O Wrexham eliminou o Nottingham Forest nas grandes penalidades (4-3) e garantiu a passagem aos 16 avos de final da Taça de Inglaterra.
O Wrexham recebeu o Nottingham Forest e, após um empate 3-3 no tempo regulamentar, garantiu a passagem aos 16 avos de final da Taça de Inglaterra ao vencer por 4-3 nas grandes penalidades. A equipa da casa marcou por intermédio de Liberato Cacace (37′), Oliver Rathbone (40′) e Dominic Hyam (74′). Pelo Nottingham Forest, os golos foram apontados por Igor Jesus (64′) e Callum Hudson-Odoi (76′ e 89′).
No prolongamento, o resultado manteve-se, e na decisão da marca dos onze metros, Jay Rodriguez marcou o último penalti do Wrexham, enquanto Omari Hutchinson viu o seu remate defendido por Arthur Okonkwo.
Depois de quatro vitórias consecutivas no Championship, o Wrexham volta a sorrir, desta vez na Taça de Inglaterra. Já o Nottingham, após a vitória sobre o West Ham, foi eliminado da competição.
Eis os resultados do dia da Taça de Inglaterra:
Milton Keynes 1-2 Oxford Utd (Após Penalidades)
Port Vale 1-0 Fleetwood
Preston 0-1 Wigan
Wrexham 4-3 Nottingham (Após Penalidades)
Omari Hutchinson steps up…. AND IS SAVED BY ARTHUR OKONKWO AND WE WIN THE SHOOTOUT!!!
Sérgio Conceição reagiu nas redes sociais à vitória do Al Ittihad sobre o Al Kholood. Foi o sexto triunfo consecutivo para o treinador português.
Sérgio Conceição reagiu nas redes sociais a mais uma vitória do Al Ittihad. O clube orientado pelo português venceu o Al Kholood por 4-0 e o treinador português destacou o triunfo.
«Parabéns à equipa. Seis vitórias consecutivas são o resultado do trabalho árduo de todos, mas isto é apenas o começo e deve motivar-nos a manter este ritmo. É um longo caminho, mas continuamos a avançar juntos. Vamos lá, Tigres», escreveu Sérgio Conceição.
Depois de um início complicado, Sérgio Conceição engrenou no Al Ittihad. O treinador guiou o clube à sexta vitória consecutiva em todas as competições.
Congrats to the team. Six consecutive wins are the result of everyone’s hard work, but this is just the beginning and it must motivate us to keep this momentum going. It’s a long road, but we keep moving forward together. شكرًا جزيلًا للجماهير على دعمكم Let’s go Tigers. pic.twitter.com/E2DFshdZpF
Liam Rosenior realizou a sua primeira conferência de imprensa como técnico do Chelsea e mostrou-se confiante nas suas próprias capacidades.
O novo técnico do Chelsea, Liam Rosenior, deu a sua primeira conferência de imprensa ao comando dos blues. Em preparação para o encontro com o Charlton na Taça de Inglaterra, o inglês de 41 anos abordou vários temas, incluindo a confiança nas suas próprias capacidades e a pressão de treinar na Premier League.
Liam Rosenior começou por refletir sobre a experiência no Estrasburgo:
«Quando cheguei ao Estrasburgo, fui gozado, alvo de chacota na comunicação social em França e diziam que a minha equipa iria acabar em último lugar. Eu era um ninguém vindo de Inglaterra e acabámos a apenas três pontos dos lugares de acesso à UEFA Champions League. O ruído é apenas ruído. Não o prometo, mas estou a trabalhar nesse sentido e acredito firmemente que podemos ser muito bem-sucedidos aqui. O meu tempo no Estrasburgo foi o melhor da minha carreira profissional, agora pretendo aproveitar o meu tempo aqui»
De seguida, sublinhou a mensagem que tentou passar ao plantel nas primeiras interações:
«Disse aos jogadores para se concentrarem em ganhar o próximo jogo. É assim que construímos uma série de bons resultados. O talento que temos, o compromisso com algo novo, há sinais muito positivos. O potencial deste clube é ilimitado, e eu não vou limitar o que é ilimitado».
