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CD Santa Clara 3-0 Real SC: Primeira Liga- Abram alas para o Santa Clara!

Poucos imaginavam que a questão da subida de divisão ficava resolvido já neste fim de semana. A verdade é que a derrota da Académica, até então com os mesmos pontos do Santa Clara, permitiu a que se pudesse fazer festa já hoje nos Açores. E fez-se. O Santa Clara está de volta à Primeira Liga Portuguesa!

O Estádio de São Miguel engalanou-se para um momento histórico na vida do clube. Cerca de dez mil pessoas presentes no Estádio, num autêntico mar vermelho e a equipa correspondeu a esse apoio. Logo nos primeiros minutos o Santa Clara até podia se colocar em vantagem com Marcelo a desviar de cabeça para a baliza adversária em posição de fora de jogo.  Apesar disso, o Santa Clara não desistiu e foi atrás do golo que surgiria com Thiago Santana. De cabeça, o avançado conclui uma boa jogada da equipa micaelense levando o Estádio ao rubro.

O Real SC pouco fazia. A equipa ia conseguindo contrariar e enervar o adversário mas em termos ofensivos, à exceção de algumas jogadas individuais de Vinicius, pouco se viu. O resultado manteve-se até ao intervalo com o Santa Clara a sair com a vantagem.

A equipa insular garantiu o segundo lugar
Fonte: CD Santa Clara

A segunda parte começou da melhor maneira para a equipa açoriana. Belíssima jogada de Thiago Santana que cruza milimetricamente para Fernando Andrade que atirou a contar. A partir daí o Real não mais apareceu no jogo. A equipa visitante sabia que havia pouco a fazer com uma desvantagem de dois golos. O Santa Clara não tirou o pé do acelerador e dessa vez com Thiago Santana chegou ao terceiro golo na partida, golo que sentenciou a partida e que permitiu aos 10mil presentes na bancada poderem respirar de alívio.

A partir do terceiro pouco mais há a dizer do jogo. Viveram-se períodos de emoções fortes, com choros, alegrias e muita emoção. O Santa Clara acompanha assim o CD Nacional na subida à Primeira Liga, culminando assim uma temporada de nível elevado da turma de Carlos Pinto.

 11 inicial:

CD Santa Clara:

Marco Pereira, Marcelo Oliveira , Accioly (SC), Diogo Santos, Osama Rashid (sub), Pacheco (C ), Pineda (sub), Thiago Santana (SUB), João Reis, Vitor Alves, Fernando, Batatinha (sub), Minhoca (sub), R. Saldanha (Sub)

Real SC:

Tom, Thiago Morgado, Kikas (SUB), Diogo Coelho, Paulinho (SC), Cazonatti, P. Monteiro (C ) , Eduardo, T. Cele (subs), Vinicius, J.Nem (SUB)

GD Chaves 4-1 CS Marítimo: Uma vitória suada

Grande festa na bancada do Chaves num jogo muito importante para a disputa dos lugares da Europa. O calor que se fez sentir no final de tarde, durante o jogo, fez-se também sentir nas bancadas com um grande apoio protagonizado pelos adeptos do Chaves naquela que foi uma vitória suada da sua equipa. Quer por circunstâncias do jogo, quer por circunstâncias climatéricas.

O Marítimo entra melhor no início do jogo, a tentar impor o seu jogo, ganhando o duelo a meio-campo. A equipa da madeira tenta aproveitar vários espaços do lado esquerdo. Logo aos 2 minutos, Fábio China avança pela esquerda e cruza para dentro da área. Joel, no disparo, tenta concluir, mas valeu a linha de força do Chaves que conseguiu perturbar o Marítimo no seu ataque.

Por sua vez, a equipa do Chaves adota uma atitude mais pragmática, tentando resolver as poucas oportunidades que tem através de contra-ataques rápidos, grande parte deles protagonizados por aquele que é um dos grandes desiquilibradores da equipa de Luís Castro – Matheus Pereira. Aos 12 minutos, o Chaves vira o flanco e avança pela direita através de uma combinação entre o extremo e o seu colega, Paulinho. Uma boa cobertura do central Pablo, que faz o corte, salva a equipa visitante de um lance de maior perigo.

