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CD Aves: E o sonho da Liga Europa fica em espera

Muito se tem especulado sobre a não ida do CD Aves à Liga Europa. O clube detentor da Taça de Portugal estava convencido de que, caso efetivamente ganhasse a prova rainha, iria poder fazer parte do quadro de participantes dos playoffs da Liga Europa. Mas a verdade é que esse cenário não se verificou. O clube de Vila das Aves, segundo a FPF, não reúne condições para ser indicado à UEFA por não ter participado no processo de licenciamento.

Sendo assim, o Aves fica de fora das contas naquela que é a competição secundária europeia. Por sua vez, o Sporting CP, que teria de jogar a 3.ª pré-eliminatória, está diretamente apurado. Já o SC Braga passa a entrar nas contas a partir da 3.ª pré-eliminatória e não na segunda. E, por fim, o Rio Ave FC que estava fora da eliminatória, mas graças a este cenário passa a poder fazer parte da fase eliminatória da competição da UEFA.

É uma pena que, por falta de entendimento, a participação de uma equipa portuguesa numa competição europeia acabe por ser impedida. A verdade é que, mais uma vez, as equipas ditas mais pequenas do nosso campeonato acabam por ficar prejudicadas. Toda esta lamentável situação resulta de uma falta de entendimento entre o Desportivo das Aves e a Federação Portuguesa de Futebol. Se essa lacuna não se verificasse, era provável que o clube pudesse ainda vir a participar na competição.

Segundo a FPF, o estádio do CD Aves não apresenta todas as condições para albergar uma competição como a Liga Europa
Fonte: FPF

Este panorama de não participação no processo de licenciamento é um caso virgem no futebol português. Contudo, um entendimento entre ambas as partes, FPF e o CD Aves, podia ter evitado este desfecho. Como tal não aconteceu, o sonho da equipa de Vila das Aves de ir à Liga Europa acaba por ficar em espera…

É uma injustiça que o CD Aves não possa vir a disputar a Liga Europa. O clube tudo fez, dentro de campo, para ganhar de maneira mais que justa a final disputada frente ao Sporting CP. Uma ida a uma competição europeia seria a cereja no topo do bolo para um clube que, por si só, já fez história ao ganhar a prova rainha numa final frente a um dos três grandes.

Foto de capa: FPF

O Dicionário de Fernando Santos: Raphael Guerreiro

Terminada mais uma época desportiva ao nível dos clubes, todo o universo do futebol se centra agora no Mundial da Rússia.

Portugal, inserido no grupo B, estreia-se no segundo dia de competição, frente à Espanha. No entanto, a preparação da Seleção Nacional já há muito teve início. Um mês antes do pontapé de saída na Rússia, Fernando Santos anunciou uma das decisões mais importantes: os 23 convocados para a fase final.

Face a um leque de opções alargado, o Engenheiro optou pela variedade. No grupo que vai seguir viagem para a Rússia, todos os jogadores apresentam caraterísticas diferentes, tendo utilidades repartidas pelos diversos contextos.

Assim, até à estreia da Seleção Nacional, o Bola na Rede vai definir, numa palavra, aquele que pode ser o principal contributo de cada jogador para a equipa das Quinas.

Raphael Guerreiro: Qualidade técnica.

À primeira vista pode parecer estranho que o maior contributo de um defesa esteja diretamente relacionado com o seu talento com a bola, mas atendendo ao contexto da Seleção Nacional será principalmente por aí que Raphaël Guerreiro poderá ser uma mais-valia.

O jogador do Dortmund é um dos elementos com mais qualidade do elenco à disposição de Fernando Santos e mostrou, em França, que as suas subidas no terreno são uma das maiores armas de Portugal.

Habitualmente com médios ala que privilegiam o espaço interior (João Mário e Bernardo Silva são normalmente os eleitos, mas Bruno ou Manuel Fernandes são também opções), o corredor fica aberto às subidas do lateral, que o faz com muito critério.

Jogador inteligente e com qualidade nas associações, Guerreiro funciona por vezes como um organizador de jogo avançado, um verdadeiro criativo que parte de trás para vir combinar ora com Ronaldo, que cai no flanco, ora com João Mário, que pisa terrenos mais interiores.

