Começou a segunda edição da Liga das Nações da UEFA e esta será uma competição que a nossa Seleção quererá voltar a vencer. Depois de ter ultrapassado, na fase de grupos, as seleções da Itália e da Polónia, e de bater a Suíça e a Holanda nas meias-finais e na final, respetivamente, a seleção das quinas vai começar no Estádio do Dragão a luta pela revalidação do título. Apesar de um grupo teoricamente mais difícil, uma vez que conta com a França, atual campeã do mundo, a seleção de Portugal já mostrou em mais do que uma ocasião que pode vencer qualquer adversário e que é um osso duro de roer. Se assim não fosse, não era a atual seleção campeã da Europa, título que conquistou em 2016, mas que, devido à pandemia, não se disputou neste ano de 2020.
Para além disto, é um conjunto recheado de excelentes executantes que jogam nos maiores clubes da Europa e que estão habituados a competições de exigência máxima. Sendo assim, e apesar de ser uma escolha difícil devido à panóplia de boas opções, fazemos uma lista dos cinco jogadores portugueses que poderão fazer a diferença nos dois primeiros jogos da Liga das Nações, frente à Croácia e à Suécia.
É com grande expectativa que os aficionados do futebol nacional esperam ver como rola a bola em Vila do Conde. Muito por culpa do sucesso em 2019/2020, onde alcançou o quinto lugar na Primeira Divisão portuguesa, o Rio Ave FC perdeu algumas das suas principais figuras no ano em que volta a concorrer por um lugar na fase de grupos da Liga Europa.
Com um olhar geral para aquilo que tem sido a preparação de 2020/2021 por parte dos vilacondenses, convém destacar o quão crucial é esta fase de pré-época para a formação rioavista, que pode aliar ao bom encaixe financeiro, o rumo para a afirmação do clube nortenho em Portugal. Ainda com o mercado aberto, o Estádio dos Arcos já se despediu de algumas caras, destacando Taremi (FC Porto), Nuno Santos (Sporting CP), Al Musrati (SC Braga) e o treinador Carlos Carvalhal (SC Braga).
Na transição para 2020/2021, o Rio Ave FC garantiu também a importante continuidade de Gelson Dala e Aderllan Santos. O central é uma aposta muito certeira da formação vilacondense, já que aliada à qualidade, o brasileiro apresenta um currículo rico na Europa e alguma rotatividade nas grandes competições. A experiência servirá em muito as pretensões para esta nova época. Ainda na linha dos reforços, Francisco Geraldes retoma a uma casa que bem conhece, e André Pereira chegou envolvido no negócio de Taremi. O guardião Léo Vieira aterra vindo do CA Paranaense e vem para ser figura secundária na baliza. Desconhecido também é o defesa Pijnaker. O neozelandês chega depois de estar no Grasshopper CZ, onde realizou dois jogos. Relevante é igualmente a vinda de Ivo Pinto que vai dar uma injeção de qualidade. O defesa conta com experiência em Inglaterra, Croácia, Roménia e Portugal.
Apresentado como Tsubasa, Ryotaro chega por empréstimo do Manchester City FC, e são já algumas expectativas depositadas no japonês que se espera uma surpresa agradável. De um modo geral, o Rio Ave FC tem gerido bem a janela de transferência, com algum dinheiro a entrar nos cofres e com a tentativa de manter ou melhorar a qualidade, onde destaco Geraldes, Ivo Pinto, e a permanência de Aderllan e Lucas Piazón. Com uma forte espinha dorsal a transitar para esta nova temporada, o ataque rioavista parece-me ainda curto, com menos qualidade que o da época transata, onde se espera por menos a chegada de mais um jogador. André Pereira não me parece suficiente para o desenrolar de 2020/2021.
É nosso!
Francisco Geraldes regressa, em definitivo, ao Rio Ave FC.
Vivemos, atualmente, num mundo diferente, um mundo mais afastado, onde as pequenas interações e carinhos estão colocados de lado em favor do bem comum. Os arrepios na espinha só possíveis com a presença física num concerto, num cinema, numa corrida, tudo isso foi retirado subitamente da nossa vida, e é a isso que, durante uns tempos, teremos de chamar normal.