Numa fase inicial, é evidente a incapacidade do Chaves conseguir furar a defesa do seu adversário. O Marítimo mostra-se uma equipa com uma excelente organização defensiva, com todos os seus jogadores mais recuados muito compactos. O Chaves não consegue organizar os seus contra-ataques rápidos de maneira mais precisa de forma a conseguir criar mais perigo.

A partir dos 20 minutos, o jogo torna-se mais equilibrado. As duas equipas conseguem ter bola mas, ainda assim, sem conseguir progredir muito no terreno. Desportivo de Chaves e Marítimo com claras dificuldades em chegar à área dos seus adversários. Numa hora de muito calor, o jogo torna-se mais lento e as equipas começam a jogar no erro do seu adversário.

Aos 25 minutos, o Marítimo adianta-se no marcador com um golo de Bebeto. Falhanço de Rui Pinto numa fase inicial da jogada, depois, alívio deficiente de Rodrigo Pinho que resulta num ressalto que vai parar aos pés do defesa direito que aproveita o lance da melhor maneira e marca golo pela sua equipa.

De seguida, o Chaves vai à procura do golo e da respetiva igualdade. A equipa da casa sobe o seu rendimento, aumenta a posse de bola e chega mesmo ao empate, aos 37 minutos, com um golo de Tiba. O capitão da equipa transmontana finta Zainadine de maneira a ficar com o caminho livre para a baliza e remata cruzado para a esquerda sem qualquer hipótese para o guarda-redes.

Depois de imposta a igualdade, o Chaves fica por cima do jogo e é protagonista de várias ocasiões de perigo. No final da primeira parte, Artur Soares Dias assinala mão de Zainadine. A bola vai na direção da baliza e o árbitro entende que o jogador coloca propositadamente o braço, desviando assim a trajetória da bola para lá da baliza. Tudo começa num corte disparatado que direciona a bola para uma área perigosa para a equipa do Marítimo. Cobrança da grande penalidade por parte de Bressan: está feita a reviravolta por parte da equipa da casa.

A segunda parte foi espelho daquilo que foi o final do primeiro tempo de jogo. O Desportivo de Chaves foi claramente superior e conseguiu materializar essa mesma superioridade em dois golos. As individualidades começaram a fazer-se notar e um dos protagonistas do jogo – Matheus Pereira – marcou a diferença, tendo estado envolvido na maioria dos ataques da sua equipa. Já a equipa do Marítimo parecia algo perdida dentro de campo, com muitas perdas de bola, e a mostrar uma evidente falta de entendimento nos corredores.

Aos 52 minutos, Matheus Pereira dilata a vantagem no marcador com um remate do meio da rua, aumentando assim a vantagem para dois golos. Soberbo pormenor do extremo de 22 anos que está atualmente emprestado pelo Sporting ao Desportivo de Chaves.

O Marítimo ainda marca o 3-2 por Joel, mas o lance é anulado pelo VAR por fora-de-jogo. O Desportivo de chaves acaba por cima, geriu o resultado com posse de bola e ainda teve algumas oportunidades no flanco direito. Ainda assim, os jogadores do Marítimo não deitaram a toalha ao chão e procuram sempre encurtar a vantagem, mas foi a equipa da casa que protagonizou os lances de maior perigo.

Aos 58 minutos, o Chaves tem uma enorme oportunidade de golo, mas esta é negada por Charles que faz uma autêntica defesa, típica até de um guarda-redes de andebol, com o seu pé direito. Aos 77 minutos, é marcada outra grande penalidade a favor da equipa transmontana. Bebeto derruba Stephen dentro da área. Pontapé de grande penalidade concretizado por Matheus Pereira: está feito o 4-1.

