Última horaChampions League: Manchester United humilhado em Como e Galatasaray derrota Lille em festa de golos
Publicidade

A simbologia das palavras que Paulinho proferiu | Sporting CP

Miguel Gato · 2 min

Paulinho quererá marcar frente ao SL Benfica
Foto: Isabel Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Numa sessão de perguntas com a comunicação social, Paulinho proferiu uma frase muito bem-recebida pelos sportinguistas. O avançado afirmou que o escudo de campeão não é o maior peso que os jogadores carregam quando envergam a verde e branca, mas sim o leão rampante que levam ao peito.

Independentemente de ser uma frase quase já pré-feita, e mesmo popular entre aqueles que nos apunhalaram pelas costas, é sempre de ressalvar quando um atleta parece reconhecer a grandeza do clube que representa. Paulinho disse também que o Sporting CP não depende de nenhum atleta, e que todos os jogadores têm igual importância.

Foi através desta forma igualitária e equilibrada que Rúben Amorim juntou os miúdos e graúdos, formando uma união que resultou no título de campeão nacional. Para o também jovem técnico português, um júnior de 18 anos e um veterano de 38 têm as mesmas hipóteses de serem titulares na sua equipa. Para ele, estão todos no mesmo patamar e trabalham em prol do grupo.

Apesar desta ideia que Paulinho passou, a verdade é que uma equipa está dependente do bom desempenho dos seus jogadores. O avançado não teve um arranque espetacular na sua chegada a Alvalade, muito por culpa de uma lesão que o afastou durante várias semanas, pelo que se espera um maior contributo na época que se avizinha. Paulinho já demonstrou as suas qualidades com e sem bola, mas ainda lhe falta comprovar a veia goleadora que mostrou ter ao serviço do SC Braga.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Para que a temporada 2021/2022 seja mais uma para recordar, não só Paulinho como o resto do plantel têm de cumprir o seu papel. Ainda assim, é bom que ver que a grandeza leonina é sentida pelos seus atletas.

Consigo perceber que a festa no Marquês possa ter ajudado a construir esta ideia, ainda para mais para um jogador que só viu os adeptos leoninos como adversário. Agora que os rapazes de verde e branco sentem a dimensão do clube que representam, não têm razões para não darem tudo em campo e defenderem o título que lhes pertence. Só desta maneira teremos a oportunidade de repetir a festa que fez vibrar milhares de sportinguistas por todo o país.

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Miguel Gato

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Resto do Mundo

Bélgica | O novo concorrente de Portugal no Ranking UEFA

A Belgica e a Liga Belga já são conhecidas há muito como viveiros de talento. Seja a partir da formação ou do recrutamento de seniores jovens, clubes como Genk, Anderlecht e Gent foram a montra que exibiu vários jogadores de classe mundial. Em anos recentes, os emblemas da Bélgica têm mostrado que sabem vender e, simultaneamente, manter um plantel que lhes permita competir na Europa. Sem o poder financeiro dos três grandes portugueses, os clubes belgas provam que o critério nas negociações e os projetos desportivos coerentes podem dar excelentes resultados.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Fabiano Freitas | Um velho conhecido das águias

Nesta quinta-feira, Omonia e Benfica defrontam-se para a terceira jornada de Liga da UEFA Europa League. O encontro entre os cipriotas e as águias é também marcado por um reencontro. Fabiano Freitas é um velho conhecido dos encarnados, não por ter jogado no clube da Luz, mas por se terem defrontando muitas vezes no passado, quando o guardião brasileiro (também cipriota com dupla nacionalidade) representou o Olhanense e mais tarde, o FC Porto.  Fabiano Ribeiro de Freitas nasceu a 29 de fevereiro de 1988, em Santo António de Jesus na Bahia. Fez a formação no Rio Branco-SP e ainda se estreou pela equipa em 2006. No ano seguinte, mudou-se para o São Paulo onde também acabou por não se impor, embora estivesse ligado ao clube paulista por três anos e tivesse vencido o Brasileirão Serie A no ano de estreia. Durante este período, fez apenas um jogo pela equipa principal, passou pela equipa sub-20 e foi cedido a clubes como Toledo (não jogou), Santo André (realizou um jogo) e América-RN (oito jogos) onde também não se afirmou. No entanto, chamou a atenção em Portugal, nomeadamente ao Olhanense que o contrata em 2011, a custo zero. 

Jorge Afonso · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.