Luis Enrique abordou com apreensão a lesão de Vitinha. O internacional português saiu a mancar aos 38 minutos do PSG x Lyon.
No passado sábado, o PSG foi supreendido pelo Lyon em casa, mas a pior notícia da noite surgiu aos 38 minutos, altura em que Vitinha abandonou o campo devido a lesão. Após o encontro, Luis Enrique mostrou-se preocupado com a condição física do internacional português, a pouco mais de uma semana das meias-finais da Champions League:
«Não há nada de positivo que possa dizer. Quando és obrigado a substituir um jogador depois de uma ação perigosa, é complicado. Vamos esperar pelos exames».
Em 2025/26, Vitinha tem continuado a demonstrar que é um dos melhores médios do mundo, acumulando sete golos e 10 assistências num total de 45 jogos. O PSG recebe o Bayern Munique em Paris no dia 28 de abril, na primeira mão das meias-finais da Champions League.
Más problemas para el PSG.
Se retira cojeando Vitinha en el 38’ ante el Olympique Lyonnais.
O FC Porto derrotou o Tondela em jogo da 30.ª jornada da Primeira Liga. Francesco Farioli respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Francesco Farioli analisou a vitória do FC Porto frente ao Tondela por 2-0 na 30.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador dos dragões.
Bola na Rede: O Tondela apresentou-se com um falso avançado e com os dois extremos mais adiantados para atacar a profundidade. Pergunto-lhe como tentou ajustar a equipa para travar essas transições, tendo em conta que, por vezes, Jan Bednarek e Jakub Kiwior ficavam numa situação de 2×2 com os dois extremos do Tondela?
Francesco Farioli: Análise correta, como habitual (risos). O Tondela veio cá jogar com um plano muito claro, que passava por colocar dois jogadores muito rápidos contra os nossos dois centrais. Sobretudo na primeira parte, chegámos um pouco atrasados e o Tondela acabou por criar algumas oportunidades, ou um momentum que lhes ajudou a criar algum perigo. Nessa fase, acho que o plano foi muito bem preparado pelo treinador adversário, mas depois começámos a trabalhar melhor com bola, sobretudo na segunda parte. Tivemos uma maior progressão e uma maior rapidez com bola para jogar mais no meio-campo adversário, com maior controlo e clareza na forma como queríamos progredir no relvado. Os 90 minutos foram muito positivos. Acho que foi uma boa batalha tática e demorou um pouco para desbloquear o jogo, mas conseguimos fazê-lo no início da segunda parte.
O FC Porto derrotou o Tondela em jogo da 30.ª jornada da Primeira Liga. Gonçalo Feio respondeu à questão do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Gonçalo Feio analisou a derrota do Tondela frente ao FC Porto por 2-0 na 30.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão, e, no final do encontro, teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador da equipa beirã.
Bola na Rede: A equipa mostrou-se muito personalizada sobretudo na primeira parte, com e sem bola. Pergunto-lhe o que pretendeu com o papel de Rony Lopes a baixar quando a equipa tinha bola? E por outro lado, que funções desempenharam os extremos, nomeadamente o Yan Maranhão e Ouatarra, no momento em que a equipa ganhava bola, mas também no processo defensivo.