O jogo acaba mesmo assim. Os Chaves coloca-se, então, com o mesmo número de pontos que Marítimo e Boavista e deixa a hipótese de ir à Liga Europa em aberto com um possível deslize do Rio Ave que é detentor do 5º lugar.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

GD Chaves: Ricardo, Paulinho, N. Maras, D. Duarte, Stephen Eustáquio, M. Pereira, Pedro Tiba, Davidson, William (Subst. Jorginho), R. Furlan (Subst. P. Queirós), Bressan (Subst. Patrão)

SC Marítimo: Charles, Joel, Baiano, J. Correa, Fábio China, Pablo, Z. Júnior, Bebeto, Gamboa (Subst. Edgar Costa), Rodrigo Pinho (subst.Ghazaryan), R. Valente (subst. F.S. Oliveira)

 

Estoril Open – Dia 6: O sonho foi cumprido. João Sousa vence o Estoril Open

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Dez anos depois de se ter dado a conhecer ao mundo ao ultrapassar a qualificação e a atingir os oitavos-de-final no “antigo” Estoril Open, este ano, João Sousa entrou no court central para discutir o troféu do maior torneio de ténis português, e saiu mesmo com ele nos braços.

O tenista vimaranense rubricou uma brilhante exibição, tendo liderado todo o encontro frente ao norte-americano Francis Tifoe. João Sousa quebrou o serviço de Tifoe logo ao 1/1 e, mais à frente na partida, reagiu da melhor forma depois do norte-americano ter reposto a igualdade, salvando três pontos de break, para fechar o primeiro parcial a seu favor.

No segundo set, mais um registo incólume, com o português a registar uma vantagem de 4/0. Apesar do norte-americano ter reagido, conseguindo reduzir para 5/4, João Sousa não vacilou na segunda oportunidade que teve para servir e fechar o encontro, selando assim mais um momento histórico para o ténis nacional, ao conquistar o Estoril Open.

João Sousa conquista assim o terceiro título ATP (a primeira liga do ténis mundial), depois de Kuala Lumpur e Valência, cumprindo assim o sonho dos portugueses ao vencer em casa. Foi um emocionado João Sousa, que se dirigiu aos adeptos na bancada, para agradecer todo o apoio ao longo da semana.

João Sousa é o primeiro português a vencer o Estoril Open
Fonte: Estoril Open

Mais tarde, na conferência de imprensa, o melhor tenista português de todos os tempos começou por dizer que, “apesar de nunca ter confessado, sempre desejei vencer este título”, considerando esta uma “semana perfeita”.

O tenista nacional dedicou, mais uma vez, o título à família e à equipa técnica, recordando as fases menos positiva da carreira e olhando para o troféu como uma “recompensa pelo esforço dos últimos anos”.

João Sousa mostrou-se confiante num resultado positivo desde cedo, “por ter a noção de que estava muito bem preparado, tendo em conta o trabalho feito nos últimos meses”.

O vimaranense recordou ainda os tempos em que ia ao Estoril Open, ainda disputado no Jamor, enquanto espectador e da forma como “olhava para os extraterrestres que lá jogavam”, reconhecendo a importância que a vitória neste Estoril Open tem, para que “os jovens portugueses de hoje possam também um dia ser esses extraterrestres”.

O Estoril Open decorreu no Clube Ténis do Estoril entre 28 de abril e 6 de maio e, depois da edição anterior ter registado um finalista português [Frederico Gil em 2010], registou agora pela primeira vez na história um vencedor “da casa”.

Foto de Capa: Estoril Open

Chelsea FC 1-0 Liverpool FC: ‘Reds’ abrandam em tarde pachorrenta

Um Chelsea a dar os últimos cartuchos em busca de um lugar de acesso à Liga dos Campeões recebia um Liverpool ainda sob o efeito da êxtase que fora a passagem à final dessa mesma competição. De um lado havia Giroud e Hazard, do outro havia o trio mortífero de Salah, Mané e Firmino.

