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O futebol de rua como escada para o sucesso

Cabeçalho Futebol Nacional

A grande maioria dos futebolistas profissionais da história teve o seu primeiro contacto com uma bola de futebol na rua. É na rua que muitas crianças se divertem, que se inspiram nos seus maiores ídolos e sonham em tornar-se futuramente nos maiores craques da bola.

Acho que qualquer futebolista profissional nos dias de hoje guarda nas suas memórias os tempos em que jogava à bola na rua com os amigos de infância. O futebol de rua é um dos regalos que as crianças têm, no momento em que ainda não têm preocupações nem responsabilidades.

A convivência com os amigos, fazer os postes das balizas com pedras, camisolas ou até mochilas, chegar a casa com a roupa toda suja e/ou rasgada… creio que isso é um dos maiores prazeres da vida que uma criança pode ter.

Seria Cristiano Ronaldo o jogador que é hoje sem ter jogado futebol na rua? Fonte: Facebook Oficial Cristiano Ronaldo
Seria Cristiano Ronaldo o jogador que é hoje sem ter jogado futebol na rua?
Fonte: Facebook Oficial Cristiano Ronaldo

No entanto, esse é um privilégio cada vez menos aproveitado pelas crianças na flor da idade, e isto acontece pelos mais variados motivos. Primeiro que tudo, nos dias de hoje é cada vez mais frequente ver miúdos de 5 anos fechadas em casa agarradas ao iphone ou ao tablet em vez de irem brincar para a rua e socializarem com miúdos da mesma idade, visto que já dispõem de meios tecnológicos para o fazer sem sair de casa.

Outros factores são a carga horária dos pais das crianças que lhes retira tempo e cabeça para terem uma participação mais activa na vida dos filhos. E por fim, a insegurança cada vez maior que se vive nas ruas que faz com que seja muito arriscado um grupo de crianças brincarem na rua sem a supervisão de algum adulto.

No entanto, creio que devemos olhar para o futebol de uma forma mais profunda e futurista, ou seja, devemos pensar na influência que o futebol de rua vai ter num futuro futebolista profissional que tenha uma carreira de sucesso. Sim, porque mesmo que os miúdos joguem numa escola de futebol, também jogam futebol na rua com os amigos, e não é a mesma coisa.

SC Braga 2-2 SC Portimonense: O regresso de Wilson e 90 minutos que pouco contaram

Cabeçalho Futebol Nacional

Braga a receber a meio de uma tarde de sexta-feira no inverno um jogo de futebol daqueles que, como se costuma dizer, só contam para aquele conhecido jogo de apostas. Com ambas as equipas já eliminadas da Taça da Liga, só a honra estava em jogo e composição das bancadas mostrou isso mesmo, com apenas 2994 espetadores presentes.

Depois da alteração do horário do jogo, estava marcado para as 21h e foi durante a semana adiantado para as 16h, houve nova mexida no tempo, desta vez porque o ritmo pachorrento de uma partida quase de treino viu os jogadores demorarem a sair do balneário e o jogo lá começou com cinco minutos de atraso.

Perante a parca relevância prática do jogo, Abel Ferreira aproveitou para rodar alguns jogadores menos utilizados, revolucionando o onze. Na baliza, Tiago Sá fez a sua estreia pela equipa principal dos minhotos e, à sua frente, Bruno Viana, Rosic e Sequeira juntaram-se ao habitual titular Goiano para formar um quarteto defensivo praticamente novo. Já na frente os destaques eram André Horta, que após ter começado a época passada a titular no Benfica foi perdendo espaço na Luz e agora tarda em afirmar-se neste empréstimo ao Braga, e o regresso de Wilson Eduardo aos relvados após lesão prolongada.

Wilson Eduardo precisou somente de cinco minutos para marcar no seu regresso após lesão Fonte: SC Braga
Wilson Eduardo precisou somente de cinco minutos para marcar no seu regresso após lesão
Fonte: SC Braga

E o extremo português dificilmente regressaria de melhor maneira, já que fez o gosto ao pé logo aos 5 minutos, dando aos da casa vantagem sobre um Portimonense com muitos dos habituais titulares, com exceção para a inclusão do jovem Wilson Manafa.

