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O melhor 11 da Liga Espanhola 2017/18

A Liga Espanhola, edição 2017/18, devolveu o título ao Barcelona. A equipa catalã cimenta assim o seu sucesso nas provas internas durante a presente década. Assinalável é também a sua prestação, notável em relação aos restantes candidatos ao troféu! Real Madrid e Atlético, claramente os adversários diretos, ainda a alguns jogos para o término do campeonato, já viam o título por um canudo…

AC Milan: Para onde caminham os rossoneri?

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Estamos em maio de 2011. A Associazione Calcio Milan, inspirada por Ibrahimovic, Robinho e Alexandre Pato, acaba de conquistar o 18º título de campeã nacional da sua história. Apesar da avançada idade de jogadores como Pirlo, Seedorf ou Abbiati, o futuro não deixa de parecer risonho para os rapazes de vermelho e preto. Hoje, sete anos e muitos milhões de euros depois, os rossoneri contentam-se com a qualificação para a Liga Europa, após terminarem em sexto lugar – a sua melhor classificação (igualada na época passada) desde 2013. A situação financeira do clube continua por resolver e os resultados desportivos não parecem melhorar, independentemento do investimento. Isto suscita uma pergunta: o que se passou?

Comecemos pelo plano desportivo. Aqui, houve uma mistura de má sorte e mau planeamento. Alexandre Pato, suposta futura referência atacante do AC Milan e da seleção brasileira, acaba por ser vendido ao Corinthians em janeiro de 2013, após uma série de lesões ter estragado os seus anos finais em Milão. Zlatan Ibrahimovic apenas estava no San Siro graças a um empréstimo do FC Barcelona. O negócio tornou-se permanente na época seguinte, mas no verão de 2012 o avançado sueco foi vendido ao Paris Saint-Germain. Robinho, apelidado de “o próximo Pelé”, acabou por ser tornar em mais uma daquelas histórias de potienciais não atingidos e foi vendido ao Guanghzou Evergrande, da China, em 2015. Três possíveis soluções para o ataque acabaram por não se confirmar.

Este ano, em particular, houve uma tentativa de renovar a equipa, com mais de uma dezena de contratações e um total de 194 milhões de euros gastos em transferências (127.90 milhões se descontarmos os lucros de vendas, de acordo com o site Transfermarkt). Chegaram ao San Siro grandes promessas, como André Silva e Franck Kessié, e jogadores com provas dadas, como Hakan Calhanoglou e Leonardo Bonnuci, mas os resultados foram escassos.

Contratado ao FC Porto por 22 milhões de euros, André Silva acabou por ter uma época muito aquém das expectativas
Fonte: AC Milan

Ainda não se encontrou um defesa central com a qualidade de Maldini – Thiago Silva era tido para muitos como um pilar na defesa rossoneri durante muitos anos, mas foi vendido ao Paris Saint-Germain em 2012 -, um médio com a classe de Pirlo – Giacomo Bonaventura é atualmente uma referência no meio campo, mas tem um estilo de jogo completamente diferente – ou um ponta de lança letal como Filippo Inzaghi – Mario Balotelli teve um sucesso moderado na sua passagem pelo AC Milan, entre 2013 e 2014, mas os seus problemas de atitude deixaram muito a desejar.

De pequenino se torce o pepino: Torneio Internacional Vila de Ponte de Lima 2018 – Dia 1

Ponte de Lima e o seu clube, a Associação Desportiva “Os Limianos”, prepararam-se, organizaram e recebem este fim de semana a oitava edição do Torneio Internacional com o nome da vila. Após um ano de interregno, a organização reuniu esforços e retomou a realização daquele que é um dos torneios mais conceituados do país destinado a este escalão de formação, os sub-12.

Durante os dias 2 e 3 de junho, os Infantis do clube da casa, AD Limianos, do FC Porto, SL Benfica, Sporting CP, SC Braga, Vitória SC, Boavista FC e Paris Saint-Germain vão medir forças e encenar os duelos mais aguerridos e escaldantes do futebol sénior. Para o primeiro dia de competição está destinada a realização da fase de grupos e, desta forma, cada equipa disputará três jogos. O sorteio realizado pelos atletas da casa, devidamente supervisionado, ditou que no grupo A figurariam AD Limianos, FC Porto, Sporting CP e Boavista FC. Por exclusão de partes, no grupo B enfrentar-se-iam SL Benfica, SC Braga, Vitória SC e Paris Saint-Germain.

