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O 11 de futuras revelações que poderão surgir na Liga Portuguesa

Hoje falo-vos de revelações da Liga. Futurologia tem tanto de arriscado como de exatidão, umas vezes ao lado, outras em cheio. Mas, afinal, o que seria de um bom português sem poder deixar os seus “bitaites”, mais ou menos fundamentados? Ainda assim, vale muito a pena guardar estes nomes.

Neste top arrisquei apontar alguns nomes de jovens que à data apresentam qualidades e competências para mais tarde se assumirem as revelações da Liga Portuguesa. A tendência aponta para que cada vez mais jovens formados em Portugal cheguem aos plantéis principais, isto se os gigantes europeus não se anteciparem, como fizeram nos casos de João Félix ou Trincão, que mal tiveram tempo de completar uma época na nossa Liga.

A formação escolhida para este 11 foi um 3-4-3, de forma a libertar mais uma posição para o meio campo e manter as três opções para a frente, já que são as zonas do terreno com maior oferta e talento. Naturalmente, a incidência será maior sobre os “três grandes”, porque pescam cada vez mais cedo e melhor, numa área cada vez maior, mas não são os únicos presentes neste 11 que será de luxo, estejam eles em Portugal ou além fronteiras.

Os 5 jogadores do FC Porto que mais desiludiram na última década

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Cada vez mais damos passos largos em direção ao verão e a esta estação, no mundo futebolístico, associamos sempre o mercado de transferências. É uma altura em que há de tudo, ou seja, rumores mais fiáveis do que outros, mudanças esperadas e inesperadas, “novelas” que duram um verão, momentos de ansiedade e outros de revolta. Significa isto que é um período vivido muito intensamente por todos os adeptos e classe diretiva de cada clube. Desta forma, o FC Porto não foge à regra e a verdade é que agora vou enunciar um top de 5 jogadores que mais desiludiram na última década.

NFL e o (seu) problema racial

Ao longo da história do Futebol Americano, a NFL tem enfrentado vários escândalos raciais envolvendo presidentes, equipas, treinadores, dirigentes e jogadores. Na última década não existe tema mais polémico do que o caso Kaepernick.

Colin Kaepernick era o quarterback afro-americano – ponto importante para a forma como a sua história se desenvolveu – dos San Francisco 49ers. Em 2016, começou a ajoelhar-se durante o hino americano antes de cada jogo como protesto contra a desigualdade e brutalidade racial.

Esta sua decisão não só acabou por impactar a sua carreira, que praticamente terminou no final dessa época, mas também sua vida pessoal. Desde então muito se fala da relutância que os donos das organizações têm mostrado em contratá-lo, dada a atenção que traria, sendo vários os analistas que afirmam que a única razão para Kaepernick não estar na liga é o facto de ser afro-americano e ter tomado uma posição.

O caso de Colin Kaepernick teve proporções inimagináveis e tem inspirado a vários outros movimentos

Nas últimas semanas, emergiu uma proposta por parte da NFL que também tem dado muito que falar, mas também por maus motivos. Foi anunciada uma proposta que iria oferecer incentivos, incluindo melhores escolhas no Draft, a equipas que escolhessem treinadores ou General Managers – os comuns diretores desportivos – pertencentes a minorias.

Este plano vem na sequência de uma regra implementada em 2003, denominada Rooney’s Rule, que obriga as equipas a entrevistarem pelo menos um candidato pertencente a uma minoria para cada vaga que procurem preencher.

Todas estas tentativas por parte da liga têm sido tentativas de tornar o campeonato o mais justo, oferecendo oportunidades iguais a todos os profissionais. Contudo, estas propostas têm tido o efeito contrário e até piorado a situação.

São vários os jogadores e dirigentes que têm vindo a público mostrar-se contra esta decisão – que ainda não foi aprovada nem se espera que seja. Muitos afirmam que tal proposta iria colocar em causa as capacidades dos treinadores e general managers, uma vez que não seriam contratados com base no seu trabalho, mas sim graças aos benefícios que trariam às suas equipas.

Até que seja tomada uma decisão, dificilmente este assunto se resolverá, e mesmo depois serão vários os comentários e protestos a favor e contra o resultado. A verdade é que, ano após ano, a NFL lida com casos e problemas raciais, e este é mais um capítulo numa história que não parece estar perto de terminar.

Foto de Capa: San Francisco 49ers

Artigo revisto por Joana Mendes

As 5 maiores promessas do futebol espanhol

O futebol espanhol tem marcado este século com as conquistas internacionais dos seus clubes e seleções nacionais. O bom futebol praticado é promovido pelas “canteras” dos gigantes espanhóis, que todos os anos lançam os seus pupilos às feras com elevado grau de sucesso.

A geração campeã da Europa e do Mundo entre 2008 e 2012 foi o apogeu de uma era de domínio espanhol no velho continente. Após uma quebra de rendimento da “La Roja”, incluindo a retirada dos pilares do seu futebol, surge uma nova fornada de grandes talentos que prometem deixar o seu nome na história do “desporto rei”. No ano transato, a seleção espanhola de sub-21 venceu o Campeonato europeu da categoria, e deixou a sensação que estará muito mais para vir. Apenas dois dos elementos desta lista não pertencem ao plantel campeão de Europa.