Com a partida a baixa intensidade e sem nenhum dos onze a ter grande incentivo para deixar tudo em campo, os 90 minutos serviram bem para observar alguns dos jogadores em campo. Por exemplo, Tiago Sá demonstrava algum nervosismo e teve algumas saídas mal medidas a cruzamentos. Já Nakajima ia sendo o melhor dos algarvios e mostrando alguns lampejos de qualidade a espaços, ainda que não nível que o leva a ser um dos nomes mais falados do mercado de transferências de janeiro.

Numa primeira parte sem muita ação digna de nota, seriam dois cantos a acrescentar alguma emoção. Primeiro, um canto tenso de Goiano encontrou um bom remate de Bruno Viana para ampliar o marcador, aos 31 minutos. E não muito depois, aos 38 minutos, foi a vez de Dener reduzir de cabeça.

A segunda metade trouxe um jogo mais direto, com maior velocidade de muita parada e resposta. Ainda assim, não foram muitas as oportunidades para visar as balizas adversárias. Wilson Eduardo enviou a bola ao poste aos 52 minutos, o Portimonense desperdiçou um contra-ataque de três para dois pelos 75 minutos e até o árbitro teve o seu momento quando parou o jogo devido a problemas técnicos com o intercomunicador que não foram passíveis de se resolver.

Só que o que parecia caminhar para uma aborrecida vitória dos arsenalistas teve o seu senão aos 78 minutos, quando Dener, sozinho frente a Tiago Sá, estoirou com a bola para dentro das redes e colocou tudo empatado. Os adeptos da casa não gostaram e demonstraram o seu desagrado, mas foram mesmo os visitantes que se motivaram com o empate e partiram para cima do opositor na tentativa de chegar ao golo.

O jogo acabaria mesmo com um empate a dois e foi um justo culminar da participação destas equipas na Taça da Liga, sem nada de mais para mostrar e a justificar a eliminação.

FC Porto: 5 Melhores Momentos do Ano

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fc porto cabeçalhoO que têm em comum 2014, 2015, 2016 e 2017? Foram anos péssimos ao nível de conquistas por parte da equipa principal de futebol e, para os pergaminhos de um clube como o FC Porto, esse cenário torna-se aterrorizador. Portanto, quando convidado a fazer uma retrospetiva dos melhores momentos do ano que agora termina, por muito que (nos) custe, voltamos a não enumerar qualquer título (no futebol sénior). Recordemos, porém, alguns episódios que poderão figurar na lista dos mais positivos deste ano, na esperança de que 2018 traga as alegrias que tanto queremos.

As 5 equipas revelação de 2017

Cabeçalho Futebol Internacional

Aproximando-nos do final de 2017, chega a hora dos habituais balanços e revistas do ano. No futebol não deixa de ser diferente e, para além do jogador e da equipa do ano, destacam-se também as maiores surpresas e desilusões. Vamos, agora, nomear 5 equipas revelação deste ano civil, algo que foi mais complicado do que o que pode parecer, face à irregularidade das equipas de uma época para a outra.

Material de anel ou é só papel?

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Cabeçalho modalidadesA época é 2017-2018. The Process está supostamente terminado, veremos o que a sorte reserva para o draft da próxima temporada. E em Philadelphia volta-se a sonhar com a post-season e, em algumas mentes, pensa-se mais alto, deseja-se um título. No papel os 76ers parecem possuir o talento para tal, mas a realidade é assim tão encorajadora?

Vamos a algo óbvio: a equipa orientada por Brett Brown tem no seu plantel muito e bom talento jovem. Joel Embiid à cabeça, Ben Simmons, o próprio Markelle Fultz apesar de ser nesta altura uma carta fora do baralho, numa segunda linha Dario Saric ou Robert Covington. Juventude não é suficiente e portanto esta época o front-office dos 76ers procurou juntar experiência trazendo nomes como J.J. Redick ou Amir Johnson. Mas, na prática, o resultado não está ser o esperado. A equipa tem neste momento um saldo de 15-18 e se a temporada terminasse neste momento, estaria fora dos playoffs. Mas então, com tanto talento, porquê que as coisas não estão a correr bem? Porque sinceramente os jogadores de Philadelphia parecem feitos de papel ou apresentam lacunas graves no seu jogo.