Perante estas caraterísticas, não é de estranhar que, ocasionalmente, o jogador seja utilizado como médio interior no seu clube. No entanto, numa seleção portuguesa com um meio campo essencialmente agressivo e talhada para privilegiar a organização defensiva, o perfume garantido pelas incorporações de Guerreiro no ataque é essencial.

Foto de Capa: FPF

O mundo do Scouting

Foi na passada sexta-feira que decorreu na Faculdade de Motricidade Humana o fórum Scouting no futebol, um encontro que juntou Nuno Felix (scout FC Koln), Tomás Amaral (scout FC Eibar), José Laranjeiro (scout Sporting CP), e José Boto (chief scout SL Benfica).

O fórum teve como objetivo explicar e debater esta profissão que tem cada vez mais importância no contexto atual do futebol.

O que é o scouting?

É um nome cada vez mais ouvido no mundo do futebol e não só mas ainda é uma profissão vista por muitos com algum mistério.

O scout é o que nós chamamos de olheiro, sendo que hoje em dia é uma profissão trabalhada de uma forma diferente e que ganhou também novas visões dentro desta deste mundo.

O scout pode ser subdividido em três vertentes distintas e fundamentais numa estrutura técnica, a observação de jogadores profissionais, observação na formação e a observação de equipas adversárias.

Num exemplo prático e fictício, Rui Vitória no Benfica informa a equipa de scouting que necessita que seja contratado um defesa esquerdo para colmatar a saída do jogador titular dessa posição e indica as características chave que o jogador deverá ter. Pegando nessa informação e também em todo o know how que o scout já tem da equipa de futebol, nomeadamente a forma de jogar e o esquema tático utilizado, ele irá tentar encontrar e sugerir o jogador que seja mais adequado às exigências indicadas não só na área futebolística mas também ao nível comercial e financeiro.

Depois temos o scout da formação, o chamado caça talentos, que observa jovens desde os 8 aos 14 anos de idade. Objetivo é recrutar potenciais craques para os escalões de formação do clube. É um trabalho mais complexo comparando com a observação de jogadores profissionais pois não há uma base de dados completa para se poder trabalhar, por outro lado, a própria observação do jogador é diferente, olha-se a comportamentos diferentes e básicos como o passe e o domínio de bola.

Revista do Mundial 2018 – Sérvia

A herdeira da Jugoslávia. A Sérvia assume-se como uma terra de muito talento e sobretudo de muita paixão pelo desporto rei, mas este talento não se tem refletido nos resultados que a equipa nacional tem alcançado nos últimos anos. De regresso ao Mundial depois do fracasso de 2010, as expetativas dos fãs sérvios não são muito altas, nem a boa campanha de qualificação protagonizado pela equipa nacional fez os fãs acreditar mais na sua equipa que teima em desiludir nos momentos-chave, será 2018 o ano da viragem para a Sérvia que carrega um passado glorioso? O grupo deixa boas perspetivas quanto a isso.

Estrelas da formação: Heriberto Tavares

No Caixa Futebol Campos, centro de formação e treino do clube encarnado, são muitos os jovens jogadores que têm vindo a ser alvo de grande destaque, revelando potencial para realizarem voos mais longínquos. Na rúbrica ‘Estrelas da Formação’ desta semana falamos de um desses jovens promissores: Heriberto Tavares, o avançado português de 21 anos que tem sido bastante usado por Hélder Cristóvão na equipa B do SL Benfica.

Foi apenas com nove anos que este jovem promissor iniciou a sua formação. Começou por ingressar no Estrela da Amadora, de onde é natural e onde ficou um ano, seguindo-se oito anos de formação em Alcochete, pelo Sporting Clube de Portugal. Na época 2015/2016 ruma aos Juniores do Belenenses, tendo realizado 22 jogos e marcado 10 golos, feito que mereceu toda a atenção no núcleo benfiquista que, finda a época, não deixou escapar este jovem em crescimento. Ingressou de imediato na equipa B encarnada, tendo sido, na época 2016/2017, o 4.º jogador mais utilizado na 2.ª liga.

