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Arsenal FC: O que está a mudar com Unai Emery?

Terminou um ciclo. Arsène Wenger esteve no comando técnico do Arsenal durante 22 anos e Unai Emery toma o lugar depois de duas temporadas no Paris Saint-Germain. Para além de feitos inéditos, como o campeonato invicto, o que definiu muito a gestão de Wenger foi a contenção e algum conservadorismo na contratação de jogadores que culminou em fracassos recentes na qualificação para as competições europeias e, claro, derrotas quase humilhantes contra rivais ingleses que se foram reforçando de forma abrupta.

Pode parecer contraditório afirmar isto, mas a verdade é que sempre vimos publicações como “jogador x e y na órbita do Arsenal” ou “Arsenal observa jogador z ou k”. No entanto, isso parece ter acabado, talvez por enquanto. Há bem pouco tempo, os seguidores do clube pediam quase em desespero reforços para a defesa e para o ataque. Chegou o central alemão Mustafi, vindo do Valência, Aubamayeng, do Borussia Dortmund e Lacazette, proveniente do Lyon. Pelo meio também chegou Mkitharyan, do United que levou Alexis Sanchéz.

Tirando a contratação do avançado gabonês, a mais sonante antes de Wenger deixar Emirates, o Arsenal tem vindo nos últimos dias de mercado a ultrapassar a barreira da especulação e as contratações estão a acontecer em massa. O mais interessante ainda é que os principais jogadores da equipa não deram ainda sinais de que poderão estar saída, exceto a grande esperança Jack Wilshere, que rumou ao West Ham. Todavia, são apostas que não chegam ainda para igualar com o Manchester City, United, Chelsea e até o Tottenham.

As redes sociais nesse aspeto não perdoam e parece que agora é só pedir. Os adeptos ‘gunners’ querem este jogador e ele chega entretanto.

Um deles, um “namoro antigo”, é Bernd Leno. O guarda-redes chegou do Bayer Leverkusen a troco de 20 milhões de euros, valor que coloca já o alemão com um dos guardiões mais caros. Merecia uma convocatória para a seleção da Alemanha, mas agora a chegada a Inglaterra pode recompensar pois ainda há Petr Cech para a baliza londrina, que pode lançá-lo para uma carreira duradoura. Era titular indiscutível na Bundesliga nas últimas sete temporadas.

Há uma aposta em clara em querer voltar ao sistema de quatro defesas. A custo zero chega o veterano ex-Juventus, Stephan Lichtsteiner. O lateral direito suíço vai ser a aposta alternativa ao velocíssimo Bellerín quando for necessário maiores tarefas defensivas naquela ala e baixar as linhas mais recuadas do campo. No lado esquerdo há o bósnio Kolasinac e o espanhol Monreal.

Quando o músculo se sobrepõe ao cérebro

Esta década ditou uma revolução no futebol mundial. Actualmente, vivemos numa era em que o futebol apoiado é o modelo para muitas equipas de futebol espalhadas pelo mundo fora. Um futebol dominante assente em três aspectos de jogo: pressão, posicionamento e posse de bola. Os jogadores que encaixam melhor nesse modelo não são aqueles que se destacam pela sua presença física mas sim aqueles que tratam melhor a bola, que se destacam pela sua técnica, criatividade e capacidade de definir os lances.

No entanto, nem todos os treinadores são apologistas da máxima de que o músculo mais importante é o cérebro. Em Portugal, encontrámos uma equipa que conseguiu mostrar que era possível dominar de outra forma, com um futebol agressivo, aguerrido e que corresponde ao ADN do seu clube.

O FC Porto e sobretudo o treinador Sérgio Conceição foram campeões nacionais com todo o mérito e justiça, muito graças à postura dominante da sua equipa assente na força física e mental da mesma. O técnico que já tinha deixado marca no seu clube enquanto jogador, chegou a um clube intervencionado pela UEFA e com pouquíssima margem para investir, pegou num plantel curto mas com muitos jogadores de elevada capacidade/disponibilidade física e conseguiu construir uma equipa dominadora, consistente e capaz de extrair o melhor de cada jogador.