O mundo do desporto motorizado teve a necessidade de se adaptar a essa mesma realidade, e após uma paragem quase total de todos em março, os meses de Julho e Agosto marcaram o regresso do cheiro a gasolina e pneu queimado. O tema principal desta análise não se enquadra com o cheiro a gasolina por uma simples razão, é o principal campeonato de veículos eléctricos do mundo, a Fórmula E.
Ao contrário das principais categorias do desporto motorizado, a época de Fórmula E já levava consigo cinco corridas realizadas antes da paragem por completo devido à pandemia, e da alteração de calendário, que nos retirou de todas as fantásticas urbes visitadas pela categoria nesse mundo fora, afunilando-se o calendário para seis corridas finais em Berlim.
O campeonato começou ainda em 2019 com duas rondas seguidas em Daria, na Arábia Saudita. A sensação transportada destas primeiras corridas foi a de um campeonato equilibrado ao nível do anterior, com diferentes pilotos capazes de vencer diferentes corridas a qualquer momento. Os campeões DS Techeetah não aparentavam estar tão competitivos como em épocas anteriores, o que mudaria na corrida a seguir, no Chile, com o segundo lugar de António Félix da Costa a confirmar que ainda havia muito para dar pela equipa dourada.
Uma visão de tempos melhores Fonte: Formula E
O feito seria repetido na corrida seguinte na cidade do México, mas desta vez Jean Éric Vergne era capaz de fazer companhia a Félix da Costa nos pontos. Esta ascensão de não pontuar na primeira corrida para serem a equipa mais consistente em todo o tipo de circuitos, foi fulcral no resultado final da época, e o domínio demonstrado em particular por António Félix da Costa, que regressava ao topo do pódio em Marraquexe, agarrando a liderança do campeonato com uma vantagem de 11 pontos para o único homem que parecia capaz de o ameaçar, Mitch Evans (Jaguar).
A corrida de Marraquexe ficaria marcada como a última em meses, pois seria a partir daí que o mundo se isolava, sendo cancelados praticamente todos os eventos desportivos a realizar. O lugar do piloto passava para o cockpit virtual, com várias corridas virtuais solidárias da parte da Fórmula E. O maior acontecimento deste período foi, sem dúvida, a suspensão de Daniel Abt (Audi) pela sua equipa, após colocar um piloto virtual profissional a substitui-lo no seu compromisso numa dessas corridas virtuais. Para o seu lugar entrou o bicampeão da DTM, René Rast, sendo que Abt, já parte da mobília da equipa alemã, entrava para os eternos “backmarkers” a Nio Racing.
Cobertura do Bola na Rede à inauguração da sede de campanha de João Noronha Lopes à presidência do SL Benfica
“E é por isso que vou a votos, para fazer do Benfica uma missão de vida.”
João Noronha Lopes inaugurou nesta quarta-feira, dia 2 de setembro, a sede de campanha para as eleições do SL Benfica que se vão realizar em outubro de 2020.
Com o lema “Um Benfica que voa mais alto”, o empresário que anunciou a sua candidatura no dia 23 de julho de 2020 falou aos jornalistas presentes e ao Bola na Rede.
O evento contou com a participação de figuras ilustres como António Simões, ex-jogador do SL Benfica, o humorista Ricardo Araújo Pereira, e Pedro Ribeiro, da Rádio Comercial.
Elaborámos, pois, um top das cinco ideias diferenciadoras da lista de Noronha Lopes.
Sob o coro de latidos como som de fundo, João Henriques entrou na arena das entrevistas do Bola na Rede desde o seu Ribatejo. Connosco recordou uma carreira de treinador que já conta com mais de vinte anos e que começou com um estágio no velhinho José de Alvalade. A alma ribatejana não o deixou cair perante as dificuldades e pela AF Santarém foi pegando o touro quase tantas vezes quanto os títulos que por lá conquistou. No Médio Oriente chocou com uma cultura diferente, em Fátima subiu aos céus da Segunda e junto ao mar de Matosinhos deixou Homens, aqueles que conheceu Bebés. Na capital do móvel não teve tempo para assentar a mobília, mas a devoção ao futebol levou o CD Santa Clara a estender-lhe a mão. Numa faena quase impossível, retribuiu com as duas melhores épocas na história dos açorianos. Por agora, aguarda com expetativa a chegada de uma proposta condizente com a sua qualidade, na certeza porém de que a oportunidade há-de surgir.