Heriberto é uma das promessas das camadas jovens do Benfica
Fonte: SL Benfica

Chamado pelos colegas de “el capitán” por ter uma forma bastante particular de festejar os seus golos, Heriberto Tavares tem a vantagem de rematar com os dois pés, característica que foi fomentada pelo pai desde cedo. É também um jogador extremamente rápido e com técnica, virtudes que se destacaram aos olhos do selecionador português Sub-21 Rui Jorge, que convocou Heri para os jogos de qualificação do Europeu Sub-21. Pela seleção nacional Sub-21, o jovem jogador já realizou quatro jogos e marcou um golo frente à Suiça.

Com uma clara veia goleadora, Heriberto Tavares terminou a época 2017/2018 como o melhor marcador dos encarnados, tendo sido o 4.º melhor marcador de toda a Segunda Liga. Fez 37 jogos, marcou 14 golos e realizou quatro assistências. Foi também chamado a marcar presença na pré-época do Benfica por Rui Vitória na época transata. Será que voltará a ter a mesma oportunidade nesta época que se avizinha e, quiçá, ser uma das opções ao dispor do comandante da equipa principal das águias?

Foto de Capa: SL Benfica

Perdidos no Tempo: Mariano González

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Perguntar a um adepto do FC Porto que memórias retém dos anos de Mariano González ao serviço dos dragões acaba por redundar numa inevitável conclusão: a noite de dois de fevereiro de 2010, no Estádio do Dragão, numa meia-final da Taça de Portugal com o Sporting CP. Encostado na esquerda do ataque, puxa para o meio e surpreende Rui Patrício com uma autêntica bomba. Um dos golos mais espetaculares que o novo estádio dos azuis e brancos já testemunhou. Reza a lenda de que bastava colocar a braçadeira de capitão no braço esquerdo para que Speedy González abrisse o livro e marcasse grandes golos. Atualmente com 37 anos e ao serviço dos argentinos do Club Atlético Cólon, Mariano González, prestes a pendurar as botas, pode olhar para trás e orgulhar-se daquilo que conseguiu.

Com 37 anos, Mariano González veste nos dias de hoje as cores do Club Atlético Cólon
Fonte: clubcolon

Ao serviço do FC Porto registou os melhores números da carreira: 114 jogos, dez golos e 13 assistências. Chegou aos dragões no verão de 2007, proveniente do US Palermo, a quem os portistas pagaram 1,2 milhões de euros por uma época de empréstimos. Depois de bem-sucedido na época de estreia em Portugal, a direção de Pinto da Costa optou por pagar mais 3,2 milhões de euros e adquirir em definitivo o passe do argentino. Os proveitos desportivos foram, no entanto, bem maiores do que os económicos na perspetiva do FC Porto, já que Mariano haveria de deixar a Invicta, a custo zero, rumo ao Club Estudiantes de La Plata em 2011, depois do contrato que o ligava ao dragão expirar.

Com passagens por Racing Club, US Palermo, Inter de Milão, Club Estudiantes de La Plata, Arsenal de Sarandí FC, Deportivo Santamarina, Club Atlético Huracán e Club Atlético Cólon, Mariano González contabiliza 348 jogos como profissional de futebol e 31 golos.

A nível de conquistas, regista três Campeonatos Nacionais, três Taças de Portugal, duas Supertaças, uma Liga Italiana, uma Supertaça Italiana e uma Liga Argentina ‘Apertura’. Apesar de não participar nessa campanha europeia, Mariano começou por fazer parte do plantel do FC Porto que conquistou a Liga Europa em 2011. Já na seleção argentina contabiliza nove internacionalizações e um golo apontado.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

Carta aberta a Rui “São” Patrício

Numa temporada em que Rui Patrício, para mim a maior figura dos leões, se torna o jogador que mais vezes vestiu a listada verde e branca, surge um acontecimento a envolver esta lenda viva que jamais me passaria pela cabeça…a rescisão com justa causa do contrato de trabalho desportivo.

Com 11 anos saiu de Leiria para representar este enorme clube. Passados sete anos faz a sua estreia na equipa principal dos leões, e logo para defender um penalti nos Barreiros. Em 2007 assegura a titularidade na equipa verde e branca. Em 2010 faz a sua estreia na Seleção Nacional, e torna-se senhor da baliza das quinas. Em 2016 torna-se campeão europeu pela Seleção Nacional. E em 2018 está envolvido neste complicado momento.

A vida de um desportista profissional depende de diversos fatores, nomeadamente os empresários que muitas vezes influenciam e determinam o rumo das carreiras dos seus clientes/jogadores.