Primeiro caso: Joel Embiid. Quando saudável, é uma besta. O impacto que produz na equipa é notório, mas a sua saúde é em muito questionável. Segundo caso: Ben Simmons. Números fantásticos para um rookie, mas a lacuna no seu jogo é demasiado gritante: este rapaz não consegue lançar a mais de 2 metros do cesto e, as defesas contrárias começam a saber utilizar isso contra o jovem jogador. É muito jovem e claramente pode melhorar este aspeto e, se o conseguir fazer, será notoriamente um dos melhores jogadores da NBA. Terceiro caso: Markelle Fultz. Chegou ao draft de 2017 que se encontrava recheado de talento como o óbvio número um.

Markelle Fultz é ainda uma incógnita, apesar das previsões de um futuro risonho Fonte: NBA
Markelle Fultz é ainda uma incógnita, apesar das previsões de um futuro risonho
Fonte: NBA

É muito cedo para julgar o jovem base, até porque tudo indica se encontrava lesionado nos poucos jogos que fez na liga, mas acredito que é nos seus ombros que muito do futuro sucesso dos Philadelphia 76ers reside. Jogando a Point-Guard, pode libertar Bem Simmons para outras zonas do campo e permitir que este seja um jogador à imagem de Lebron James, deixando a organização de jogo nas mãos de Fultz. Estes três nomes, juntando a Dario Saric e Robet Covington formam um dos melhores jovens elencos da liga, mas será sempre importante juntar experiência em cada off-season.

A ideia está lançada: para Philadelphia voltar a celebrar um título, os talentosos membros da equipa tem que se manter saudáveis, sobretudo no caso de Embiid. Se estes jogadores deixarem de ser feitos de papel, é muito provável que um anel chegue, nos próximos cinco ou seis anos.

Foto de Capa: NBA

ATP e WTA: Previsões para 2018

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Cabeçalho modalidadesO ano 2017 aproxima-se a passos largos do seu final o que significa que, muito em breve, se irá iniciar a temporada tenística de 2018. É sempre difícil fazer previsões e, a esta distância e ainda com tantas incertezas, o grau de dificuldade torna-se ainda maior. Porém, tanto no setor feminino como no masculino o Brisbane International inicia-se já no dia 31 de dezembro e, como tal, há que começar a pensar seriamente na temporada que se encontra prestes a iniciar.

Começando pela vertente feminina, entenda-se, pelo circuito WTA, o equilíbrio de 2017 traz dúvidas acrescidas para 2018. Tenistas como Karolina Pliskova, Simona Halep, Garbiñe Muguruza ou até mesmo Caroline Wozniacki são, todas elas, muito equiparadas tanto para o bem (qualidade tenística) como para o mal (inconsistência). Ainda assim, parece haver um ascendente da espanhola sobre todas as outras. Muguruza é a única que procura sempre dominar, que não tem medo de arriscar que, pode bem dizer-se, tem espírito de campeã. Porém, atenção a Elina Svitolina! Esta esteve em bom plano durante grande parte da temporada passada e, com apenas 23 anos de idade, tem ténis “para dar e vender”. Mas será que pode vencer um torneio do Grand Slam já em 2018? A juntar a esta equação, já por si equilibrada, somam-se mais quatro nomes de peso: a campeoníssima Serena Williams, a (agora) mal-amada Maria Sharapova, a guerreira Petra Kvitova e Victoria Azarenka.

Serena Williams é, como se sabe, capaz de tudo. Ainda que tendo estado durante um ano afastada da competição é certo e sabido que torneio no qual a norte-americana entre é para ganhar. Portanto, não seria de estranhar que, no mínimo, esta vencesse um torneio do Grand Slam na próxima temporada. Maria Sharapova teve um ano para ganhar ritmo competitivo e parece certo que, caso não enfrente problemas físicos, 2018 poderá também ser o ano do regresso às grandes conquistas. Para Petra Kvitova e Victoria Azarenka a história é um pouco mais complicada. Kvitova parece, compreensivelmente, não conseguir atingir a consistência de outrora e Azarenka continua a enfrentar problemas judiciais na luta pela custódia do filho. Portanto, embora seja crível que 2018 traga alguns fogachos destas duas grandes atletas, ficam dúvidas acerca da sua capacidade para regressar aos grandes títulos.