E o resultado foi um jogo… aborrecido. Os primeiros 30 minutos foram parcos no que toca a oportunidades de golo: destaque para uma confusão na grande área do Liverpool, onde, após cruzamento rasteiro de Moses, Bakayoko prepara o remate mas Giroud acaba por “roubar” a bola ao companheiro de equipa; na outra baliza, uma perda de bola de Kanté leva a contra ataque liderado por Mané, que ainda consegue um bom remate, mas Courtois defende. Após insistência, o senegalês volta a tentar o golo, mas o guardião belga segura com facilidade.

No geral, o Liverpool era quem estava mais confortável no jogo. Tinha assumido as rédeas da posse de bola, dominando o meio campo graças a uma exibição segura de James Milner e Wijnaldum, porém o Chelsea fechava-se muito bem lá atrás, anulando o trio atacante dos reds.

Mas aos 32 minutos, os blues, que haviam vindo a crescer no jogo, fizeram uma belíssima jogada: Bakayoko – que tantas críticas recebeu esta época – abre a defesa do Liverpool com um passe para o flanco direito, onde está Moses. O nigeriano bate Andrew Robertson no duelo individual, cruza e Giroud cabeceia para o canto esquerdo da baliza, não dando hipóteses a Karius. 1-0.

Com este golo, o Chelsea ganhou confiança: três minutos depois, Fàbregas aparece na área do Liverpool e remata cruzado a partir da direita, mas a bola acaba por ir para fora. A equipa de Antonio Conte parecia ter virado o rumo do jogo repentinamente.

Até ao fim da primeira parte, o Liverpool ainda voltou a encostar o Chelsea à sua grande área, mas acusou o tento de Giroud e pouco mais fez até ao regresso aos balneários.

Ao intervalo, nenhum dos treinadores sentiu a necessidade de fazer alterações.

Os blues entraram na segunda parte muito melhor, parecendo a equipa mais solta e criativa no ataque, com alguns toques absolutamente deliciosos de Hazard. O Liverpool tentava ser mais direto, mas a solidez defensiva do Chelsea mantinha-se. Salah, Mané e Firmino estavam a ser marcados na perfeição: apenas o senegalês tinha algum espaço, e era quando vinha atrás buscar jogo.

Aos 56 minutos, há um momento fantástico de Hazard: no meio de três defesas do Liverpool, consegue entrar na área a partir do flanco esquerdo e remata, para defesa apertada de Karius. No canto consequente, Antonio Rüdiger ainda marca com um cabeceamento, mas o golo é anulado por fora de jogo, que as repetições confirmam.

Até aos dez minutos finais, tivemos um jogo… aborrecido. Novamente. Os únicos da equipa dos reds que pareciam procurar ativamente o empate eram Mané, que nunca parou de correr e de tentar, com grande dificuldade, encontrar espaço, e Jürgen Klopp, que tirou Nathaniel Clyne e Andrew Robertson (dois defesas) para fazer entrar Jordan Henderson e Dominic Solanke (ex-Chelsea). Este último foi particularmente importante, já que o treinador alemão o fez entrar pelo seu porte físico e pela sua altura. Quer isto dizer que os últimos dez minutos do Liverpool se resumiram a cruzamentos para a área do Chelsea, onde Azpilicueta, Rüdiger e Cahill lidaram com os perigos de forma exímia.

Aos 79 minutos, Marcos Alonso quase deu a esta tarde em Stamford Bridge algo verdadeiramente memorável: Moses bate Milner no flanco direito, faz o cruzamento e o lateral esquerdo espanhol aparece ao segundo poste fazer um espetacular remate de primeira. A bola vai cruzada e passa a centímetros da baliza de Karius.

Infelizmente, não tivemos um dos golos do ano: tivemos um Chelsea à la época 2016/2017, que soube anular o ataque adversário e teve em Kanté um dínamo incansável; tivemos, também, um trio atacante do Liverpool anormalmente apagado, em grande parte devido à excelente cobertura dos defesas da equipa londrina, e talvez também em consequência da emoção vivida a meio da semana, com a passagem à final da Liga dos Campeões.

