O Lyon continua a preparar a nova temporada e oficializou as contratações de Mohamed Ouedraogo e Mads Bidstrup.
O Lyon continua a reforçar o plantel de Paulo Fonseca e anunciou as contratações de Mohamed Ouedraogo e Mads Bidstrup. Mohamed Ouedraogo, lateral-esquerdo de 23 anos, foi contratado ao Altach, por 2,2 milhões de euros, mais 600 mil euros em objetivos e 10% de uma futura venda.
Internacional pelo Burkina Faso, o defesa chega depois de três temporadas na Áustria, onde realizou 72 jogos, marcou cinco golos e fez quatro assistências.
O clube francês oficializou também a chegada de Mads Bidstrup, dinamarquês do Red Bull Salzburgo. O médio assinou um contrato válido por cinco temporadas, numa transferência avaliada em 10,5 milhões de euros, acrescidos de três milhões em bónus. Titular e capitão na equipa austríaca, Mads Bidstrup participou em 36 jogos na última época e contribuiu com uma assistência.
Com as chegadas dos dois jogadores, o Lyon de Paulo Fonseca prossegue a remodelação do plantel de forma a atacar a qualificação para a Champions League.
Koba Koindredi já não integra os trabalhos da equipa principal do Sporting e passou a treinar com a equipa B dos leões.
Koba Koindredi deixou os trabalhos da equipa principal do Sporting e passou a integrar os treinos da equipa B. Segundo a Bola, o francês ficará na equipa B até o clube de Alvalade definir um futuro para o atleta.
Depois de participar nas primeiras duas semanas de pré-temporada na Academia Cristiano Ronaldo, o médio de 24 anos não seguiu com a equipa de Rui Borges para o estágio em Lagos, uma vez que não entra nas contas do treinador para a nova época. A prioridade do Sporting passa por uma transferência em definitivo, depois de ter investido cerca de 4,3 milhões de euros na contratação do médio em janeiro de 2024, quando era jogador do Estoril Praia.
No entanto, caso não surjam propostas nesse sentido, a SAD leonina admite uma nova cedência, desde que inclua uma opção de compra obrigatória ou facultativa para 2027.
Na temporada passada, Koba Koindredi esteve no Basileia, onde disputou 40 jogos, marcou dois golos e fez uma assistência.
O Alverca confirmou a transferência definitiva de Lincoln para o Bursaspor, da Turquia, após uma temporada ao serviço do clube.
O Alverca oficializou a transferência definitiva de Lincoln para o Bursaspor. O médio brasileiro deixa os ribatejanos após uma temporada na Primeira Liga. Lincoln, de 27 anos, chegou ao Alverca no início da época 2025/26, do Fenerbahçe, e assumiu-se como uma das principais figuras da equipa que garantiu o 11.º lugar no campeonato.
Em comunicado, a SAD do Alverca confirmou ter chegado a acordo com o emblema do segundo escalão turco para a transferência em definitivo do brasileiro, que ainda tinha um ano de contrato, não revelando os valores envolvidos no negócio. O clube agradeceu ainda o contributo do médio e desejou-lhe sucesso pessoal e profissional.
Pelo Alverca, Lincoln disputou 32 jogos, marcou dois golos e fez cinco assistências.
Zlatko Dalic deixou o comando da seleção da Croácia e despede-se como o treinador mais bem-sucedido da história da equipa nacional.
Zlatko Dalic anunciou o fim da ligação à seleção da Croácia e encerrou um ciclo de quase nove anos marcado pelos maiores sucessos da história da equipa nacional. O treinador despede-se como o selecionador mais titulado e mais duradouro da história da Croácia.
«Depois de quase nove anos, o selecionador Zlatko Dalic decidiu acabar com a sua era incrivelmente bem-sucedida à frente da seleção. Selecionador, obrigado por tudo – pelas vitórias, sucessos, colocações, medalhas, união, respeito e luta decisiva pela Croácia dentro e fora de campo. Os resultados falam sobre o tipo de treinador que é, e o respeito pelos jogadores, adeptos e adversários fala sobre o tipo de pessoa que é», referiu a Federação croata nas redes sociais.
Sob o seu comando, a Croácia ficou em segundo lugar no Mundial 2018, em terceiro no Mundial 2022 e voltou a alcançar o vice-campeonato na Liga das Nações de 2023.
Adrien Silva mostrou-se confiante no sucesso de Jorge Jesus no comando técnico da seleção e elogiou o novo selecionador.
Adrien Silva considera que Jorge Jesus reúne todas as condições para liderar a seleção nacional e destacou a paixão do treinador pelo futebol e por Portugal. O antigo internacional português, campeão europeu em 2016 sob o comando de Fernando Santos, conhece bem Jorge Jesus, com quem trabalhou durante três temporadas no Sporting.
