Publicidade

Salin já passou Viviano?

Guilherme Anastácio · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No futebol, tal como na vida, o mal de uns acaba por ser o bem de outros. A mais recente cogitação na baliza leonina é a prova disso mesmo: a lesão de Viviano permitiu que Salin brilhasse e se afirmasse como uma opção válida para José Peseiro.

Ao que aparenta, os dois guarda-redes têm algumas semelhanças: ambos são jogadores altos (o italiano tem 1,95 metros e o francês mede menos dez centímetros). Todavia, os dois guardiões diferem nos clubes por onde já passaram. Enquanto Viviano passou por clubes como Arsenal, Sampdoria e Inter, Salin fez carreira em clubes como o Lorient, a Naval e o Marítimo. Todavia, o italiano é algo desconhecido no futebol português e o francês já deu que falar pelas boas exibições no futebol português em clubes como o Marítimo.

Viviano tem provas dadas lá fora, mas ainda não demonstrou nada aos adeptos leoninos
Fonte: Instagram Sporting Clube de Portugal

Viviano foi contratado ainda na era ‘Bruno de Carvalho’ e aparentava ser o guarda-redes titular do Sporting para a temporada de 18/19. Contudo, lesionou-se ainda antes da primeira jornada e a sua lesão abriu a porta a Salin, que nunca se tinha confirmado como uma opção válida de leão ao peito muito por causa de Rui Patrício nas épocas passadas. Salin tem brilhado nas três partidas que já realizou e fez um autêntico ‘brilharete’ na Luz, tendo sido considerado por muitos o melhor jogador em campo, mas ainda assim deu uma ‘fífia’ no jogo em casa frente ao Vitória de Setúbal e a sua presença na baliza leonina não dá a segurança desejada.

Segundo as mais recentes informações disponibilizadas pelo Sporting e pela restante comunicação social, Viviano já está apto e os sportinguistas deparam-se agora com a questão: terá Salin ultrapassado Viviano ou o italiano será mesmo o titular de José Peseiro?

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por: Beatriz Silva

Guilherme Anastácio

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.