À entrada para a última jornada, o Chelsea mantém vivo o sonho de atingir o acesso à liga milionária, enquanto o Liverpool terá de esquecer essa mesma competição e focar-se na partida contra o Brighton se quiser manter a terceira posição.

Foto de capa: Chelsea FC

UD Leiria 3-1 Lusitano FCV: Caminhada leiriense começa com vitória

Sob um sol intenso, o Estádio Dr. Magalhães Pessoa recebeu o jogo da primeira mão dos Quartos de Final do playoff de acesso à Segunda Liga.

União de Leiria e Lusitano de Vildemoinhos iniciaram, com este jogo, a caminhada rumo ao segundo escalão do futebol português.

O Lusitano deu o arranque inicial, numa partida que começou com as equipas a estudarem-se mutuamente, uma vez que já se tinham encontrado na fase regular do Campeonato de Portugal na presente temporada. Na primeira volta, a União de Leiria venceu 1-0, e o Lusitano levou a melhor na segunda, por 2-1.

A primeira oportunidade surgiu ao minuto seis, com o primeiro golo da União de Leiria. João Vieira rematou ao segundo poste, após assistência de Leandro.

No minuto seguinte, Barros atira a bola à barra da baliza de Wilson, após a conversão de um livre à entrada da primeira área.

O golo do empate aconteceu cinco minutos depois do primeiro tento, aos 11 minutos. Hélder Rodrigues rematou para dentro da área, mas o defesa leiriense Tony cortou para dentro da baliza da equipa da casa, traindo Wilson.

Os minutos que se seguiram contaram com as equipas a tentarem desempatar a partida, com a criação de oportunidades de parte a parte. O guarda-redes e a defesa trambela estavam atentos às investidas leirienses, ao impedir que a formação marcasse ainda na primeira parte. Por outro lado, por várias vezes, o Lusitano ambicionou o golo, com oportunidades de destaque.

Até ao fim da primeira parte, vimos um jogo equilibrado, com apenas um objetivo em mente: chegar o mais rápido possível ao segundo golo.

A massa adepta deu confiança à União de Leiria para obter uma vitória importante no playoff
Fonte: Bola na Rede

A segunda parte começou com a mesma intensidade verificada nos primeiros 45 minutos. No entanto, a União de Leiria foi melhor e chegou ao tão desejado segundo golo, à passagem do minuto 50. Leonel Olímpio lançou longo na direita, ao que Leandro respondeu com um pontapé acrobático, batendo Ruca, sem hipótese de defesa.

Estava feito o 2-1 para a União de Leiria que, a quatro minutos do fim, marca o terceiro golo, com autoria de Ernest. A formação de Rui Amorim fixou, assim, o resultado em 3-1, garantindo a primeira vitória no playoff de acesso à Segunda Liga.

A segunda mão está marcada para o próximo domingo, dia 13, às 17 horas, no Estádio dos Trambelos, em Viseu. A equipa que fizer o melhor resultado combinado das duas mãos avança para as meias-finais do playoff, onde irá encontrar o vencedor do confronto entre Mafra e Vilaverdense.

Como jogou o UD Leiria:

Wilson; Brigues, Nailson, Tony e Kaká; Leonel Olímpio, Maks e Pepo; Ulisses, Leandro e João Vieira

Substituições: Ernest (João Vieira, 65’), Diaby (Pepo, 78’), Sérgio Duarte (Ulisses, 90’)

Como jogou o Lusitano FCV:

Ruca; Paulo Oliveira, Tiago Gonçalves, Calica e Pedro Rodrigues; Jaquité, Silla e Hélder Rodrigues; Barros, Márcio Santos e Braz

Substituições:  Calila (Márcio Santos, 67’), Assane (Barros, 67’) e Jota (Paulo Oliveira, 75’)

GD Estoril-Praia 2-1 Vitória FC: Em dia soalheiro, sorriram os amarelos

Tarde de muito calor e de decisões importantes para ambas as equipas no António Coimbra da Mota. O Estoril, último classificado com 26 pontos, recebe, em jogo a contar para a penúltima jornada do campeonato, o Vitória Futebol Clube, que ocupa o antepenúltimo posto da tabela com 29 pontos.