– A certeza de querer ser treinador e a dificuldade de o ser –
“Eu precisei de vinte anos para chegar aos campeonatos profissionais e há outros que precisam de dois dias”
Bola na Rede (BnR): Deixe-me começar esta entrevista com um agradecimento público, em nome do futebol português, por ter sido o treinador do único clube da Primeira Liga que aceitou abdicar das regalias de jogar na sua casa para o bem da saúde pública. Obrigado.
Quem era o João Henriques antes de ser treinador?
João Henriques (JH): O João Henriques é treinador desde a altura da faculdade. No último ano do curso, já sentia esse apelo e já existia essa veia. Antes disso, era um jovem que queria ser jogador – e fui, mas a um nível amador – e que estava a tirar a licenciatura em Educação Física, mas sempre com o intuito de ser treinador de futebol.
BnR: Estreia-se nos bancos com apenas 23 anos, como treinador estagiário dos sub-19 do Sporting CP, e lidou de início com alguns futuros craques, casos de Marco Caneira ou Luís Boa Morte. Que memórias guarda desse ano?
JH: Essa primeira experiência estava inserida num trabalho de Metodologia do Treino, do quarto ano da faculdade, no qual tínhamos de fazer um estágio de duas semanas para, depois, escrever um relatório, mas acabei por ficar até ao final da época e assistir àquela equipa ser campeã nacional de sub-19. Foi o primeiro trabalho com jogadores de seleção, de muita qualidade, e foi, também, o entender uma realidade completamente diferente daquela que eu tinha vivido há pouco tempo como jogador. A diferença do Sporting – e dos clubes grandes – para os demais era muito grande, sobretudo na metodologia e nas condições de treino. Naquela fase, ter estado no Sporting Clube de Portugal foi muito gratificante e o bichinho começou exatamente ali, ao ver aquela qualidade toda e, ainda por cima, a equipa sagrar-se campeã nacional. Mas também foram tempos difíceis, em que andava, com o meu carro, atrás do autocarro do Sporting, porque não era permitido ao estagiário ir junto da equipa. O próprio trabalho, em termos estatísticos, ainda era feito à mão: filmava os jogos e depois fazia aquela recolha muito rudimentar dos dados; para bem de todos nós, as condições de trabalho evoluíram depressa e bem. A forma de estar e de lidar com os jogadores foi outro dos ensinamentos que retirei: alguns já com determinado ego porque eram jogadores de seleção e para os quais, estar ali, já era muito fácil. O campeonato era reduzido e apenas na última fase havia mais competitividade e rivalidade. A minha maior memória é precisamente essa: o perceber aqueles egos de jovens que, com aquela idade, já muito grandes.
BnR: Nunca quis ter outra profissão?
JH: Não. Eu fui para a Faculdade de Motricidade Humana com o objetivo de ser treinador, não obstante gostar da área da Educação Física, mas o meu objetivo não passava por ser professor durante muito tempo. Era mais uma forma de ter uma rede para poder andar no trapézio à vontade e, quando tivesse de cair, estava salvaguardo pelo trabalho de base.
João Henriques começou como treinador estagiário no Sporting CP e demorou anos até chegar aos campeonatos profissionais em Portugal, com o CD Fátima. Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
BnR: A mudança para Lisboa foi pacífica?
JH: Sim, tranquilo. Sempre me adaptei muito bem às mudanças todas. Fui muito habituado pelos meus pais, desde novo, a viajar bastante e estar em vários sítios, e isso permitiu-me chegar a Lisboa e adaptar-me facilmente à realidade da cidade.
BnR: O que o fez voltar para Tomar?
JH: No fundo, foram as colocações: era mais fácil ser colocado em Tomar, na área de Educação Física, e assim foi. No ano de estágio da licenciatura fiquei em Lisboa, mais concretamente em Cascais, e fui treinar o Atlético Clube de Portugal, onde tive a minha primeira experiência a solo como treinador. A partir do momento em que as pessoas de Tomar souberam que voltei licenciado e com experiência de treino – e como tinha sido atleta do clube há pouco tempo – acabei por começar a treinar os sub-13 do União de Tomar.