O técnico do emblema londrino falou também sobre o facto de chegar a um cargo deste nível tão cedo na carreira:
«Acabei de dizer que não se devem limitar as ambições. Não sou arrogante, mas sou bom naquilo que faço. Em todos os cargos que desempenhei, quer como treinador interino ou adjunto, fui sempre bem-sucedido. Sempre quis estar num clube como este. Ninguém pode garantir vitórias ou sucesso, mas trabalhei muito e durante muito tempo para o alcançar».
O inglês revelou ainda as suas influências na profissão, começando pelo seu pai, Leroy Rosenior:
«Cresci com o meu pai. O meu pai era treinador e era obcecado por futebol e, por isso, eu também era. O Milan de Arrigo Sacchi. O Ajax e o Barcelona de Louis van Gaal. O meu pai incentivou-me sempre a ver equipas do estrangeiro, porque gostava de as ver jogar, e isso influenciou-me e influenciou o meu estilo de jogo atual. Luis Enrique — tive a sorte de jogar contra ele em França; Roberto De Zerbi. Pep Guardiola tem sido um dos meus heróis e agora vou poder defrontá-lo. Trata-se de ter respeito, mas nunca ao ponto de pensarmos que não podemos ter sucesso».
Por fim, o inglês descreveu a pressão de treinar na Premier League como um «privilégio»:
«Sou muito afortunado por trabalhar com jogadores excecionais e ser bem pago. A pressão é um privilégio e há tantas pessoas no mundo que gostariam de estar no meu lugar, quero lembrar-me sempre disso»
Sérgio Oliveira tornou-se num problema para o Sport devido ao elevado salário. Clube acabou por descer de divisão e terá de reduzir custos.
Ítalo Rodrigues vai liderar o Sport na reconstrução do clube após a descida de divisão. Entre as dores de cabeça do clube, encontra-se Sérgio Oliveira, um dos mais elevados salários do clube e cuja negociação será difícil, confidenciou o dirigente.
«É um contrato muito complexo. Por parte do atleta, muito bem feito. É o contrato mais bem elaborado que já vi, que protege os interesses do atleta. Os empresários do Sérgio Oliveira estão de parabéns», destacou Ítalo Rodrigues, diretor de futebol do Sport.
A Real Sociedad venceu o Getafe por 2-1 num jogo de loucos na 19.ª jornada da La Liga. Vitória resgatada a ferros e nos descontos.
A Real Sociedad venceu o Getafe por 2-1 na 19.ª jornada da La Liga. Conjunto basco esteve a vencer, sofreu o golo do empate nos descontos, mas ainda conseguiu marcar o golo dos três pontos.
Brais Méndez (36′) adiantou o clube basco na partida, mas Juanmi (90′) levou a afición da casa à loucura com o golo que deixou um ponto em casa. Nada estava acabado e Jon Aramburu (90+6′) deu mesmo a vitória à Real Sociedad.
Com este resultado, há fortes mudanças na tabela. A Real Sociedad ultrapassa o Getafe e sobe ao 10.º lugar com 21 pontos, os mesmos do adversário que ocupa o 11.º lugar na tabela.
Mattéo Guendouzi deixou a Lazio e assinou pelo Fenerbahçe a troco de 29 milhões de euros, com um contrato válido até 2030.
O Fenerbahçe bateu oficialmente o recorde da transferência mais cara da história do clube, com a contratação de Mattéo Guendouzi. O médio proveniente da Lazio chegou a troco de 29 milhões de euros e assinou um contrato válido até junho de 2030.
Mattéo Guendouzi cumpria a terceira temporada ao serviço do emblema italiano e era uma das maiores referências da equipa orientada por Maurizio Sarri. Em 17 jogos na atual temporada, o internacional francês apontou dois golos e uma assistência. Antes da passagem pelo futebol italiano, o médio de 26 anos representou o Lorient, Arsenal, Hertha Berlim e Marselha.
