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CS Marítimo 2-6 SL Benfica: Bailando para a Setima Taça da Liga

André Conde · 2 min

CS Marítimo 2-6 SL Benfica: Bailando para a Setima Taça da Liga

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Depois do campeonato conquistado, a Taça da Liga era a cereja no topo do bolo de uma época difícil mas que acabou em glória.

Talvez ainda de ressaca da festa, o Benfica entrou mal na partida. Ederson foi a figura nos primeiros minutos com duas defesas brilhantes que também valem títulos. O Benfica demorou a encontrar-se e a superar o susto, mas quando o fez, foi eficaz. Jonas abriu o marcador, e logo a seguir Mitro fez o 2-0 e depois o 3-0. O marítimo jogava e o Benfica marcava. Os madeirenses nao mereciam este resultado pesado e marcaram o golo merecido já perto do intervalo. Um resultado pesado mas que deixava a sétima taça da liga à porta do museu.

A segunda parte nao mudou muito. O marítimo foi sempre mais perigoso mas ficou a faltar sempre o toque final. Mas era de destacar a má forma de Luísão. O capitão é um símbolo do balneário mas a idade já pesa e a forma já não é a mesma. Está na hora de passar o testemunho, principalmente com Lindelof e Jardel seguros e Lisandro à espreita. Mas se a defesa do Benfica pecou, o ataque foi o habitual. Magia atrás de magia e Gaitan marcou. Saiu a sair e a chorar, o que evidencia uma possível saida do mago. Foi o momento mais emocionante do jogo e fica a certeza de que Gaitan será para sempre um dos nossos. A história do jogo não mudou muito. O marítimo reduziu mas o Benfica impôs a goleada final de 6-2.

Um resultado pesado para o Marítimo que se debateu de igual para igual mas uma forma de acabar em alegria uma época que muitos não acreditavam no sucesso. Venha mais assim.

A Figura:

Nico Gaitan: Soou a despedida este jogo do mago. A confirmar-se é uma pena. Marcou espalhou magia e fica a certeza de que vai deixar saudades nos relvados portugueses.

O Fora de Jogo:

Luísão: Tal como já referi no texto, a forma do capitão não é a melhor e o Marítimo aproveitou isso para atacar. Está na hora de dar o lugar.

Foto de capa: SL Benfica

André Conde

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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