Sérgio Conceição transformou a mentalidade do clube azul e branco
Fonte: FC Porto

Para além daquilo mostrado dentro das quatro linhas, Sérgio Conceição soube dar outra mentalidade à equipa, tornando-a mais forte. Graças a essa mentalidade, a equipa soube quase sempre superar as baixas devido às lesões (principalmente a de Danilo) e a maioria dos jogadores que entravam na equipa como segundas linhas respondiam à altura do desafio.

França 4-2 Croácia: O golo de Éder já é uma memória distante

É da natureza humana torcer por quem é mais desfavorecido. A seleção da Croácia tinha, à partida para esta final, esse papel.

Era normal, por isso, haver uma simpatia do Mundo por esta seleção. Foi normal, por isso, que entre os 59 e os 65 minutos, as bolas que entraram nas redes de Subasic fossem sentidas como um terramoto de desilusão com epicentro em Split e com réplicas um pouco por todo o planeta.

Esses golos, o 3-1 e o 4-1, apontados respectivamente por Pogba e Mbappé, sentenciaram a partida. E mostraram o quão mentiroso pode ser um resultado de um jogo de futebol. Afinal, a Croácia tinha estado por cima na primeira parte, da qual saiu a perder, e tinha entrado na segunda apostada em tornar o placar em consonância com aquilo que tinha sido o jogo. Teve oportunidades, não marcou. Empolgou-se, subiu linhas, mas abriu demasiados espaços nas costas da sua defesa. E quando se joga contra Griezmann, Pogba e, sobretudo, Mbappé, esse é um risco que se pode revelar letal. Como foi.

Fonte: FIFA

É certo que o golo de Mandzukic, a meias com o erro infantil de Lloris, deu esperança aos croatas, mas essa esperança não foi colocada em campo com o mesmo critério que vinha a ser utilizado até ao 4-1 e o resultado da final do campeonato do Mundo ficou-se pelo 4-2 final.

O 4-2 que deixa o Mundo triste por não ver o “desfavorecido” prevalecer, mas que deixa toda uma nação a exultar de alegria. A partir de hoje, em França, o golo de Éder já não é um fantasma, é, apenas, uma memória distante.

Pedro Machado

ONZES INICIAIS:
FRANÇA: Lloris, Pavard, Umtiti, Varane, Theo Hernandéz; Kanté (N’Zonzi 55′), Matuidi (Tolisso 73′), Pogba; Mbappé, Griezmann e Giroud (Fekir 83′).
CROÁCIA: Subasic, Vrsaljko, Vida, Lovren, Strinic (Pjaca 81′); Brozovic, Modric, Rakitic; Rebic (Kramaric 71′), Perisic e Mandzukic.

Os 5 dragões ideais de 2017/18

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fc porto cabeçalho

No onze ideal da Primeira Liga 2017/18, onde só entraram jogadores dos três “grandes”, fazem parte cinco jogadores portistas.

O onze é composto por quatro jogadores do Sporting CP, dois do SL Benfica e cinco do FC Porto: Rui Patrício, Ricardo Pereira, Coates, Felipe, Alex Telles, Bruno Fernandes, Herrera, Pizzi, Marega, Jonas e Gelson.

Marc Márquez domina em Sachsenring

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O Mundial de motociclismo viajou até ao circuito de Sachsenring na Alemanha e Marc Márquez foi a grande estrela durante todo o fim-de-semana. O piloto espanhol da Honda partiu da ‘pole position’, mas foi engolido pelo compatriota Jorge Lorenzo que passou para a liderança da corrida logo após a passagem pela primeira curva do circuito alemão.

Com a ultrapassagem de Lorenzo, Marc Márquez teve de correr atrás do prejuízo e acabou por fazer, por várias vezes, o melhor tempo por volta. A verdade é que neste grande prémio, como à semelhança dos anteriores, o piloto espanhol da Honda mostrou-se bastante calculista e todas as decisões pareceram ser tomadas com frieza para não cometer erros graves, como em anos anteriores.

