Publicidade

Hóquei em Patins está a uma vitória do título | Sporting CP

Jorge Faria Sousa · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Comentários (1)

O Sporting Clube de Portugal está na final do “play-off” do campeonato nacional de Hóquei em Patins. Na final à melhor de cinco partidas, os leões venceram duas partidas. No passado fim-de-semana, a equipa liderada por Paulo Freitas venceu fora de portas o Futebol Clube do Porto, por 6-4. Assim, o clube de Alvalade precisa de apenas uma vitória para se sagrar campeão, com o próximo jogo a realizar-se no Pavilhão João Rocha.

A equipa liderada por Paulo Freitas está a realizar uma grande época, somando 31 vitórias, oito empates e apenas três derrotas numa temporada onde já conquistou, pela terceira vez, a Liga Europeia de Hóquei em Patins, derrotando na final o Futebol Clube do Porto por 4-3.

O campeão europeu, Sporting Clube de Portugal conta com um plantel de qualidade, onde se destaca o melhor guarda-redes do mundo, Ângelo Girão, uma muralha que vale vitórias e títulos e um plantel com enormes talentos como Pedro Gil, Nolito, Toni Peréz, Verona, Platero, entre outros. Uma verdadeira equipa que, além da sua qualidade técnica e tática, se destaca sobretudo pela forma como luta do primeiro ao último segundo de cada partida, com uma enorme garra e entrega.

Ângelo Girão é considerado, por muitos, o melhor guarda-redes do mundo na modalidade
Fonte: Bola na Rede / Diogo Cardoso

Esta final será equilibrada e opõe duas das melhores equipas do Hóquei em Patins nacional e europeu; no entanto, o Sporting CP – jogando em casa – tem uma grande oportunidade para conquistar o título, tendo de vencer um dos dois jogos que faltam disputar.

Os campeões da Europa têm todas as condições de encerrar a temporada com a conquista do nono campeonato do palmarés leonino e comprovar o estatuto de equipa com enorme qualidade. Para que tal aconteça, será necessária concentração máxima. Para esta época ser histórica, depois da Liga Europeia de Hóquei em Patins, vencer o campeonato inscreveria os leões no zénite do hóquei em patins!

Para isso, os leões campeões da Europa irão entrar no ringue com Esforço, Dedicação e Devoção, para voltar a conquistar a Glória!

#ondevaiumvãotodos

Jorge Faria Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Comentários 1

  1. Tomas

    O próximo jogo, o 4, é no dragão….

Respeita os outros leitores: insultos, spam e discurso de ódio são removidos. Política de privacidade.

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.