Esta é a minha escolha de cinco jogadores espanhóis com 23 anos ou menos, que prometem singrar no mundo do futebol.

Um 11 de luxo com jogadores formados no Schalke 04

O Schalke 04 pode não se equiparar ao Borussia Dortmund e ao FC Bayern Munique a nível de sucesso, até porque neste século contam apenas com uma Taça e uma Supertaça da Alemanha, no entanto, a formar jogadores consegue competir com os melhores.

Vários jogadores da formação brilharam na equipa principal, embora grande parte deles tivesse passagem curta e obtivesse sucesso em outros palcos.

A academia Knappenschmiede produziu inúmeros talentos ao longo dos anos e várias estrelas do futebol mundial, e esse sucesso não surgiu do nada, como explica Peter Knabel. Para o diretor desportivo, o que torna o clube e a formação tão especiais deriva da 2ª Guerra Mundial, quando uma mistura de culturas e padrões distintos trabalhava nas minas da Renânia da Norte-Vestfália, desde polacos, a italianos, a turcos, entre outros. Esse fator trouxe benefícios, pois os filhos e netos dessas pessoas cresceram com uma mentalidade trabalhadora e com a dedicação certa para evoluírem rapidamente.

“Não queremos treinadores a dar muitas instruções táticas a crianças com menos de 14 anos. O importante aqui é o tempo, e queremos que eles pensem ‘Quando?’, ‘O quê?’, por isso o 4-4-2 e o 3-5-2 não importam até essa idade. Se um treinador de sub-9 lhes disser que ganhar não é importante, deviam ver a cara deles. Ficam irritados quando perdem, mas o treinador nunca pode ficar mais do que os miúdos.”, explica Peter Knabel.

O Bola na Rede fez um onze de diamantes, cujo talento encantou pela primeira vez com as cores do orgulho de Gelsenkirchen.

Os 5 maiores flops portugueses na Liga Inglesa

Já 72 portugueses tiveram o privilégio de pisar o relvado da mais bem cotada liga do mundo. Contudo, e apesar de quase todas estas histórias terem conseguido um desfecho feliz, alguns dos nossos compatriotas viveram os piores anos da sua carreira em Inglaterra.

É mais fácil relembrar os casos de maior sucesso, mas esta é uma lista dos 5 maiores flops portugueses na Primeira Liga inglesa. Muito mais cruel do que falar dos cinco melhores jogadores, e, por isso mesmo, bastante mais desafiante. Antes de avançarmos, convém explicar algum do critério utilizado para fazer este top 5.

Esta não é uma listagem dos cinco piores jogadores portugueses que já jogaram na Liga inglesa, mas sim daqueles que tinham já algum prestígio e de quem se esperava muito mais do que efetivamente conseguiram provar.

O Bola na Rede quer, portanto, relembrar nomes sonantes do futebol nacional que, por uma razão ou por outra, não conseguiram vingar em Inglaterra.

Sem mais introduções, foram estes os casos que, verdadeiramente, ficarão na memória do futebol britânico. E não pelos melhores motivos.

MotoGP: As milésimas de segundo que valeram vitórias

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No mundo das duas rodas, e em particular no mundial de motociclismo, só existem dois tipos de vitórias: aquelas em que o piloto vencedor domina toda a prova e onde nenhum rival consegue sequer tocar-lhe ou aproximar-se; e aquelas em que só conhecemos o vencedor na última volta ou segundos antes da bandeirada de xadrez.

É destas de que vos falo hoje. As mais emocionantes; as que nos deixam com os nervos à flor da pele. De todas as corridas mais apertadas que vi até hoje, escolhi três. Acreditem, estas são mesmo de cortar a respiração. Ora leiam.

10 pérolas de Alcochete que prometeram mas não vingaram

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Alcochete, uma das melhores fábricas produtoras de talento do mundo. Daqui saíram para o futebol craques que fizeram história na modalidade. A formação faz parte do ADN sportinguista, da cultura verde e banca, que tanto enche os seus adeptos de orgulho.

É inevitável falar de futebol de formação e não referir a Academia de Alcochete. Por outro lado, é inevitável falar da Academia e não falar do obreiro Aurélio Pereira, um dos grandes responsáveis pela procura de matéria prima para a máquina trabalhar.

Mas nem tudo é perfeito. Por vezes as desilusões também acontecem, as expectativas são colocadas bastante altas e os jogadores não conseguem corresponder. Apesar de terem sido formados grandes campeões, também foram formados outros que prometeram muito, mas não tiveram a capacidade de dar o passo em frente e aumentar o nível.

Uns deixaram o futebol, alguns andam por escalões inferiores e outros que ficaram mais conhecidos por acontecimentos fora de campo, do que dentro dele.

Vejam a lista!

SL Benfica | 4 rivais que passaram pelo Seixal

O SL Benfica tem, ao longo dos anos, formado centenas de jogadores de topo, fazendo com que o clube seja reconhecido internacionalmente como uma fábrica de fazer jogadores.