BnR: Por lá ficou até emigrar, tendo passado por diversos níveis e clubes da AF de Santarém. De que modo rentabiliza, atualmente, esta vivência nas divisões amadoras do futebol português?
JH: Em termos de base experimental, no campo, para fazer muitos testes e para continuar a crescer, foi extraordinário. Passar por vários escalões de formação, passar para adjunto de futebol sénior, depois ter essas experiências de subidas de divisão, de vencer taças e supertaças do Ribatejo, ser campeão distrital (…), a minha ambição sempre foi vencer. Por isso é que deixei de jogar cedo: percebi que ia ser apenas mais um nesses campeonatos das terceiras e segundas divisões nacionais e que nunca chegaria à Primeira Liga. Se houve algo que sempre soube ver foi a qualidade. Seria um jogador como a maioria e isso sabia-me a pouco. Fui sempre muito habituado a ganhar, até como jogador do União de Tomar na formação: campeão distrital, campeonatos nacionais e, depois, uma experiência pelo futebol de salão, com uma subida à primeira divisão nacional. Como treinador, senti que podia ser muito mais do que aquilo que fui como jogador. O trajeto foi este. A primeira experiência no Sporting foi ver os outros a trabalhar e serem campeões nacionais; no Atlético as coisas também me correram muito bem e, quando volto ao União de Tomar, sou convidado pela equipa técnica dos seniores para integrar a equipa como adjunto, acumulando com os sub-13, e a equipa A sobe do campeonato distrital à terceira divisão e é campeã distrital – mais um título. Tudo isto foi alimentando o que mais queria e mais desejava, que era continuar a aprender, a evoluir; passei por balneários completamente diferentes, paguei para treinar, investi na minha formação para depois ter este know-how. Houve clubes muito difíceis, sem material, sem adjuntos, sem condições, com os jogadores a chegar em cima da hora do treino vindos do trabalho, muito cansados; havia jogadores profissionais, semiprofissionais, vindos do estrangeiro à procura de um sonho, os que apenas se querem divertir e nós temos de apoiá-los a todos. Tudo isto serve-nos para olharmos para trás e saber de onde vimos. Acho que isto é muito importante: saber de onde vimos para chegar onde queremos.
Quando chegou ao CD Santa Clara, João Henriques já tinha tido uma breve experiência na Primeira Liga ao serviço do FC Paços de Ferreira. Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede
BnR: Se o nome João Henriques tivesse associado um passado como jogador, teria tido mais facilidades?
JH: Não tenho dúvidas nenhumas. Houve uma altura em que, pelo sucesso que teve José Mourinho, foi aberto um pouco de espaço a treinadores vindos da formação académica e da parte teórica, mas senti sempre grandes dificuldades. A resposta era sempre a mesma: não tens experiência. E atualmente vemos treinadores sem experiência absolutamente nenhuma a terem oportunidades que eu ainda não as tive. O ex-jogador tem a porta logo aberta porque há o reconhecimento de que esteve muitos anos num balneário, logo vai ser bom treinador. Continuo a dizer: independentemente de onde vem, o treinador pode ou não ter competência. Um treinador vai-se moldando: há coisas que são inatas, há outras em que é preciso conhecimento. Eu precisei de vinte anos para chegar aos campeonatos profissionais e há outros que precisam de dois dias.
BnR: De que forma a costela ribatejana se manifesta na sua personalidade?
JH: Acima de tudo, a coragem de enfrentar as coisas de frente. Aqui, no Ribatejo, diz-se que pegamos os touros pelos cornos e é assim que encaro as coisas: sem medo e com muita coragem. Enfrentar as dificuldades com um sorriso nos lábios e com muita confiança. Costumo dizer aos jogadores: vamos sorrir para a adversidade e é isso que nos faz persistir e sermos abnegados à procura daquilo que queremos. Foi isso que me manteve vivo na procura do meu sonho, porque houve alturas muito difíceis que me deram vontade de desistir. Tentamos, tentamos, e voltamos a levar negas – apesar de até haver gente que reconhece que as coisas foram bem feitas, mas parece que nunca chega para ter uma oportunidade. Foi preciso esta alma ribatejana para continuar à procura daquilo que queria e que acabei por conquistar.