Desta forma, o Fenerbahçe quebra o recorde estabelecido durante o mercado de verão, com a aquisição de Kerem Akturkoglu ao Benfica por 22,5 milhões de euros. Além de Mattéo Guendouzi, o clube turco comprou também Anthony Musaba ao Samsunspor por cinco milhões de euros.
Diana Silva e Lena Pauels estão de regresso após lesão. Dupla do Benfica convocada para o embate diante do Rio Ave.
Boas notícias para o Benfica e para Ivan Baptista. Diana Silva e Lena Pauels estão recuperadas de lesão e integram o lote de convocadas para o jogo contra o Rio Ave.
Diana Silva estava fora dos relvados há três meses depois de uma cirurgia abdominal eletiva. Já Lena Pauels era um desfalque mais recente, tendo falhado os últimos dois jogos do Benfica. Ambas as jogadoras tiveram o aval do departamento médico e poderão voltar aos relvados.
O Benfica defronta o Rio Ave na nona jornada da Primeira Liga Feminina. O duelo está agendado para este sábado, 10 de janeiro, a partir das 15h.
Matheus Donelli e Lucão surgem como alternativas para o Gil Vicente caso Andrew Ventura deixe o clube rumo ao Flamengo.
O Gil Vicente já tem duas alternativas definidas caso Andrew Ventura seja vendido no mercado de janeiro. Segundo o jornalista André Hernan, Matheus Donelli e Lucão são os dois guarda-redes brasileiros referenciados.
Matheus Donelli, de 23 anos, representa o Corinthians e realizou 11 jogos pelo clube na temporada de 2025. Já Lucão, de 24 anos, veste a camisola do Bragantino e contabilizou cinco encontros na última época.
🚨🚨 Flamengo ofereceu 1.5M de euros + 10% de futura venda pelo Andrew; Gil Vicente deve aceitar, mas antes quer fechar um substituto. Há dois alvos brasileiros: Matheus Donelli (Corinthians) e Lucão (RB Bragantino) (com Bruno Andrade) pic.twitter.com/F8fikDdmhW
O Campeonato Mundial de Resistência (WEC) presenteou-nos com uma temporada maravilhosa. Uma primeira metade gerida pela Ferrari e a segunda parte a ter pelo menos quatro equipas diferentes a vencer, mas com os italianos a levarem a melhor sobre todos os seus rivais da classe Hypercar. O espetáculo destes carros fez-se por oito rondas, com a celebração final no Bahrain.
Decidimos escolher um TOP 5 de melhores momentos da temporada dos hypercars, onde tivemos oito equipas a lutar por pódios, vitórias e entradas nos TOP 10.
A temporada de 2025 foi um salto na performance da Peugeot, que viu dois pódios chegarem até si. sendo eles em COTA. nos EUA e em Fuji, no Japão. Apesar dos dois marcos, conseguiu também uma quarta posição em COTA, sendo as restantes posições abaixo de sexto lugar. Mesmo assim, a segunda metade do campeonato deu bons pontos à equipa francesa, que terminou em penúltimo lugar.
Na primeira temporada a Aston Martin, tudo o que podia ter corrido mal…correu. Porém, tudo isso faz parte da aprendizagem da equipa, incluindo o feedback dos seus pilotos. Apesar de serem mais as vezes fora do TOP10, apenas retiraram os seus carros, em conjunto, quatro vezes, dois para casa um. Por três vezes, o carro #009 conseguiu ficar dentro do TOP10. E em Fuji, mostraram um ritmo incrivel, tanto nos hypercar como nos LMGT3
Outra equipa que teve muitos altos e baixos em 2025 foi a Alpine. Conseguiram vencer a corrida do Japão e mais dois pódios em Imola e Spa Francorchamps. Foi das equipas que não retiraram uma única vez. Os dois carros juntos ficaram sete vezes fora do TOP10, sendo que o #35 só ficou em 12º no Qatar
Foram necessários dois anos para a equipa italiana conseguiu conquistar os títulos de piloto e de equipa na WEC, tendo vencido as duas 24h de Le Mans do ano em que entrou e do seguinte (sem contar com a vitória do AF Corse). Venceu as três primeiras corridas, conquistando apenas mais três pódios depois disso. Foi um bom ano para a equipa italiana, que demonstrou ritmo, mas começou a perdê-lo com a aplicação do BoP (Balance of Performance).
