Publicidade

Sporting faz o pleno nas modalidades

Jorge Faria Sousa · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No passado sábado, o Pavilhão João Rocha voltou a vestir-se de gala para receber o quinto jogo da final do “play-off” do campeonato nacional de futsal. O Sporting Clube de Portugal acabou por vencer o dérbi eterno diante do Benfica, com recurso a pontapés de penálti após empate a três golos no prolongamento, sagrando-se tricampeão nacional de futsal.

A primeira temporada do Pavilhão João Rocha terminou em pleno, a verdadeira casa de vitórias e de títulos dos leões, como outrora havia sido a Nave de Alvalade. Terminada a época desportiva, o Sporting Clube de Portugal sagrou-se tricampeão de futsal, bicampeão de andebol, campeão de hóquei em patins e de voleibol.

Fortino e Divanei despediram-se do Sporting como campeões nacionais
Fonte: Sporting CP

No futsal, a equipa liderada por Nuno Dias teve pela frente uma época desafiante. Recorde-se que os leões disputaram 54 jogos, somando 47 vitórias, três empates e quatro derrotas. Uma temporada de enorme sucesso e títulos – Taça de Honra, Supertaça, Taça de Portugal, finalista da Taça da Liga e UEFA Futsal Cup, Campeonato Nacional. Este ciclo vitorioso culminou com a conquista, neste fim-de-semana, do Tricampeonato, o sétimo título nos últimos nove anos, o 15º do palmarés leonino. A conquista do campeonato fica ainda marcada pela despedida de vários craques, Diogo, Caio Japa, Robocop Fortino, Djô, que durante muitas temporadas estiveram no reino do leão.

O primeiro ano da casa das modalidades fica marcado também pelo regresso do voleibol ao Sporting Clube de Portugal, 22 anos depois. Um projeto construído com base em vitórias, sob o comando técnico de Hugo Silva, tendo como capitão de equipa o melhor atlteta português de sempre, Miguel Maia. Mais uma modalidade, sinónimo de título nacional, o sexto da história verde e branca. O título nacional foi conquistado numa final a cinco jogos, sendo o derradeiro disputado no Pavilhão João Rocha.

No andebol, Hugo Canela e os seus jogadores voltaram a fazer história, segrando-se bicampeões a três jornadas do fim do campeonato, frente ao Benfica, na casa dos títulos. O Sporting teve pela frente uma época muito exigente, com Liga dos Campeões, onde esteve na elite europeia da modalidade. O bicampeonato foi um feito histórico, desde a época 1980/81 que os leões não conquistavam dois títulos consecutivos. Uma época que culmina com uma despedida emblemática. Pedro Portela, um dos maiores símbolos da equipa, despediu-se dos sportinguistas, após uma ligação de uma década.

Os adeptos foram fundamentais para as conquistas no Pavilhão João Rocha
Fonte: Sporting CP

No ringue, o Sporting Clube de Portugal voltou a conquistar a glória. Sobre rodas, os leões liderados por Paulo Freitas, conquistaram o título nacional trinta anos depois, frente ao FC Porto, no Pavilhão João Rocha. Além do título nacional, o Sporting fez história a nível europeu, chegando às meias-finais da Liga Europeia, 32 anos depois.

Um ano de conquistas, na casa das modalidades do Sporting Clube de Portugal. Todos estes títulos nacionais têm um denominador comum, disputados com o apoio dos sportinguistas no Pavilhão João Rocha. Uma época que comprova o ADN e o electismo do Sporting Clube de Portugal, com Esforço, Dedicação e Devoção, para atingir a Glória.

Jorge Faria Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.