Depois de uma proposta de 18 milhões do Wolverhampton, em que Jorge Mendes exigia sete milhões, Bruno de Carvalho rejeitou a proposta, por considerar um valor absurdo e sem sentido. Em resposta a este acontecimento, Rui Patrício apresentou a rescisão unilateral do contrato. Em conferência de imprensa esclarecedora sobre a rescisão de Rui Patrício, Bruno de Carvalho confirma que de facto rececionou essa rescisão e salientou ainda que Rui Patrício está a ser manipulado por Jorge Mendes, seu empresário.

Uma característica que assenta que nem uma luva no capitão
Fonte: Sporting CP

Após realizar mais de uma década ao serviço do Sporting Clube de Portugal, o capitão leonino pretendia rumar a outras paragens tal como a maior parte dos futebolistas profissionais. Depois de ver “negada” por várias vezes essa possibilidade, principalmente pelos responsáveis leoninos considerarem insuficientes as propostas dos interessados, e depois de na presente temporada muita coisa ter acontecido no seio leonino (desde conflitos entre direção e plantel e invasão à academia), terá sido Rui Patrício “obrigado” a recorrer a este método?! Terão sido aquelas lágrimas depois da derrota na final da Taça de Portugal um sinal?!

Estou chocado com toda esta situação em torno de um jogador que tanto admiro, que foi apoiado em momentos menos bons, que tantas alegrias deu ao universo leonino.

Para mim, um jogador que a sair do Sporting Clube de Portugal teria de sair pela porta principal, deixando as portas “escancaradas” para um possível regresso, quer para jogador quer para fazer parte da estrutura leonina. Para que o desfecho não seja diferente do que considero o mais justo/ideal, o jogador terá de recuar nesta decisão durante os próximos sete dias, previsto por lei.

Numa fase em que o jogador se encontra a defender a equipa das quinas com destino à Rússia, o momento não é de facto o mais apropriado para resolver esta questão, no entanto, é de carácter urgente esclarecer o futuro do jogador, que por si só influencia diretamente o Sporting Clube de Portugal.

 

Foto de Capa: Sporting CP

Afinal onde fica o Clube Futebol “Os Belenenses”?

O futebol português foi abalado com uma notícia, na passada semana, que poderá ter passado despercebida aos adeptos portugueses. Tudo por causa das constantes notícias de casos de corrupção e de violência nos três grandes, que claramente abafam este tipo de notícias, igualmente graves, e porventura com mais ilações a retirar. Falo claro, da forte hipótese de a equipa de futebol profissional do Belenenses, ter de jogar noutro estádio na próxima temporada desportiva, que não no seu tradicional Estádio do Restelo.

O Estádio do Restelo pela já sua avançada idade, 61 anos, e pelo número de jogos da Primeira Liga, ali protagonizados, ganhou o estatuto de estádio mítico do nosso futebol, e só o facto da sua ausência do futebol português ao mais alto nível é de lamentar. Este é mais um episódio da já longa disputa entre a administração da SAD e do Clube, desta vez as coisas prometem tornar-se bastante sérias. O Belenenses é um campeão nacional, merece todo o meu respeito, mas sejamos honestos, ainda que o clube esteja situado na capital portuguesa, que margem de progressão tem o clube quando todo o mercado potencial é absorvido pelo Benfica e Sporting?

As assistências no Restelo são fracas para um estádio que está numa cidade enorme, a massa adepta do Belenenses tem vindo a cair claramente com o passar dos anos, o que ganham, clube e SAD, em continuar esta disputa? A meu ver, nada. Um clube que cada vez está mais pequeno em massa adepta vai ficar dividido, e caso a equipa profissional do Belenenses se mude efetivamente para o Estádio do Jamor, ou outro qualquer, as assistências serão piores ainda.

