo o campeonato, independentemente da chamada “crise” que, espero, termine rapidamente. A ver vamos se este brio em vestir a listada verde e branca se mantém nos jogadores leoninos nos próximos jogos. O próximo é já no Estádio da Luz diante do eterno rival. Vamos leões!

Foto de Capa: Sporting CP

 

Simão Mata

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.