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Valores de Mercado dos ‘Craques’ – Entre 2006 a 2015

Redação BnR · 1 min

Valores de Mercado dos ‘Craques’ – Entre 2006 a 2015
Cristiano Ronaldo é um dos melhores futebolistas da história Fonte: Jan Solo (Flickr)

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De Cristiano Ronaldo a Lionel Messi, não esquecendo nomes como Thierry Henry ou Ronaldinho Gaúcho. Quantos milhões é que já valeram os craques do futebol mundial, desde 2006 até 2015?

Cristiano Ronaldo

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Thomas Müller

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Cesc Fàbregas

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Mario Götze

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Paul Pogba

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Thierry Henry

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Xavi

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Gareth Bale

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Sergio Agüero

i7xLyon

Kaká

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Ronaldinho Gaúcho

L0kDfuO

Andrés Iniesta

mFLloov

Wayne Rooney

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Lionel Messi

MiRH4mh

Neymar

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Koke

pp7hcjO

Luis Suárez

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James Rodríguez

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Ángel Di María

SxCd7fK

Andriy Shevchenko

UIEzzZY Ur481U9

Eden Hazard

VpGDpIM

Luka Modrić

VSCfk25

Falcao

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Diego Costa

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Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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