O pedido de transferência formal de Lionel Messi à direção do FC Barcelona abalou o mundo do futebol e criou de imediato “ondas de choque”. Enquanto os adeptos “culés” tentam conformar-se com a ideia de que a maior figura da história do clube vai partir para outras paragens, os fãs de outros emblemas poderosos do futebol mundial vão “esfregando as mãos” e sonhando com a hipótese de ter um dos melhores jogadores de todos os tempos nas suas fileiras. Regressará Leo Messi à sua Argentina para conquistar a CONMEBOL e aumentar a quantidade de títulos?
A lista que se segue pretende elencar as que, para mim, são as três equipas que mais condições têm para assegurar a contratação do “astro” argentino. Contudo, mais clubes poderiam intrometer-se nesta discussão, não fossem as dificuldades que a situação pandémica atual está a causar a muitos (senão todos) os emblemas mundiais.
A época 2020/21 está prestes a começar oficialmente e o Bola na Rede TV (BnR TV) volta também a entrar em jogo. Tal como os clubes fazem no início de cada temporada, fizemos também nós a apresentação de todas as novidades para os próximos tempos. O Leonardo Bordonhos e o Mário Cagica põe-te a par de tudo o que vai acontecer. Fica atento, porque estamos de volta!
O BnR TV terá novo lugar no calendário, que será às quartas-feiras e domingos, e continuaremos com os habituais programas onde o Futebol tem um maior destaque e com o de Modalidades. O habitual programa no estúdio está neste momento em pausa devido à pandemia de COVID-19, mas estamos a trabalhar para que volte tudo ao normal! A todos os treinadores de bancada nada temam, pois Mourinhos vs. Guardiolas vai continuar! Contudo, chega agora a primeira novidade: Mercado BnR. As transferências estão ao rubro no campeonato português e nos campeonatos europeus e, por isso, vamos-te dando as notícias de quem chega e de quem sai dos clubes!
Mas as novidades não ficam por aqui… O “Clube da Terra” não ficará simplesmente nas vossas freguesias e vai dar o salto para o ecrã, começando já dia 6 com o CF Estrela da Amadora! Por isso, está atento às próximas semanas e pode ser que o teu clube possa mesmo estar em destaque no BnR TV.
Com um crescimento exponencial na vida do quotidiano, os esports não foram esquecidos! O BnR TV irá entrar no mundo virtual e da competição profissional de videojogos com o novo programa Gaming BnR. Porém, terás de esperar até dia 13 para que a bola role (virtualmente, obviamente). Será aqui que verás as novidades de lançamentos de jogos e diversos convidados de várias competições, que terás oportunidade de conhecer e de questionar.
Os podcasts estão em voga e voltámos a apostar neles tal como um clube faz com um jovem prodígio que está prestes a rebentar na equipa A. O Podcast BnR (sim, o nome é mesmo este) começará já dia 4 e o tema do episódio número um será: As Cinco Vitórias Mais Marcantes Da Seleção Nacional. Um aperitivo apetecível um dia antes de jogo de Portugal frente à Croácia a contar para a Liga das Nações.
O que não muda em nada são as nossas Entrevistas BnR. Já dia 3 vamos contar com mais uma grande entrevista onde João Henriques, antigo treinador do CD Santa Clara, estará em destaque! Contudo, podes esperar sempre por duas entrevistas semanalmente no nosso site, tal como já te habituámos!
As apresentações estão feitas, a equipa do BnR é a mesma e só faltas tu desse lado para acompanhares mais uma época de Bola na Rede TV. Esperamos por ti!
Esta altura da época é prolífera em boatos, confirmações de contratações que não se verificam, certezas que não se completam e surpresas que, lá está, surpreendem. Ainda na pele de adepto, há boatos que fazemos muita força para que sejam verdadeiros ou que pelo menos o nosso clube os considere com algum carinho.