Rossi e Lorenzo… uma luta antiga
Fonte: MotoGP

Mas desenganem-se, a luta pela vitória não foi feita a dois, mas sim a três. O italiano Valentino Rossi recuperou várias posições e também teve uma palavra a dizer sobre os lugares no pódio. A meio da corrida, Jorge Lorenzo cometeu um erro que foi bem aproveitado pelo piloto da Yamaha que não mais largou o segundo lugar.

Todas as corridas neste mundial de motociclismo são diferentes; e o circuito de Sachsenring é dos mais duros e onde a escolha dos pneus é fundamental quando se trata da luta pelo lugar mais alto do pódio.

Depois de alcançar a liderança da corrida, Marc Márquez tentou aumentar a distância para Valentino Rossi e Lorenzo que não mais conseguiram alcançar o piloto da Honda.

Até ao final da prova, o piloto da Ducati teve de se preocupar em manter a terceira posição, mas nessa luta com o desgaste dos pneus foi perdendo posições e terminou a corrida no sexto lugar, bem longe do pódio e dos seus rivais diretos.

Marc Márquez voou até ao primeiro lugar
Fonte: MotoGP

Marc Márquez passou a bandeirada de xadrez no primeiro lugar, seguido de Valentino Rossi e Maverick Viñales.

Com esta vitória, o piloto espanhol da Honda é líder isolado do campeonato com 140 pontos. Já Rossi soma 99 pontos.

Não posso esquecer que foi neste grande prémio que Dani Pedrosa, companheiro de Márquez, anunciou a sua retirada do mundial de motociclismo. O piloto espanhol nunca conseguiu alcançar o título na categoria rainha, mas vai ser coroado lenda do MotoGP no útlimo grande prémio, em Valência.

Na categoria de Moto2, Miguel Oliveira fez mais uma enorme recuperação. Partiu da décima quinta posição, puxou dos galões e rapidamente recuperou para se instalar a meio da tabela. O piloto português ainda tentou alcançar o pódio, mas apesar da boa afinação da sua moto não conseguiu fazer frente a Brad Minder – vencedor da corrida, Joan Mir e Luca Marini. Com o quarto lugar neste grande prémio, o piloto da KTM ficou a 7pontos do líder do campeonato.

Oliveira em mais uma recuperação fantástica
Fonte: Red Bull KTM Ajo

Mas a verdade é que se a segunda metade desta época for igual à do ano passado, Miguel Oliveira tem todas as condições para se tornar campeão do mundo e fechar com chave de ouro a sua passagem pela categoria de Moto2.

 

Foto de Capa: Moto GP

 

Tour de France 2018 – Etapa 9: Calculismo matou o espetáculo

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A passagem pelo Tour de France 2018 pelo paralelo do norte de França era extremamente ansiada, com muitos setores de pavé a aguardarem os ciclistas e expectativa de diferenças de tempos entre os favoritos à vitória na Grande Volta gaulesa.

Não foi preciso esperar muito para se fazer sentir a primeira vítima. Quando uma fuga de dez elementos começava a ganhar espaço e desenhar um dia na frente, Richie Porte (BMC) viu-se envolvido numa queda e, tal como há um ano atrás, não consegue sequer terminar a primeira semana do Tour.

Pouco depois, começou a dureza a sério, com Romain Bardet (AG2R La Mondiale) a sofrer com os azares do paralelo e a ver-se forçado a uma recuperação. Nestes primeiros momentos foi a BORA-hansgrohe do campeão do Mundo Peter Sagan que foi controlando o pelotão e deixando a fuga a uma distância acessível.