Serena Williams e Maria Sharapova são sérias candidatas a conquistar grandes títulos em 2018 Fonte: Sports Illustrated
Serena Williams e Maria Sharapova são sérias candidatas a conquistar grandes títulos em 2018
Fonte: Sports Illustrated

Na vertente masculina, isto é, no circuito ATP, as dúvidas são semelhantes. Roger Federer parece, à partida, o maior candidato às grandes vitórias. Rafael Nadal deverá ser o seu grande rival mas, prestes a iniciar-se a temporada, mantém-se a lutar contra os problemas no joelho que o atormentaram no final da temporada transata. Depois vêm os regressados…e que regressados! Novak Djokovic nem de perto nem de longe está morto para o ténis e, como tal, o seu regresso aos courts deve colocar toda a concorrência em alerta. Assim, não seria de estranhar se o sérvio conseguisse mesmo conquistar algum torneio do Grand Slam já em 2018. Andy Murray também deverá regressar à competição, mas de forma mais faseada; assim, o britânico deverá aproveitar a primeira metade da temporada para ganhar ritmo competitivo, com a certeza de que na segunda metade poderá lutar pela conquista de títulos. A situação de Stan Wawrinka é ainda mais complexa: alvo de uma cirurgia ao joelho continua a sentir dificuldades para competir e, como tal, também não é crível que este venha a estar na luta por torneios importantes na primeira metade da temporada. Já na segunda metade tudo pode acontecer até porque Stan “The Man” está habituado a ser um outsider e a ganhar nessas circunstâncias.

A somar aos big four, que com Wawrinka em boa forma bem podem ser os big five, juntam-se alguns dos suspeitos do costume. Dimitrov finalmente parece estar a deixar de ser baby Fed para ganhar vida própria, Zverev e Thiem parecem já capazes, pese embora a tenra idade (sobretudo do primeiro) de lutar pela vitória de torneios do Grand Slam. Ainda se poderia juntar Nick Kyrgios a esta equação, mas o australiano é o pior pesadelo que qualquer apostador pode ter!

Federer poderá ter mais um grande ano; Nadal está (ainda) dependente da sua condição física Fonte: ATP World Tour
Federer poderá ter mais um grande ano; Nadal está (ainda) dependente da sua condição física
Fonte: ATP World Tour

As cartas estão lançadas e, pese embora as muitas incertezas, ficam alguns palpites: Roger Federer, Novak Djokovic, Serena Williams e Maria Sharapova vão vencer, pelo menos, um torneio do Grand Slam; Andy Murray e Stan Wawrinka terminarão o ano fora do top-10 mundial; Angelique Kerber manter-se-á fora do top-10 mundial; Venus Williams disputará, pelo menos, uma final de um torneio do Grand Slam. Façam-se apostas e…feliz ano tenístico 2018!

Foto de Capa: ESPN

Se eu estivesse no lugar de Jorge Jesus

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Se eu estivesse no lugar do treinador dos leões, Jorge Jesus, tinha tudo para ficar tranquilo. Andava de cabeça para cima, olhava com desdém sempre que via aqueles comentadores da televisão a criticarem a equipa do Sporting. Mas atenção: ficava tranquilo mas não relaxado. Vamos por partes.

Se eu fosse o JJ, olhava para o plantel leonino e para o desempenho desportivo da equipa e o que via? Uma formação em primeiro lugar no campeonato nacional, a disputar uma competição europeia (a Liga Europa), a Taça de Portugal e a Taça da Liga. Estamos, por isso, em todas as frentes e isso deixava-me tranquilo. Mas atenção: tranquilo mas não relaxado. Vamos ainda por partes.

Na baliza, ter um Rui Patrício é ter uma muralha. Ter como guardião um jogador campeão europeu pela seleção nacional, que muito contribuiu para o título luso, é um orgulho enorme. Como suplente, Salin dá garantias sempre que é chamado.

Na defesa, Coates e Mathieu são centrais de luxo. No banco, André Pinto tem correspondido sempre que é chamado à titularidade ou às substituições operadas pelo técnico dos Leões, como foi o caso em Vila do Conde com a lesão do francês Jérémy Mathieu. Quanto aos laterais, Piccini está bem melhor do que aquilo que alguns vaticinaram no início da temporada, inclusivamente eu. Está mais maduro, mais enquadrado com os movimentos ofensivos e defensivos dos leões, mas ainda tem aspetos a melhorar. Contudo, o seu suplente, o macedónio Stefan Ristovski é, na minha opinião, um jogador mais aguerrido, mais raçudo. Tem correspondido com exibições de elevado desempenho sempre que atua na ala direita da defesa leonina.