Por outro lado, vemos nomes apontados aos rivais e, ainda como adepto, fazemos mil rezas para que não se concretizem. Enquanto amantes do desporto em sim, queremos todos e mais alguns. Para os três grandes, para os que lutam pela Europa, para os que lutam pela manutenção…
Neste top, reuni cinco dos maiores nomes que foram apontados a clubes portugueses e, por uma ou outra razão, (ainda) não aconteceram. Não olhando a qualquer critério de seleção, constam aqui nomes que realmente foram hipótese e outros que, analisando bem as notícias, foram apenas linhas redigidas para encher páginas e redes sociais.
No passado dia 28 de agosto realizou-se a entrega de prémios “Kick-Off”, numa gala que teve lugar na Real Companhia Velha, em Vila Nova de Gaia. Esta cerimónia destina-se a reconhecer os destaques da última época relativamente às primeira e segunda ligas. Esta lista dos premiados pela Liga Portugal apenas irá incidir sobre os prémios individuais no primeiro escalão do futebol nacional.
Na restante entrega de prémios, o Gil Vicente FC recebeu o reconhecimento pelo fair-play demonstrado, o melhor relvado pertence ao Portimonense SC e ainda destaque para o polémico prémio de prestígio atribuído a Valentim Loureiro.
Na segunda liga, Ryan Gauld do SC Farense foi considerado o melhor jogador da prova, Agdon da UD Oliveirense sagrou-se o melhor marcador, o golo do ano foi atribuído a Rodrigo Dantas na partida que opôs Casa Pia AC a GD Estoril Praia, Daniel Bragança do GD Estoril praia venceu o prémio de melhor jogador jovem, e Daniel Guimarães, guardião do CD Nacional, foi o melhor guarda-redes da competição.
Os prémios de fair-play foram para o CD Mafra, com Zé Tiago a ser reconhecido individualmente, e o melhor relvado pertence ao SL Benfica B. O galardão para melhor treinador foi atribuído ao técnico adjunto do CD Nacional, Joaquim Rodrigues, devido ao seu treinador, Luís Freire não ser detentor do certificado de nível IV.
O mundo do futebol ficou encantado com a edição de 2018/2019 da Liga dos Campeões. Por entre bons jogos de futebol, jogadas de génio dos craques do costume, surgiu uma luz ao fundo do túnel para quem está cansado de ver sempre os mesmos a jogar contra os do costume e no final, a levantar a taça, tudo porque tem uma conta bancária mais recheada que os adversários.
O AFC Ajax assinou uma campanha brilhante na Liga dos Campeões, encantou os adeptos com o seu futebol mágico e acima de tudo, deu-lhes esperança de estarem a jogar um jogo não viciado, em que o talento e o futebol de equipa se sobrepõem ao dinheiro e às estrelas. Com uma defesa liderada pelo jovem De Ligt, auxiliado pelo veterano Blind, com a propensão ofensiva dos laterais, com a magia dos pés de lã de Frenkie de Jong e as bombas de Schone, complementados pela assertividade de Van de Beek, mais a fantasia dos Alas, Neres e Ziyech, mais o ponta-de-lança, Tadic, a equipa de Amesterdão assinou uma época de sonho, conquistando a Eredivisie, a Taça KNVB, e fazendo um percurso inesquecível na Liga dos Campeões, que passou por passar a fase de grupos em 2º lugar, atrás de FC Bayern Munique e à frente de SL Benfica e AEK; nos oitavos de final, eliminaram o Real Madrid CF, à data, o detentor do troféu, num agregado de 5-3, vencendo no Santiago Barnabéu por 4-1 (!).
Nos quartos de final, eliminaram a Juventus FC, num total de 3-2, vencendo em Turim por 2-1, e nas meias finais, apesar de terem vencido o Tottenham Hotspur FC no White Hart Lane por 1-0, foram derrotados na Johan Cruyff Arena, por 3-2, com o golo que selou a passagem (por mais golos marcados fora) a ser marcado aos 96’, por Lucas Moura. Foi o fim de um sonho para a equipa de Amesterdão e para os sonhadores do futebol. No entanto, inspirados pelo exemplo do Ajax, parecem ter surgido equipas dispostas a bater o pé aos grandes tubarões da Europa, ombreando com eles pelo maior troféu do futebol europeu. Nesta edição da UEFA Champions League que findou, tivemos já exemplos disso. Vejamos quem fez questão de dar esperança aos adeptos dos clubes com menos poderio financeiro nesta edição da Liga dos Campeões.