Com o passar dos quilómetros, muitos foram os que tiveram problemas, entre as quedas, os furos e os mecânicos, com nomes como Fuglsang (Astana), Froome (Sky) ou (novamente e por mais que uma vez) Bardet, mas no pelotão parecia reinar uma pouco caraterística tranquilidade, sem ninguém a querer pegar na etapa e todos a conseguirem reentrar, com excepção de Tejay van Garderen (BMC).

Na parte final, Mikel Landa (Movistar) caíu e Rigoberto Uran (EF Education First) teve queda e avaria mecânica e ambos ficaram para trás. Já na luta pela etapa, já apanhada a fuga, isolou-se um trio com John Degenkolb (Trek-Segafredo), o camisola amarela Greg van Avermaet (BMC) e o campeão belga Yves Lampaert (Quick-Step).

No último setor de paralelo, mais um problema para Bardet, que ficaria outra vez para trás e acabaria alcançado pelo grupo onde seguia Landa. Num sprint a três, Degenkolb regressou às grandes vitórias, culminando um longo caminho desde um atropelamento que quase lhe terminou com a carreira.

Nos favoritos, Bob Jungels (Quick-Step) ainda foi buscar uns segundinhos, enquanto Landa e Bardet quase alcançaram o grupo e só Uran perdeu tempo em quantidade preocupante. De resto, foi uma etapa marcada pela falta de vontade de algumas equipas em quererem fazer e diferenças e ganhar tempo, em que o calculismo e o receio de que algo corresse mal se sobrepuseram à ambição.

Classificação da etapa

  1. John Degenkolb (Trek-Segafredo) 3h24m26s
  2. Greg van Avermaet (BMC) m.t.
  3. Yves Lampaert (Quick-Step) m.t.
  4. Philippe Gilbert (Quick-Step) +19s
  5. Peter Sagan (BORA-hansgrohe) m.t.

Líderes

  • Geral: Greg van Avermaet (BMC)
  • Pontos: Peter Sagan (BORA-hansgrohe)
  • Montanha: Toms Skujins (Trek-Segafredo)
  • Juventude: Soren Kragh Andersen (Sunweb)

Os 5 nomes gravados nas Finais dos Mundiais

Os mundiais são competições singulares e as mais relevantes da história do futebol. Ter a possibilidade de disputar um campeonato do mundo já é um marco na carreira de qualquer jogador, mas poder disputar a final de um Mundial – o jogo mais aguardado do quadriénio – é algo único e estupendo. Claro que nestes jogos o principal objetivo é o coletivo, o de levar o caneco para casa para gáudio do seu povo, mas há sempre individualidades que se evidenciam e levam uma nação às costas.

Apresentamos, em seguida, cinco nomes que, irrevogavelmente, brilharam em finais de mundiais. Será que, depois da final deste domingo, acrescentaremos algum nome francês ou croata a esta lista?

As 5 melhores finais de Mundiais

França ou Croácia? Croácia ou França? Neste momento já ninguém pensa noutra coisa. Se os gauleses podem repetir o feito de 1998, a Croácia sonha com algo inédito. De um lado Mbappé e Griezmann, do outro Modrić e Rakitić. Apesar de partir com o estatuto de favorita devido a um passado de conquistas, a França terá de ter muito cuidado com os croatas, que têm mostrado ao longo do torneio estar à altura das exigências. Mas de pouco vale fazer previsões do que irá acontecer este domingo. Recordemos então, para ocuparmos as horas vagas até ao apito inicial do desafio, aquelas que foram as cinco finais mais marcantes de Campeonatos do Mundo de futebol.

Decisão Clássica

Realizado mais um sorteio da Primeira Liga, com alguma polémica à mistura, salta à vista o facto de para as últimas jornadas, mais concretamente a última, estar reservado um clássico no estádio do Dragão. Numa altura habitualmente crítica e decisiva da época, o Sporting CP deslocar-se-á à cidade invicta para defrontar o atual campeão nacional e, à semelhança das outras épocas, poderá ser um clássico que baralhe as contas e a classificação final.

Numa análise às épocas anteriores, pode constatar-se que foram realizados clássicos ou derbies na ponta final (últimas cinco jornadas) das últimas cinco temporadas, a maior parte dos jogos com influência na decisão quanto ao vencedor.