Com a urgente necessidade de pontuar para garantir a manutenção, Ivo Vieira, técnico dos estorilistas, modificou duas peças comparativamente ao onze da última partida (derrota na Vila das Aves por 1-0): Jorman e Matheus Savio avançaram para os respetivos lugares de Allano e de Bruno Gomes.

No lado dos sadinos, José Couceiro queria ver a sua equipa longe da zona de descida. Para tal, o técnico operou três substituições em comparação com o onze que perdeu por duas bolas a zero frente ao Feirense: Arnold, Wallyson e José Semedo cederam os lugares a Vasco Fernandes, a Nuno Pinto e a João Amaral.

O jogo começou… e de que maneira! Aos 4 minutos, numa jogada que parecia algo inconsequente, Ewandro cruzou e, na zona do segundo poste, tentando aliviar para canto, Nuno Pinto acabou por introduzir a bola na própria baliza.

Ao minuto 8, foi a vez do Vitória responder. Após um cruzamento tenso e perigoso, André Pereira antecipou-se a Renan Ribeiro e atirou por cima.

O ambiente estava ao rubro no António Coimbra da Mota. A festa nas bancadas era bem elucidativa da necessidade de pontos das duas equipas: os homens da casa não paravam de apoiar a sua equipa e os sadinos apareceram em massa.

Porém, e para infelicidade dos 3588 adeptos presentes no estádio, o ritmo de jogo abrandou. O resultado era favorável aos homens da linha e o Estoril baixou as linhas, demonstrando assim o claro objetivo de jogar cautelosamente para garantir os três pontos. O Vitória bem tentava, mas os sadinos estavam em “dia não” e pouco produziram no que diz respeito ao jogo ofensivo da equipa.

Tiago Martins apitou para intervalo e a festa dos adeptos só existia graças à filosofia dos presentes: muita festa e muito apoio.

O jogo esteve sempre fechado, mas o Estoril foi ligeiramente superior
Fonte: Bola na Rede

O segundo tempo começou e, pelo decorrer do jogo, percebeu-se logo quer nada iria mudar: poucas ocasiões e um ritmo de jogo reduzido.

Foi preciso esperar até ao minuto 57 para se cheirar a golo na Amoreira. Matheus Savio foi lançado em velocidade e, com tudo para fazer o segundo da partida, permitiu Cristiano brilhar: o guardião defendeu o remate e ainda conseguir impedir o golo na recarga.

Aos 65 minutos, machada fatal para os homens do Bonfim: Fernando Fonseca foi lançado na ala; em velocidade e “na garra”, o jovem lateral português ganhou a bola, progrediu para dentro de área a assistiu Matheus Savio; o brasileiro não tremeu e atirou a contar. Estava feito o segundo da partida e do Estoril!

Após 25 minutos de muita apatia, sem ocasiões dignas de registo, o Vitória reduziu.  A cinco minutos dos noventa, Arnold, numa das suas mais do que habituais investidas, entrou na área estorilista e assistiu André Pereira. Este, de costas para a baliza, entregou a bola a Bassan, que, assim, reduziu a desvantagem.

Dois minutos depois, o Vitória teve o empate nos pés de André Pereira. Após uma falha clamorosa da defensiva do Estoril, André Moreira teve tudo para fazer o golo: já junto da baliza, rematou e a bola só foi travada por Duarte Valente já perto da linha de baliza.

O jogo terminou e o Estoril foi um justo vencedor. Demonstrou ser uma equipa matura, na medida em que soube “segurar” o jogo mal se viu na frente do marcador. Não baixou muito as linhas, mas controlou, quase na perfeição, o jogo ofensivo dos sadinos. O jogo foi pobre: Estoril mediano e Vitória mal. Foram três importantes pontos ganhos pela equipa da linha e três importantes pontos perdidos pela equipa do Sado.