O primeiro jogo opôs a equipa limiana aos leões, claramente superiores. Contudo, os da casa apresentaram uma boa réplica e prova disso é o facto de terem sido a única equipa a marcar aos verde e brancos nesta fase da prova. O resultado fechou-se num animado 1-4. Este foi mesmo o jogo mais recheado da manhã. Logo depois enfrentaram-se SL Benfica e SC Braga e os arsenalistas venceram pela margem mínima (0-1). No outro jogo da primeira jornada do grupo A, o Boavista surpreendeu e derrotou os vizinhos da invicta, o FC Porto, por uma bola sem resposta. Antes da pausa para almoço, o Vitória SC “apadrinhou” a estreia dos franceses do Paris Saint-Germain na prova, mas as equipas não desfizeram o nulo com que o desafiou iniciou.

Os dois primeiros classificados do grupo A; Sporting CP e Boavista FC
Fonte: Diogo Gonçalves

A dupla jornada da parte da tarde iniciou com o duelo entre aqueles que viriam a ser os classificados do grupo A. Sporting CP e Boavista FC anularam-se num jogo bem disputado e, contrariamente ao que pudesse ser esperado, a equipa portuense lutou de igual para igual com uns leões inconformados com a falta de golos. No outro jogo do grupo, o FC Porto venceu a formação limiana por um enganoso resultado de 3-1; começou a perder logo no primeiro minuto de jogo e suou para reverter o marcador.

O Dicionário de Fernando Santos: William Carvalho

Terminada mais uma época desportiva ao nível dos clubes, todo o universo do futebol se centra agora no Mundial da Rússia.

Portugal, inserido no grupo B, estreia-se no segundo dia de competição, frente à Espanha. No entanto, a preparação da Seleção Nacional já há muito teve início. Um mês antes do pontapé de saída na Rússia, Fernando Santos anunciou uma das decisões mais importantes: os 23 convocados para a fase final.

Face a um leque de opções alargado, o Engenheiro optou pela variedade. No grupo que vai seguir viagem para a Rússia, todos os jogadores apresentam caraterísticas diferentes, tendo utilidades repartidas pelos diversos contextos.

Assim, até à estreia da Seleção Nacional, o Bola na Rede vai definir, numa palavra, aquele que pode ser o principal contributo de cada jogador para a equipa das Quinas.

William Carvalho: Fluidez.

Descrever William Carvalho pode ser, simultaneamente, descrever a diferença entre um trinco e um médio defensivo.

É certo que a principal função de um “6” será sempre defender, mas é impossível desvalorizar a importância do médio do Sporting na manobra ofensiva da Seleção Nacional.

Com uma cultura tática e uma inteligência muito acima da média, atributos que também contribuem para a sua eficácia no posicionamento defensivo, William garante, desde logo, muita qualidade na construção e saída de bola, algo que levou a que ganhasse o lugar a Danilo no Euro 2016.

Com William Carvalho em campo, Portugal ganha outra capacidade de circulação, conseguindo controlar a partida de uma forma eficaz. Apesar de não ser um jogador rápido, o médio dos leões imprime muita velocidade no jogo, pela qualidade que garante na posse desde a primeira fase de construção.

No processo defensivo, a sua falta de velocidade e agressividade é compensada pela forma inteligente como se posiciona, não precisando de grandes correrias para roubar a bola.

Um verdadeiro gentleman do futebol que faz o jogo de Portugal fluir.

Bélgica 0-0 Portugal: O empate que os fortaleceu

O Stade Roi Baudouin foi, esta noite, palco de mais um jogo de preparação para o Campeonato do Mundo da Rússia com a equipa da casa, a Bélgica, a receber a seleção nacional portuguesa.

Fernando Santos promoveu algumas alterações no XI incial em comparação com o jogo da passada segunda-feira diante a Tunísia, com destaque para o regresso de José Fonte ao eixo da defesa, a aposta em Gelson e Gonçalo Guedes e ainda a presença de Beto na baliza. Do lado belga, Roberto Martinez não pode utilizar Witsel, que ainda recupera de lesão, e lançou a jogo Dembelé, mantendo a mesma estrutura que alinhou no jogo contra a Arábia Saudita.

