Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

Os Óscares do Futebol Português de 2018

Tiago Ferreira · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Não quisemos deixar passar em claro mais uma noite de glamour e de fascínio, que sempre pauta a noite de entrega dos Óscares. Assim sendo, também nós quisemos galardoar os que mais se destacaram, nas diferentes categorias, ao longo do último ano no nosso tão amado Futebol. Mesmo por entre polémicas e batalhas fora e dentro do campo, também encontrámos vários feitos meritórios e merecedores da tão desejada estatueta. Passemos então a apresentar os vencedores dos Óscares do nosso Futebol.  A todos os vencedores os nossos mais sinceros parabéns.

Melhor filme: “Caldas SC: a Épica Epopeia”

Melhor realizador: Sérgio Conceição: com um elenco “banal” e sem muitos meios à disposição, criou a película mais atractiva do futebol nacional.

Melhor actor: Jonas – Esplêndida interpretação no filme “Ponta de lança ou segundo avançado tanto faz”.

Melhor actor secundário – Marega: Na película “O novo super-herói do dragão”.

Melhor actriz: Ana Borges

Melhor actriz secundária: Cláudia Neto

Melhor argumento original: “Caldas SC: a Épica Epopeia”

Melhor argumento adaptado: “A ideia de jogo do Rio Ave FC “

Melhor montagem: O VAR e a sua capacidade de ver o que mais ninguém vê e de nos deixar ver somente o que quer que seja visto.

Melhor fotografia: Suzane Pires

Nascida no Brasil, mas com dupla nacionalidade, Suzane tem espalhado beleza sempre que a representa a nossa selecção
Fonte: FPF

Melhores efeitos visuais: O abdómen de Diney que ajeitou a bola e se transformou na sua própria mão, e um consequente penalti contra o CS Marítimo.

Melhor caracterização: O penteado de Matheus Pereira

Melhor guarda roupa: Equipamento alternativo do Rio Ave FC

A camisola alternativa do Rio Ave FC não passa despercebida onde quer que seja envergada
Fonte: Rio Ave FC

Melhor maquilhagem: Luís Castro

Melhor filme estrangeiro: «Shoya Nakajima: como colocar o futebol português com os olhos em bico».

Melhor filme animação:  «Gil Vicente: o regresso à 1.ª Liga em 2019/2020».

Melhor documentário: «Como ser solidário? A FPF e os 2 jogos de Portugal, com as receitas para as vitimas dos incêndios».

Melhor curta metragem: «Krovinovic – o jogador (in)substituível».

Melhor cenografia: A Assembleia Geral do Sporting de 17 de Fevereiro de 2018 – o cenário perfeito para Bruno de Carvalho.

Melhor produção artística: Jorge Jesus – Por mais que se queira a “nota artística” andará sempre de mãos dadas com ele.

Foto de Capa: The Academy

Tiago Ferreira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.