Gonçalo Feio: Pergunta complexa, vou tentar ser rápido. Hoje optámos por um sistema com três centrais puros. Não é a primeira vez que defendemos com três centrais, até porque no último jogo, no momento defensivo, estivemos com três centrais. Mas, pelas características do jogo, no momento com bola, o facto de construirmos com uma linha de 5 + guarda-redes sobre a pressão do Porto obrigava muita gente do Porto a vir pressionar a nossa primeira linha, porque a maneira que eles pressionam é muito ligada ao duelo e ao homem a homem. A partir daí, com os nossos médios baixos nas costas da primeira linha deles, sabíamos que íamos atrair dois médios deles e ficávamos com 3×3 na primeira linha baixa de pressão, porque sabíamos que o momento dominante do jogo do Porto, sem bola, ia ser a pressão alta. O FC Porto não ia baixar o bloco para defender, porque é a identidade da equipa. Aí, utilizando nas costas dos dois médios, o Rony com liberdade para dar linhas de passe, podiam acontecer duas coisas: ou passávamos a ter superioridade por dentro ou, na primeira linha, ficávamos num 2×2 — os nossos extremos, com velocidade e rutura, contra os dois homens que eles deixavam mais baixos, que dependia do momento. Às vezes eram os dois centrais, outras vezes ficava um dos laterais e os dois centrais, e aí a superioridade estava por dentro. Num desses lances, chamámos a equipa do Porto a vir pressionar alto e conseguimos transportar a bola com qualidade. Daí veio aquele lance que, com uma melhor decisão, poderia ter dado uma ocasião de golo — o lance que deu o amarelo ao Kiwior. Em relação ao papel defensivo dos extremos, acho que foi por aí que sofremos um pouco na primeira parte. A nossa segunda linha de 4 ou 5 jogadores — porque às vezes o Rony fazia parte — poderia ter fechado um pouco melhor os espaços interiores. O facto de não o termos feito tão bem na primeira parte resultou, especialmente do lado esquerdo, porque tanto o Bryan como o Rodrigo tinham de estar muito por dentro, pois sentiam que a bola poderia entrar naquele espaço facilmente. Chegávamos atrasados às zonas laterais porque não podíamos bascular, já que estavam demasiado focados nessas referências. Tentámos corrigir na segunda parte. Infelizmente, o FC Porto usou o Deniz Gul muito melhor e os dois golos surgem daí. São dois golos diferentes, mas que doem, porque tínhamos o bloco baixo e, no primeiro golo, deveríamos ter fechado muito melhor o espaço interior. Um dos jogadores que poderia ter feito isso foi o extremo, para a bola não entrar entre linhas. Depois, somos uma equipa e um golo nunca vem de um erro individual, é sempre uma ação coletiva. Poderíamos ter feito coisas melhores, seja não deixar rodar, seja na cobertura por dentro, seja no acompanhar do movimento para o Gabri não aparecer ali sozinho. Não o fizemos e acabámos por sofrer. No segundo golo, foi o Porto a encontrar novamente o Deniz e aí acho que os extremos já não estão tão envolvidos, porque o lateral era o que saltava ao homem de fora. Deveríamos ter fechado essa linha de passe, para o posicionamento dos médios ser mais diagonal, e poderíamos ter reagido um pouco melhor. Também tivemos o momento defensivo em pressão, onde os extremos iam mais por dentro. Era muito importante não deixar o Kiwior abrir-se para o pé esquerdo, porque é um playmaker. Era muito importante o trabalho do extremo direito. Queríamos forçar o Diogo Costa também a decidir rápido com o pé esquerdo, queríamos que tivesse dificuldades, apesar de ser também um playmaker na baliza. Depois, tivemos algumas dificuldades nas referências, não de pressão, mas de empurrar o bloco do Porto — tanto na primeira parte como na segunda, mas por motivos diferentes. Na segunda parte, o Alberto baixou muito mais, o que fez com que o nosso extremo tivesse muitas dúvidas em pressionar o Bednarek ou o Thiago Silva. Era um espaço muito grande para o nosso lateral chegar, estruturalmente. Apesar de tudo, houve bons momentos da nossa parte, com e sem bola, e um crescimento que esta equipa tem vindo a ter, tanto a nível de confiança como de processos. Jogámos contra uma equipa muito forte, causaram-nos problemas, mas também nos fizeram crescer.
Após a derrota no jogo decisivo frente ao Manchester City, Mikel Arteta analisou o encontro e reforçou que o Arsenal vai lutar para ser campeão.
Num jogo fulcral para a corrida ao título da Premier League, o Arsenal foi derrotado pelo Manchester City e ficou mais perto de ver a liderança da tabela escapar. Na conferência de imprensa após o encontro, Mikel Arteta começou por analisar a exibição dos gunners e o resultado final:
«Obviamente, estou muito descontente com o resultado. Viemos aqui para ganhar o jogo. Acho que a mensagem ficou clara já há três dias. Preparámo-nos para isso, para jogar nas áreas em que acreditávamos poder vencer. E foi exatamente o que fizemos. Apesar de termos começado o jogo a perder por um golo e de, psicologicamente, termos de jogar com essa desvantagem, conseguimos. Isso prova que estamos à altura, mas a realidade é que hoje houve uma diferença nas duas áreas e foi isso que decidiu o jogo».