Assistiu-se a uma primeira parte muito interessante, onde reinou o equilíbrio entre os dois conjuntos e uma toada de jogo rápida, vertical e de qualidade que protagonizou bons momentos de futebol. Na primeira meia hora de jogo foi notório o controlo da partida por parte dos belgas, que dispuseram de duas boas oportunidades de golo: logo aos dois minutos com um cabeceamento de Lukaku ao qual Beto respondeu com uma defesa segura e mais tarde através de um remate de Carrasco que passou perto da baliza de Beto e parou na malha lateral, levando mesmo alguns adeptos a pensar que tinha sido golo.

Este lance marcou o término da melhor fase da Bélgica e nos últimos 15 minutos foi Portugal quem assumiu as despesas do jogo e esteve por diversas vezes muito próximo de inaugurar o marcador. Em apenas 5 minutos, Bernardo Silva, Gelson e Gonçalo Guedes criaram, cada um, perigo e deixaram Portugal à beira da vantagem, evidenciando a boa forma com que a seleção nacional acabou o primeiro tempo.

As equipas regressaram ao relvado e a realidade do jogo pouco ou nada se alterou. Certo que nunca se tornou um jogo monótono e “doloroso” de ver, mas a verdade é que, mesmo comparando com a primeira parte, não foi muito atrativo e pecava no principal: golos!

Mesmo com jogadas de envolvimento e outras de contra-ataque parte a parte, escassearam oportunidades concretas de golo, o que é evidenciado pelo registo de apenas dois lances de perigo na segunda metade da partida, ambas da Bélgica, às quais Beto respondeu com duas grandes intervenções, mantendo as redes portugueses invioláveis.

O jogo terminou empatado a zero. As equipas não só se anularam uma à outra como os seus selecionadores não agiram de forma a vencer o jogo, preferindo sim fazer experiências e dar ritmo de jogo a certos jogadores., o que é inteiramente legitimo, pois estes jogos têm de ser vistos somente como um ensaio para a “principal atuação” no Mundial da Rússia.

Falando concretamente em Portugal, não foi um jogo brilhante, longe disso, mas houve indícios positivos, especialmente a melhoria do setor defensivo e ainda o impacto que Bernardo Silva, Gelson e Guedes podem ter na nossa seleção.

Foto de Capa: Federação Belga

Aí estão eles: os 4 possíveis adversários do Benfica na pré-eliminatória

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Completo o lote de equipas que conseguiu vaga na 3ª pré-eliminatória de acesso na Liga dos Campeões, ficamos já a saber quem pode ou não calhar ao Benfica no sorteio que decorre dia 14 de julho. No caminho dos encarnados estão: Fenerbahçe, Spartak Moskva, Standard Liege e o Slavia Praha. O Benfica conseguiu assim evitar equipas como o Basileia, Dínamo Kiev e Ajax* (ainda por se saber).

Iremos então fazer uma breve analise aos possíveis adversários do Benfica, na sua jornada até a prova milionária.

Afinal de quem é a culpa?

Infelizmente, e por muito que nos custe, a época voltou a não correr nada bem para o nosso clube. Foram problemas atrás de problemas que em nada beneficiaram o nosso grande amor e o prejudicado foi sempre o mesmo: o Sporting Clube de Portugal. Assim, é fundamental respondermos a uma questão chave: afinal, de quem é a culpa?

Comecemos pela verdadeira essência e pela verdadeira força do Sporting Clube de Portugal: os adeptos. Somos, sem qualquer sombra de dúvida, os melhores adeptos do mundo. Todavia, este ano não o demonstrámos ao longo de toda a época. Com ou sem razão, este ano o nosso comportamento não foi exemplar (e não, não vou falar daqueles 50 adeptos que invadiram Alcochete e atacaram aqueles que nos defendem, bem ou mal, todos os jogos. É mau demais para ser sequer escrito num tópico que aborda o comportamento de quase três milhões de adeptos.). Os assobios? Fazem parte e muitas das vezes até são justos. Agora, há comportamentos, a meu ver, inaceitáveis. Pedir a demissão do Presidente em pleno Estádio de Alvalade (recuemos ao jogo em casa frente ao Paços de Ferreira logo após o jogo em Madrid) ou insultar os jogadores em praça pública é algo totalmente descabido. As assembleias gerais existem por algum motivo e são o lugar ideal para qualquer sócio se manifestar: insultos e pedidos sem nexo nada trazem ao nosso clube e só oferecem matéria de gozo aos outros; sejamos o suficientemente racionais para debater assuntos sérios nos respetivos lugares.