— FIA World Endurance Championship (@FIAWEC) June 15, 2025
Kubica vence Le Mans com AF Corse
Fiquei na dúvida de qual seria o meu número um, mas teve de ser esta. A história de Robert Kubica com a Ferrari na Fórmula 1 foi das mais bonitas que nunca aconteceu. Depois do seu acidente no Canadá em 2007 e mais tarde, em 2011, no rally Ronde di Andora, que o deixou com problemas no braço, ombro e perna, o polaco perdeu todas as chances de conduzir pela Scuderia. Anos mais tarde, acabaria por conduzir um Ferrari AF Corse Hypercar e vencer as míticas 24h de Le Mans à geral e ainda vencer o campeonato em que o carro se encontra. Este foi, para mim, um dos grandes momentos de 2025 e que não será esquecido tão cedo.
A WEC regressa às pistas a 28 de março de 2026 para os 1812km do Qatar. Este ano, a categoria recebe novamente oito carros (saída da Porsche e entrada da Genesis).
Com novo treinador e novo Diretor Geral, a época de 2025 dos New York Jets marcou o início de um novo ciclo. Não foi uma época fácil e o produto desportivo ficou, frequentemente, abaixo das (já baixas) expectativas. Ainda assim, continuam a existir pontos positivos, aqui ficam alguns deles.
Equipas especiais de elite – Se a defesa e o ataque dos Jets foram dos piores da Liga, as equipas especiais foram o exato oposto. A escolha de Chris Banjo para liderar o grupo foi em cheio e o jovem treinador colocou em campo um grupo disciplinado, empenhado e capaz de virar jogos. Para mais, a equipa parece finalmente ter um Punter de longo prazo em Austin McNamara.
Vislumbres de um futuro prometedor – Numa época que acabou com um registo final de 3-14 (empatado para o pior da Liga), certamente não há vontade de ver repetido o produto que a equipa apresentou durante a maior parte da temporada. Porém, houve momentos que deixaram esperança de que a equipa técnica sabe o que fazer. Desde dar luta até ao fim a Steelers e Bucs até à vitória sobre os Falcons, houve momentos (ainda que fugazes) em que os Jets pareciam um conjunto competente. Há (alguma) esperança.
Toda a proteção necessária – Se há local que é fulcral para obter sucesso no futebol são as trincheiras. E, do lado do ataque, os Jets parecem ter a questão resolvida para os anos vindouros. A sua linha ofensiva já é acima da média e é maioritariamente jovem. Com Fashanu e Membou nas pontas e Tippmann no interior, mais de metade da linha está assegurada para a próxima década com muita qualidade. Um presente de boas-vindas muito desejado para quem for o próximo Quarterback a vestir de verde Gotham.
As pechinchas de Mougey – De Jowon Briggs a Jarvis Brownlee Jr., de Harrison Phillips a Adonai Mitchell, o novo Diretor Geral esteve atarefado a acrescentar valor ao plantel (e muito dele com previsão de ficar na equipa a longo prazo) pagando muito pouco por isso. Numa Liga em que muitos pecam por não apostar o suficiente em trocas, Mougey não hesitou em mexer no mercado para começar a criar um grupo à sua imagem.
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"I'm excited about the offseason as we go into it. I feel more confident today than ever moving forward with what we have going"
Capital no draft de sobra – Com o péssimo desempenho em campo e as trocas de Sauce Gardner e Quinnen Williams, os Jets têm agora um vasto leque de escolhas de draft em posições de destaque para mudar o rumo da sua equipa (incluindo três escolhas no top 33 em cada um dos próximos dois drafts). Se souberem o que fazer com elas, poderão dar uma volta de 180º a este plantel e o seu futuro será risonho.