O estádio do Jamor é a mais forte possibilidade de substituir o Restelo como a casa do Belenenses
Fonte: FPF

Não posso propriamente ajudar o Belenenses a capitalizar o seu número de adeptos, não descobri ainda essa poção mágica, mas de uma coisa tenho a certeza, esta guerra entre Clube e SAD em nada contribui para o seu crescimento, diria que contribui invés disso para a sua regressão. Ainda assim, poderemos retirar daqui algumas ilações para o futuro, e nomeadamente para os restantes clubes portugueses de pequena-média dimensão, sobre os perigos que advêm da separação da administração da SAD e do Clube. Entendo perfeitamente o porquê de este tipo de negócios acontecerem, o poderio financeiro dos três grandes e a falta de patrocinadores, sufoca cada vez mais os clubes pequenos que na necessidade de arranjar maior financiamento acabam por vender a maioria da SAD. Neste caso específico o Clube de Futebol “Os Belenenses” vendeu a maioria da SAD ao empresário português Rui Pedro Soares. E a verdade é que esta venda recuperou financeiramente e desportivamente um clube que andava um pouco à deriva, mas o presidente do clube, Patrick Morais de Carvalho, não se mostra nada conformado com o facto de o clube já não ter uma palavra a dizer sobre a equipa de futebol profissional e tem travado uma dura batalha com o administrador da SAD, Rui Pedro Soares.

Será a claque azul obrigada, em breve, a abandonar “o seu Restelo”?
Fonte: CF “Os Belenenses”

A verdade é que a SAD possuí o direito de gestão da equipa de futebol profissional, mas os ativos usados pela equipa de futebol profissional, para treinar e jogar, pertencem ao Clube, exige-se por isso uma boa relação mútua entre ambas administrações para o bem da instituição Belenenses, o que não tem acontecido. Já tivemos outros exemplos no nosso futebol de empresários a possuírem a maioria da SAD que acabaram muito mal. Desde logo o exemplo do SC Beira-Mar, que teve o iraniano Majid Pishyar como proprietário de 85% das ações da SAD e o clube acabaria por ter que ser “reinventado” passado uns anos.

Pede-se, por isso, prudência aos clubes portugueses olhando para estes exemplos recentes. O clube perder a maioria da SAD significa que o clube, e por consequência os sócios, deixam de ter uma palavra importante a dizer sobre a administração da equipa de futebol profissional.

Desejo sinceramente que a SAD do Belenenses e o Clube possam finalmente chegar a um entendimento e que trabalhem juntos em prol do clube. Fazer com que a equipa profissional se mude para um outro estádio que não o Restelo é mais um passo gigante na regressão do clube e se o Clube optar por começar uma equipa de futebol nas distritais, como já tem vindo a ser ameaçado, pior ainda.  O Belenenses é uma equipa gigante a nível histórico no contexto português, mas o seu tamanho popular neste momento não permite este tipo de loucuras, seria matar o clube.

Foto de Capa: Belenenses SAD

Os 5 grandes pilotos “McCrash”

A Citroen Racing despediu Kris Meeke. Aparentemente, o britânico andava a bater demais com os carros franceses. Com este acontecimento pus-me a pensar. Os acidentes fazem parte dos desportos motorizados, desde sempre, para sempre. Hoje em dia os carros e os fatos para os corredores de motos estão cada vez mais evoluídos, o que é de louvar.

Assim, aqui ficam, de todas as disciplinas do desporto motorizados, cinco pilotos que muitas vezes andam nos arbustos ou fora de pista. 

Desporto masculino vs desporto feminino: Um mundo de diferenças

Desporto masculino vs desporto feminino, é tudo muito diferente, em tudo e são poucos os desportos em que o masculino e feminino têm a mesma importância, com talvez o Atletismo a ser a mais próxima. 

Neste artigo, vou tentar abordar o assunto, focando-me em Portugal e tocando até num ponto em grande discussão neste momento na minha região, os Açores. 

Um dos grandes problemas do desporto português é a falta de cultura desportiva que o nosso país tem, sendo este um dos grandes motivos para que não tenhamos ainda mais sucesso nas grandes competições internacionais, masculinas e femininas. Mas neste caso do desporto feminino, o mal não é só português. O desporto ainda é visto como uma coisa para homens, em muitos aspetos da sociedade. 

Quando tirei o curso de treinador de basquetebol foi-me dito que as raparigas só começam – na grande maioria, claro está – a praticar desporto quando entram no sétimo ano escolar, porque é quando ganham alguma autonomia para decidir que querem praticar desporto. Por outro lado, os rapazes começam muito antes, o que é muito positivo. Este exemplo mostra que ainda muitos portugueses acham que o desporto é uma coisa para rapazes, algo que precisa de ser mudado.