Em suma, gostaria apenas de reiterar que somos, de facto, os melhores adeptos do mundo. Fazer deslocações por toda a Europa, encher estádios de norte a sul do país, estar sempre presente em Alvalade ou pagar quotas todos os meses custa (e muito!) mas por ti, Sporting, tudo vale a pena! Contudo, isso não nos dá legitimidade para assumir qualquer tipo de comportamento: se marco presença para insultar os representantes do meu clube, mais vale ficar em casa.

Um autêntico leão- adotou sempre uma postura exemplar e é o menos culpado nisto tudo
Fonte: Bola na Rede

Continuemos e avancemos para aqueles que deviam dar a vida por nós: os jogadores. Ao contrário dos adeptos, os jogadores têm uma quota parte de culpa bastante elevada naquilo que foi o comportamento da equipa ao longo da época. Alguém, por favor, que explique o conceito de “atitude” aos jogadores. É demasiado mau ver um William Carvalho que só corre nos jogos da Champions. É demasiado mau ver um Coates e um Mathieu a oferecem golos ao Atlético de Madrid. É demasiado mau ver um jogo contra o Marítimo em que ninguém mostrou o mínimo de vontade em vencer a partida. Nem tudo é mau (não dá para fazer uma estátua, por exemplo, ao Bruno Fernandes e ao Battaglia), mas, digam o que disserem, a falta de entrega e acima de tudo de paixão foi mais do que notória e em nada facilitou a vida ao Sporting Clube de Portugal, antes pelo contrário. O pior disto tudo? É, certamente, termos vistos, na mesma época, jogos fantásticos contra a Juventus e jogos vergonhosos contra o Marítimo ou contra o Vitória Futebol Clube. Como é que se explica isto? A mentalidade dos jogadores não é nem o Sporting nem muito menos o agradecimento aos adeptos.

Os 5 futebolistas do FC Porto a seguir no Mundial 2018

fc porto cabeçalho

Depois de uma época de sucesso pintada de azul e branco, não há tempo para férias e já está aí à porta o Mundial 2018 na Rússia. Apesar de em tempos, o FC Porto contribuir com muitos mais atletas para as respetivas seleções, ainda assim os dragões contarão com oito jogadores dos seus quadros a representarem o seu país.

Só na seleção mexicana, estão quatro jogadores do FC Porto: Héctor Herrera, Diego Reyes, Jesús Corona e ainda Miguel Layún que, apesar de estar a caminho em definitivo para o Sevilla FC, começou a época de dragão ao peito. Os quatros jogadores fazem parte dos 25 jogadores que vão viajar com a seleção mexicana para a Europa.

Na seleção nigeriana, constam dois nomes de dois atletas ainda ligados aos azuis e brancos na lista de 25 jogadores pré-convocados: Chidozie e Mikel Agu.

No Uruguai já é certa a presença do lateral direito Maxi Pereira e claro, na seleção portuguesa, Ricardo Pereira também estará presente no Mundial da Rússia, apesar de já não defender as cores dos dragões.

Dentro dos oito jogadores ligados ao FC Porto que estarão presentes no Mundial, selecionámos cinco que consideramos terem condições para se destacarem ao serviço do seu país.

Revista do Mundial 2018 – Alemanha

A Alemanha é uma das mais fortes candidatas à conquista do Mundial 2018, procurando a revalidação do título conquistado há quatro anos no Brasil. Com uma das bases de recrutamento mais vastas da atualidade, Joachim Low tem mão-de-obra suficiente para repetir a façanha de 2014, conseguindo formar duas ou três equipas com qualidade acima da média, como ficou provado na Taça das Confederações. Com quatro mundiais conquistados, irão os germânicos alcançar a manita?