Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

CF Os Belenenses 0-0 CS Marítimo: Empate que deixa tudo em aberto

Redação BnR · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho Futebol Nacional

Em jogo a contar para a segunda jornada da Taça da Liga, Os Belenenses receberam a equipa do Marítimo. Em igualdade pontual, ambas as equipas espreitavam por uma vitória para alcançar o Sporting no primeiro lugar do grupo, que venceu ontem o União da Madeira.

Como era de esperar, os técnicos operaram algumas “mexidas” nos XI inicias. Nos azuis e brancos, Domingos Paciência fez quatro alterações, com destaque para Maurides que começou o jogo no banco. Por sua vez, Daniel Ramos retirou oito peças do seu onze inicial, deixando apenas três dos defesas que iniciaram o jogo no estádio do Dragão a contar para o campeonato: Bebeto, Zainadine e Drausio.

Numa primeira parte sem sabor algum e em que nada aqueceu a gélida noite de Dezembro, nenhuma das equipas se mostrou merecedora dos três pontos. No entanto, foi a equipa do Restelo que mais pegou na batuta do jogo e que criou um bom par de oportunidades junto da baliza de Abedzadeh. Todavia, e até mesmo essas oportunidades não se revelaram como momentos flagrantes da partida.

Para se ter noção do fraco jogo vivido no Restelo, só à passagem da meia hora se cheirou a golo: após um lançamento efectuado rapidamente no flanco esquerdo do ataque dos azul e branco, Tiago Caeiro desperdiçou a melhor oportunidade desta primeira parte. Do lado marítimista, o único lance digno de registo surgiu ao minuto 45 por intermédio de Luís Martins. Ao remate do lateral, Filipe Mendes, guardião do Belenenses, respondeu com uma excelente intervenção.

O segundo tempo resume-se numa frase: mais do mesmo. Bola cá, bola lá, mas nada de concreto. Uma ameaça ou outra, mas com pouca qualidade de jogo. Um jogo pobre e nada convincente de duas equipas da primeira divisão.

Nos dez minutos finais, a equipa de Belém, a jogar em casa, foi atrás dos três pontos. Com inúmeras bolas lançadas para a área, a equipa da cruz de Cristo esteve perto do golo, chegando mesmo a ver o seu avançado Maurides, lançado já no decorrer da segunda parte, a enviar a bola ao poste direito da baliza dos insulares. Com uma parte final do jogo escaldante, ambas as equipas estiveram perto do golo. Respondendo a um grande lance de Édgar Costa (parado por Filipe Mendes), num contra ataque rápido conduzido por Diogo Viana, este não foi capaz de concretizar.

Num jogo em que apenas as equipas acordaram nos últimos dez minutos, foi a equipa da casa que mais mereceu a vitória. Com este empate as equipas partem para última jornada desta fase de grupos a precisar de terceiros para garantirem uma possível presença na final four em Braga, no próximo mês de Janeiro.

A FIGURA:

Fonte: CF Os Belenenses
Fonte: CF Os Belenenses

Maurides – O jogador brasileiro que começou a partida no banco de suplentes da equipa de Os Belenenses foi quem mais mexeu no jogo, após a sua entrada ao minuto 73. Um jogador fulcral na equipa de Domingos e que hoje voltou a criar algum perigo na área adversária.

O FORA DE JOGO:

Fonte: CS Marítimo
Fonte: CS Marítimo

Edgar Costa – O capitão do Marítimo foi o jogador que menos se destacou nesta partida, revelando estar uns furos abaixo daquilo que é esperado. O extremo, que é intitulado como a estrela da equipa insular, esteve hoje muito aquém das expetativas.

BnR na Conferência de Imprensa

BnR: O que pode prometer esta equipa do Marítimo para 2018 após um ano claramente positivo?

Daniel Ramos – Trabalho, e continuar focado na conquista de pontos. Determinados em continuar a somar para obter a melhor classificação possível. Querer fechar a segunda volta igual ou melhor, pelo menos próximo da primeira. O objetivo é a manutenção e estamos muito próximos desse passo, e depois redefinir novos objetivos.

BnR – Faço lhe a mesma pergunta que fiz ao treinador do Marítimo: o que pode prometer aos seus adeptos para 2018?

Domingos Paciência – Espero adeptos exigentes. Os jogadores estão a fazer de tudo para ganhar jogos. Prometo que a luta continua sendo a manutenção o objectivo da época. Está tudo em aberto, não pensar em Europa mas sim no trabalho árduo que é garantir da manutenção.

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.