Na época 2013/14, ainda com 16 competidores, na última jornada (30.ª), o FC Porto recebeu e venceu o SL Benfica por 2-1. Para os dragões, marcaram Ricardo Pereira e Jackson Martínez, e para os encarnados marcou Enzo Pérez, ainda na primeira parte. No entanto, a vitória defendeu “apenas” a honra dos azuis e brancos, já que o campeonato tinha um vencedor anunciado há bastante tempo. As águias venceram com sete pontos de avanço do Sporting CP e 13 do FC Porto.

No entanto, na época seguinte, e já com 18 equipas em prova, as circunstâncias foram diferentes. Com hipótese de igualar os encarnados na primeira posição, o FC Porto visitou a Luz na 30.ª jornada e não foi além do nulo com que a partida iniciou. Em vantagem no confronto direto e na diferença dos golos, as águias conservaram assim a distância de três pontos que se manteve até ao final da prova.

Na época de 2015/16, o Sporting CP discutiu com os rivais encarnados o título até ao último jogo. Dois pontos separavam as duas formações, naquela que foi a primeira época de Jorge Jesus no comando dos leões. Tudo apontava para um jogo de elevado risco na visita ao Dragão, a duas jornadas do fim, e que podia atrasar os verde e brancos na corrida do título e entregá-lo, quase por completo, às águias. No entanto, um bis de Islam Slimani e um golo de Bruno César derrotaram o FC Porto que ainda marcou por Héctor Herrera. O maior obstáculo estava ultrapassado, mas a diferença manteve-se até ao fim e o SL Benfica alcançou o tricampeonato.

Adrien e Sérgio Oliveria em ação no FC Porto vs Sporting de 2015/16
Fonte: Sporting CP

Na temporada seguinte, a quatro jornadas do fim, Alvalade recebia novo derby

Para que serve a pré-época?

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O Sport Lisboa e Benfica já retomou os habituais trabalhos de pré-época de qualquer clube. Jogos amigáveis, treinos abertos, chegada e partida de jogadores e muitos pontos de interrogações sobre o futebol sério que está prestes a começar.

O clube da Luz terminou a temporada passada com resultados pouco positivos e esse final de temporada podia ter sido diferente se, na pré-época, o caminho tivesse sido outro. A pré-época serve para mostrar sinais de bom (ou mau) funcionamento de uma equipa e o Benfica tem de ter em conta que mesmo que os resultados não sejam o que se pretende nesta altura, deve mostrar um futebol que relaxe os seus adeptos para a temporada que se avizinha. Uma boa química entre colegas de balneário, movimentações que mostrem trabalho regular nos treinos, uma amostra de todas as alternativas ao plantel e tudo isto misturado com um único olhar: o da baliza adversária.

Esta pré-época quero perceber se há jogadores que merecem um lugar no onze. Quero saber se a pausa das férias afetou o habitual futebol de Jonas. Quero saber se Luisão tem ainda qualidade para servir regularmente a defesa encarnada. Perceber se temos uma alternativa mais ofensiva para o lado direto da defesa. Saber se a prata da casa é já ouro ou se, pelo contrário, precisa de ser emprestada a outros clubes da primeira liga portuguesa.

Grimaldo pode fazer a última temporada no clube
Fonte: SL Benfica

Será também uma boa altura para, consoante os testes de pré-época, estar atento ao mercado e aborda-lo da melhor forma, tentado sempre oferecer ao mister Rui Vitória uma larga e boa lista de opções de jogadores a utilizar. Ao nível do esquema tático seria importante regressar ao 4-4-2 para perceber se há condições, e interesse, de voltar à tática que tanto caracterizou o Benfica nos últimos anos.

Que seja uma boa pré-época, que acima de tudo dê para o Rui Vitória tirar as melhores conclusões e tomar as melhores decisões para a equipa.

Foto de Capa: SL Benfica