Relativamente à importância da eficácia em frente à baliza, referiu:
«Sim, as estatísticas têm sido diferentes no que diz respeito ao perfil dos jogadores que eles têm e que nós também temos disponíveis em certas áreas, mas a diferença foi de 100 por cento. (…) Cada equipa tem uma identidade devido aos jogadores e ao estilo de jogo que apresentam e, especialmente quando se enfrenta este adversário, é preciso ter bem claro o que se tem de fazer e onde se quer jogar. Acho que fizemos isso muito, muito bem».
De seguida, o técnico espanhol reforçou que ainda acredita que o Arsenal pode ser sagrado campeão inglês:
«Acredito nisso hoje, acreditei na quarta-feira, há uma semana, porque os vejo todos os dias e sei do nível que temos. Mas hoje, se precisavam de ficar mais convencidos, acho que agora estão mais convencidos. Estavam a falar sobre isso no balneário. Agora é um novo campeonato. Tinham um jogo a menos. Temos três pontos de vantagem e cinco jogos por disputar. Por isso, ainda está tudo em aberto. Sabemos o quanto queremos isto e não vamos parar, vamos continuar a lutar, isso é certo».
Questionado sobre a importância da diferença de golos na reta final, respondeu:
«Vamos ver o que acontece. É a Premier League. Em primeiro lugar, ganhar um jogo nesta liga é extremamente difícil. Quero dizer, tendo em conta o calendário que ambas as equipas têm, vai ser difícil para ambas. Sabem, já teríamos 80 ou 85 pontos, como aconteceu noutras épocas. Mas não é esse o caso. Vamos preparar-nos jogo a jogo, aprender com o que aconteceu hoje e fazer melhor».
Mikel Arteta falou também sobre os aspetos que podem melhorar no ataque:
«Isso é muito difícil. Quer dizer, acertámos no poste e, só de ver as imagens, é incrível como a bola não entra. Por isso, há uma componente de sorte. Há um elemento de timing, de execução. Há muitas coisas que têm de correr a nosso favor. Não correram a nosso favor e temos de reconhecer isso. No final, ganhar ou não ganhar vai depender destes momentos. E há certos momentos individuais de que precisamos para alcançar o que queremos. Isso é certo».
Por fim, o técnico abordou também o ambiente no balneário após a derrota:
«Obviamente, ficaram muito desapontados por não terem conseguido um resultado positivo no jogo, da forma como tudo se desenrolou. Esse foi o sentimento imediato, pode-se dizer que era disso que estavam a falar, e disseram: ‘OK, hoje perdemos uma oportunidade, mas agora temos a maior oportunidade nos próximos cinco jogos, por isso vamos a isso’. (…) Quer dizer, se eu tivesse de motivar os jogadores para ganhar a Premier League a cinco jogos do fim e para chegarmos às meias-finais da Liga dos Campeões, acho que já devia estar em casa. Portanto, não é esse o caso. Não é necessário. Nunca foi necessário, mesmo nos momentos difíceis. Por isso, vamos em frente, isso é certo».
Francesco Farioli falou sobre vários temas em conferência de imprensa. FC Porto ganhou ao Tondela por 2-0 na Primeira Liga.
Francesco Farioli esteve presente em conferência de imprensa após a vitória do FC Porto frente ao Tondela por 2-0 na Primeira Liga. Entre os temas abordados, o técnico dos dragões admitiu que irá ver o dérbi para preparar o próximo jogo, sendo que o FC Porto receberá esta quarta-feira o Sporting na Taça de Portugal:
«Vou analisar o jogo do Sporting; vai ser importante analisar para o próximo jogo. As duas equipas vão querer passar. Jogamos no Dragão, queremos jogar todas as cartas para passar, temos a oportunidade de fazer a reviravolta. Não sabemos o que virá, sabemos apenas o espírito e o nível de vontade que vamos levar para o campo».