Os 5 jogadores mais decisivos do FC Porto na época de 2017/18

O FC Porto está cada vez mais próximo de conquistar o campeonato nacional e tal feito dificilmente escapará das mãos dos dragões. Depois de uma época que superou todas as expectativas, em que, com pouco investimento conseguiu-se grande aproveitamento, está na altura de olhar para trás e valorizar o excelente percurso dos dragões e quais os cinco jogadores mais decisivos da temporada.

São cinco nomes que deixaram bem presente o seu contributo ao longo da temporada e que, cada um à sua maneira, foram decisivos para que fosse possível voltar a sonhar com a conquista do título.

Um desses jogadores, como a imagem denuncia, é Héctor Herrera. Conseguem adivinhar quais os restantes jogadores decisivos?

Filhos da Mãe – 10 atletas que seguiram as pisadas da progenitora

Este é o teu artigo especial do Dia da Mãe, em que te damos a conhecer dez atletas de dez modalidades diferentes que seguiram os caminhos traçados pelas suas mães. Em áreas tão diferentes como o ténis ou o wrestling, estas são as suas histórias, porque as mães são as nossas grandes heroínas, até mesmo para os mais bem sucedidos dos atletas.

WWE Backlash: A vingança está em jogo

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Após o Greatest Royal Rumble, surge o Backlash, um evento com estrelas do Raw e Smackdown Live!. Haverá alguma mudança de título ou os reinados dos atuais campeões irão prevalecer? Tudo estará em jogo neste evento, que conta com combates de grande calibre.

Vamos, Skok!

No início do ano de 2018, o Sporting Clube de Portugal contratou o guarda-redes esloveno Matevz Skok para a sua equipa de Andebol. Tem 31 anos, 1,88 metros de altura e 95 kg de peso. Veio para os Leões titulado com a medalha de bronze pela sua selecção (Eslovénia) no Mundial de 2017. Este atleta que chegava a Lisboa, proveniente do Zagreb da Croácia (onde foi aliás campeão nacional), tinha como principal missão “preencher” a baliza verde-e-branca face à lesão de Matej Asanin. Seria ele e Aljosa Cudic que ficariam incumbidos de colmatar a lesão do gigante croata.

Sempre que atuou na equipa dos Leões perceberam-se, de imediato, as suas qualidades andebolísticas: preenche bem os espaços na baliza, é eficaz na reposição da bola em jogo quando sofre um golo e é bastante ágil entre os postes. Tem mesmo uma agilidade incrível, muito devido à sua elasticidade corporal. Apresenta ainda uma excelente relação com o bloco defensivo dos leões quando a equipa se encontra em fase defensiva. Em resumo, com esta contratação, o Sporting Clube de Portugal mostra que as modalidades de pavilhão não são só para “passear o emblema” ao peito. São, sobretudo, para ganhar como se tem aliás mostrado nos últimos tempos.

É já este domingo que o Sporting pode revalidar, em sua casa, o título de campeão nacional de andebol, mais uma vez frente ao Benfica
Fonte: Sporting Clube de Portugal – Andebol

A título de exemplo, a sua atuação no final do jogo contra o FC Porto no Dragão Caixa foi determinante para a vitória dos leões no terreno do rival. Mais recentemente, as suas defesas, nos momentos finais do jogo contra o ABC, no Pavilhão Flávio Sá Leite, foram mais uma vez fulcrais para garantir uma importantíssima vitória da formação de Hugo Canela.

E, agora, em vésperas do jogo que pode revalidar o título de campeão nacional de andebol ao Sporting frente ao Benfica (mais uma vez o Benfica…), torna-se imperioso que Skok esteja ao nível daquilo que tem estado ultimamente. Gritemos, por isso, todos: Vamos, Skok!

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal – Andebol