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Sporting CP | Leões à conquista da terceira Taça da Liga!

Jorge Faria Sousa · 1 min

Sporting
Foto: Carlos SIlva/Bola na Rede

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Na passada terça-feira, o Sporting Clube de Portugal venceu o FC Porto, por 2-1, com dois golos de Jovane Cabral, em jogo a contar para a meia-final da Taça da Liga. Com esta vitória no clássico os leões, liderados por Rúben Amorim, caribaram a passagem à final da competição pela quinta vez. Na final, o objetivo será apenas um: conquistar a 3.ª Taça da Liga para o palmarés leonino!

Recordaremos as duas finais da Taça da Liga que o Sporting Clube de Portugal venceu.

Sporting CP 1-1 Vitória FC (2017/2018) – Na época 2017/2028, o Sporting CP e o Vitória FC disputaram a final da Taça da Liga. Na meia-final, os leões eliminaram o FC Porto, após desempate nas grandes penalidades. Na final, os sadinos colocaram-se em vantagem, com um golo de Gonçalo Paciência. No entanto, ao minuto 80, Bas Dost empatou o jogo, na conversão de um penálti. Seguiu-se o desempate na marca dos nove metros, com Rui Patrício a ser determinante e William Carvalho a marcar a grande penalidade decisiva. Foi assim, que o Sporting Clube de Portugal conquistou a sua primeira Taça da Liga.

Sporting CP 1-1 FC Porto (2018/2019) – Na temporada 2018/2019, Sporting CP e FC Porto encontram-se na final da Taça da Liga, disputada no Estádio Municipal de Braga, em mais um dos eternos Clássicos. Na Pedreira, os portistas colocaram-se em vantagem através de Fernando Andrade, à passagem do minuto 79. No fim do tempo regulamentar, Bas Dost converteu uma grande penalidade por falta, na área portista, sobre Diaby. Nas grandes penalidades, Renan Ribeiro foi decisivo e os leões mais eficazes, conquistando a Taça da Liga.

Jorge Faria Sousa

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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