Francesco Farioli falou sobre vários temas em conferência de imprensa. FC Porto ganhou ao Tondela por 2-0 na Primeira Liga.
Francesco Farioli esteve presente em conferência de imprensa após a vitória do FC Porto frente ao Tondela por 2-0 na Primeira Liga. Entre os temas abordados, o técnico dos dragões foi questionado sobre como viveu o momento em que o Estádio celebrou o golo do Benfica, que venceria o Sporting por 2-1:
«Estava lá dentro a preparar os últimos detalhes do jogo. O barulho foi alto e os jogadores ouviram os festejos, mas a prioridade teve de estar em nós. Fico feliz pela forma como os jogadores geriram o jogo. Sabíamos que a tensão estava aqui. Esta era a parte que podíamos controlar. A performance foi madura, desde o primeiro ao último minuto».
Richard Ríos continua no radar do Nápoles para a próxima temporada. Primeiras conversações diretas foram positivas, diz a imprensa italiana.
O Nápoles continua interessado em Richard Ríos com vista à próxima temporada, garante o jornalista Nico Schira. A mesma fonte refere, inclusive, que «as primeiras conversações diretas entre o Nápoles e a comitiva de Ríos foram positivas».
A 8 de abril deste ano, já se tinha noticiado o interesse do Nápoles em Richard Ríos e agora a imprensa italiana volta a reforçar. No mercado de verão passado, o internacional colombiano chegou a estar no radar da AS Roma, mas o negócio acabou por não avançar e o futuro do jogador passou pela Luz.
Na presente temporada, Richard Ríos regista até ao momento 42 jogos, cinco golos e cinco assistências ao serviço do Benfica. A cláusula de rescisão é de 100 milhões de euros.
#Napoli are interested in #Benfica and Colombia National Team midfeilder Richard #Rios for the mew season. Positive first direct talks between Napoli and Rios’ camp. #transfers
O Boston Celtics venceu em casa os Philadephia 76ers por 123-91 na NBA. Neemias Queta foi titular e registou 13 pontos.
Os Boston Celtics entraram com o pé direito nos playoffs da NBA, ao bater os Philadephia 76ers por 123-91 no jogo 1 da primeira ronda da Conferência Este. Entre os cinco iniciais da partida, o internacional português Neemias Queta foi a jogo e atuou por cerca de 15 minutos.
No total, o poste português registou 13 pontos (sem falhar qualquer lançamento de campo), 2 ressaltos e 1 desarme de lançamento nos 15 minutos. Jaylen Brown esteve entre os destaques, como o melhor marcador do jogo (26 pontos) e Jayson Tatum aproximou-se do triplo-duplo (25 pontos, 11 ressaltos e 7 assistências).
Os Boston Celtics estão assim em vantagem perante os Philadelphia 76ers e o segundo jogo acontecerá esta terça-feira mais uma vez em Boston.
«Lembro-me daquele cruzamento, quando ele afastou a bola de cabeça, disse-lhe que hoje estava como o Fabio Cannavaro. Não vou tornar isto emotivo, mas Bernie, estiveste mesmo muito bem, como de costume», referiu Erling Haaland em declarações à Sky Sports.
Erling Haaland abordou ainda os duelos com Gabriel Magalhães, defesa-central do Arsenal:
«Acho que é sempre assim, muita luta e coisas do género. Cabe aos outros decidir se ganhei esse duelo ou não. Marquei o golo, por isso ganhei o duelo naquele momento; foi um grande golo, um momento decisivo, e nós ganhámos».
A Primeira Liga está cada vez mais perto de chegar ao fim. Vê o calendário do FC Porto, Benfica e Sporting para o final da prova.
A Primeira Liga está a aproximar-se de do fim com apenas quatro jornadas por serem disputadas. Na sequência do dérbi que terminou com a vitória encarnada por 2-1, o Benfica ultrapassou o Sporting à condição e ocupa agora o 2.º lugar com 72 pontos.
Ainda assim, e daí ser à condição, o Sporting tem um jogo em atraso, com de momento 71 pontos. Entretanto, o líder FC Porto encontra-se agora com 79 pontos depois de vencer este domingo o Tondela por duas bolas a zero.