Nomes como Bernardo Silva e João Félix vêm logo à cabeça de todos quando pensamos na formação encarnada. No entanto, há jogadores que também passaram pela formação do clube da Luz e cujo nome raramente é associado. Portanto, esta semana decidimos recordar quatro jogadores que jogaram no Sporting CP e/ou FC Porto e de cuja passagem pela fábrica de talentos do Benfica nos esquecemos.

Nuno Lobo: o retrato de um candidato à presidência do FC Porto

Confirma-se o que já há algum tempo se perspetivava: num caso claramente excecional, tendo em conta o histórico recente, o FC Porto terá três candidatos à presidência do clube e um deles é Nuno Lobo.

De um lado, o candidato do costume, Jorge Nuno Pinto da Costa, do outro, José Fernando Rio e, mais recentemente, Nuno Lobo.

Empresário no ramo da restauração, Nuno Lobo, de cinquenta anos, um pouco à imagem de José Fernando Rio, defende que a “era Pinto da Costa” está em claro declínio, sendo, portanto, necessário sangue novo na estrutura azul e branca.

Sangue novo, novas ideias: ideias não apenas direcionadas para o futebol, como também para as finanças e para a vertente das modalidades.

Começando pelo final (pelas modalidades), o candidato à presidência do FC Porto promete, em caso de vitória, dirigir uma atenção particular para esta vertente do clube: esta englobaria uma cobertura total por parte do Porto Canal, assim como a criação de novas modalidades.

A volta do voleibol masculino, bem como a criação, no curto/médio prazo, de uma equipa de futsal (projeto que seria encabeçado por Israel Alves), são duas das principais bandeiras do candidato pela lista B, às quais se juntariam o ténis, o futebol feminino e o andebol feminino.

A saúde financeira foi outro dos temas que mereceu a atenção de Nuno Lobo. O empresário de cinquenta anos acredita que uma parceria clube-cidade seria algo proveitoso para o FC Porto, na medida em que associaria o clube às principais atrações daquela região. O estabelecimento de um teto salarial à administração portista ou até mesmo uma possível negociação dos naming rights do Estádio do Dragão são algumas outras ideias que o empresário enunciou na entrevista recente que concedeu à página Super Portistas.

Nessa mesma aparição, o líder da lista B surge com um discurso áspero relativamente ao SL Benfica (clube cujo nome dificilmente profere ao longo da conversa) e ao seu presidente, Luís Felipe Vieira, homem com o qual, inclusivamente, o candidato afirma que não se sentaria à mesa, visto que este, nos últimos anos, “tem roubado fortemente o FC Porto”.

No que ao futebol diz respeito, Nuno Lobo é perentório: Sérgio Conceição é para manter. O perfil do atual técnico azul e branco parece ser bastante apreciado pelo aspirante à presidência, não tanto por razões técnico-táticas, mas pelo seu espírito “à Porto”.

Caso Nuno Lobo vença as eleições, Sérgio Conceição continuará no comando técnico do FC Porto 
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Se na principal modalidade do clube há coisas a manter, existem aspetos que necessitam de mudanças. Um desses aspetos é a formação, mais concretamente, a criação de uma Academia azul e branca.

A ideia consistiria cada vez mais na captação de jovens talentos, potencialização dos mesmos e aposta efetiva nas pratas da casa.

Em termos de scouting, Nuno Lobo propõe, nos diversos pontos do seu programa eleitoral que partilhou com O JOGO, apostar em ex-atletas do clube, bem como no estabelecimento de parcerias com outros emblemas, nacionais e internacionais, que visariam a captação de jovens talentos.

As parcerias acima referidas, segundo o candidato à presidência do FC Porto, seriam estendidas para alguns clubes dos escalões profissionais do nosso futebol, de modo a dar minutos (através de empréstimos) a jogadores com menos espaço no Dragão.

Numa outra vertente (a do adepto), Nuno Lobo insiste na ideia de que os preços praticados não são de todo os mais atrativos, impossibilitando, na sua opinião, que muitas famílias portistas se desloquem ao Dragão.

O foco do candidato voltar-se-ia, acima de tudo, para os mais novos e os mais velhos, com planos bem mais acessíveis para reformados e para menores de dezasseis anos.

Em adição a isso, de modo a alcançar a meta traçada pelo próprio de cento e cinquenta mil sócios pagantes, promete um olhar especial para os portistas no estrangeiro, olhar esse que incidiria, especialmente, nos países lusófonos e naqueles com grande concentração de emigrantes.

Para além da aproximação clube-adepto, Nuno Lobo acredita que seria possível, a partir de iniciativas como estas, aliviar o peso percentual que as competições europeias atualmente têm nas receitas do FC Porto, minimizando, dessa forma, os prejuízos inerentes a uma não entrada na Liga dos Campeões.

As claques merecem, também, um olhar particular da lista B: com o intuito de patrocinar as suas viagens, serão propostas várias medidas, como, por exemplo, a criação de um jogo do FC Porto, em parceria com a Santa Casa, e de eventos lúdicos, em que parte das receitas seriam revertidas para os GOA.