Mathieu cedo conquistou as bancadas de Alvalade Fonte: Sporting CP
Mathieu cedo conquistou as bancadas de Alvalade
Fonte: Sporting Clube de Portugal

Do lado esquerdo, Fábio Coentrão está, temos que admiti-lo, uns furos bem abaixo daquilo que conhecíamos. A idade não perdoa, Coentrão não tem culpa e o Sporting também não. São assim as coisas, é assim a vida. Mas o seu suplente Jonathan Silva também não dá garantias de substituir o português, revelando-se um jogador inseguro nos momentos de transição defensiva da equipa. Haverá algum lateral esquerdo na calha para atacar o resto da temporada?

No setor do meio-campo, William Carvalho pode, tal como refere alguma comunicação social portuguesa mas também inglesa, estar com as malas prontas para deixar o clube de Alvalade e partir para terras de sua majestade. O West Ham parece ser o destino mais provável para o médio internacional português. Abre-se, se essa saída se verificar, um enorme buraco no plantel do Sporting. E aqui é que JJ deve começar a pensar e a preocupar-se, nunca ficar relaxado: ou entra para a posição Petrovic ou o Sporting tem que ir ao mercado procurar soluções com outras garantias. A posição 6 é, no futebol moderno, uma posição extremamente importante, constituindo-se o pêndulo de qualquer plantel, a primeira engrenagem a ser colocada em marcha durante os momentos de transição. Convém que o Sporting não baixe a fasquia, caso Carvalho saia e que trabalhe no sentido de ter um jogador ao seu nível para a posição.

FC Porto: 5 piores momentos de 2017

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Chegado o final do ano está na hora de refletir nos erros e piores momentos passados com esperança de que, no futuro, estes não se voltem a repetir. Desejamos um 2018 futebolístico com mais felicidade, conquistas e juízo!

SL Benfica: 10 Momentos de 2017

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sl benfica cabeçalho 1Com o ano a chegar ao fim está na altura de fazer um balanço, mas não é um balanço qualquer. Não irei fazer uma análise exaustiva aos 365 dias do Benfica em 2017, mas sim abordar os 10 momentos mais altos, baixos e carismáticos do ano benfiquista. Comecemos.

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Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

Benfica 2-1 Sporting – Dérbi a jornada 13 da Liga NOS. O Benfica, a realizar um excelente começo de temporada, recebeu um Sporting, também em boa forma, e com ieias de repetir o que tinha feito há dois anos quando chegou à Luz e venceu por 0-3. Salvio aos 24 e Jiménez aos 47 fizeram os golos do Benfica que viram Bas Dost reduzir aos 69. Foi uma vitória importante que afastou alguns fantasmas e embalou o Benfica para o tetra.

Os 10 flops do ano no Futebol Europeu

Cabeçalho Futebol Internacional

O ano já vai longo e com isso junta-se mais uma vez a altura dos tops de tudo, desta vez, é o top 10 de flops que é como quem diz, o top 10 de desilusões deste ano. Um flop tem na sua natureza uma carga negativa. Pode ser um jogador que prometia muito a um clube e afinal não desenvolveu, pode ser uma transferência de valores megalómanos e depois acabou por não justificar o investimento, ou só um nome sonante que não fez o que habituou os fãs a fazer. O que quer que seja, esta é uma compilação dos 10 principais flops deste ano civil.

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Iheanacho Kelechi custou este ano ao Leicester 27.70 milhões de euros Fonte: Premier League
Iheanacho Kelechi custou este ano ao Leicester 27.70 milhões de euros
Fonte: Premier League

Iheanacho Kelechi – O nigeriano de 21 anos e uma das 50 promessas do futebol de 2016 foi transferido do Manchester City (onde apesar de não ser titular, quando entrava mostrava já todo um potencial emergente) para o Leicester City. A verdade é que não podemos dizer que o jogador não se habituou ao campeonato, pois enquanto no Manchester City contava já com 21 golos em duas épocas (sendo que é necessário dizer muitas vezes nem segunda opção nas Escolhas de Pep Guardiola nos citizens), em Leicester, Kelechi leva apenas 1 golo em todas as competições, revelando não ser sequer opção nas escolhas de Claude Puel no Leicester que não viu o jogador aproveitar as oportunidades que lhe foram dadas, não sendo assim, opção titular para os jogos do Leicester.