«A característica que o define na perfeição é a paixão que tem pelo jogo e pelo seu país. Tenho a certeza de que estará mais do que preparado para esse desafio e com o maior entusiasmo de sempre. Ele encaixa perfeitamente nesse lugar e tenho a certeza de que este era um objetivo dele há muito tempo. Acho que nunca se disponibilizou antes porque é uma pessoa que gosta tanto do treino no dia a dia. Sentiu que estava no momento de abraçar este desafio e vai sair-se lindamente», referiu à agência Lusa.
O ex-médio destacou a exigência e a intensidade de Jorge Jesus no trabalho diário e considera que essas características foram determinantes para a sua evolução enquanto jogador.
«O desempenho que tinha com o ‘mister’ Jorge Jesus no Sporting ajudou-me a afirmar-me ainda mais. Por isso, só tenho de lhe agradecer. A sua exigência diária fez evoluir-me muito, assim como aconteceu com vários que trabalharam com ele. Não tenho dúvida de que é um treinador mais do que capaz para liderar a seleção. Encaixa perfeitamente pela paixão que tem pelo jogo, pelo nosso país e pelas nossas cores. Era necessária uma pessoa com este nível à frente da seleção».
Sob o comando de Jorge Jesus no Sporting, Adrien Silva disputou 82 jogos, marcou 16 golos e fez nove assistências.
O Club Brugge fechou a contratação de Yann Sommer. Guarda-redes reforça clube belga após passagem pelo Inter Milão.
Yann Sommer vai ser jogador do Club Brugge, garante Fabrizio Romano. De acordo com a fonte, o guarda-redes suíço de 37 anos assinará um contrato de curta duração e será o guarda-redes número 1 do respetivo emblema da Bélgica.
Fabrizio Romano refere ainda que Yann Sommer teve várias propostas, inclusive uma oferta importante vinda de Espanha, mas optou pelo Club Brugge. Depois de três temporadas no Inter Milão, o guardião tem um novo desafio na carreira.
Em 2025/26, Yann Sommer registou um total de 43 jogos pelo Inter Milão, clube a que chegou há três anos. O guarda-redes de 37 anos também conta com passagens pelo Bayern Munique, Borussia Monchengladbach, Basileia e Vaduz.
🚨⚫️🔵 Yann Sommer to Club Brugge, here we go! Deal in place for Swiss GK to sign a short term deal.
Sommer had several proposals but made life choice despite an important offer from Spain.
Inicia-se esta segunda-feira a pré-temporada do Real Madrid. José Mourinho é o treinador e prepara-se para a segunda passagem pelo clube.
O Real Madrid de José Mourinho começa oficialmente a pré-temporada nesta segunda-feira. Segundo o Mundo Deportivo, o primeiro treino está marcado para as 17h00 locais, que corresponde às 16h00 de Portugal e contará com ausência de vários jogadores devido também ao Mundial 2026.
«Em termos teóricos, José Mourinho tem vindo a trabalhar nisso desde que foi anunciado, após a reeleição de Florentino Pérez como presidente do clube, mas é hoje, segunda-feira, 13 de julho, a esta hora da manhã, que os jogadores do plantel branco — todos aqueles que não tiveram compromissos internacionais — estão convocados para se submeterem aos habituais e necessários exames médicos na Clínica Sanitas, em Valdebebas», pode também ler-se na notícia.
O Benfica pretende reforçar o plantel com um médio, um extremo e um avançado. Marco Silva abordou o assunto após a derrota no Algarve.
Já com três contratações asseguradas, o Benfica continua à procura de reforços para três posições. Segundo o Record, a prioridade dos encarnados para este mercado de transferências passa ainda pela aquisição de mais um extremo, um médio e ainda um avançado.
Contudo, a mesma fonte revela que o Benfica aguarda também por novos movimentos no mercado, numa altura em que jogadores como Gianluca Prestianni, Franjo Ivanovic são associados a uma potencial saída, representado encaixes financeiros importantes para as contas do clube.
«Queremos realmente reforçar a equipa em posições que nós precisamos claramente, e vamos fazê-lo. Obviamente que não será tão rápido como todos nós queríamos, mas faz parte».
Jovane Cabral está a caminho do Grémio. Treinador Luís Castro confirmou a contratação do extremo internacional pelo Cabo Verde.
Luís Castro, treinador do Grémio, confirmou a contratação de Jovane Cabral. No final de um jogo de preparação em que o emblema brasileiro venceu o Cruzeiro por 3-1, o técnico português foi questionado pela possibilidade de uma vinda do jogador.
«É um jogador que esteve no Mundial, fez jogos e joga pela esquerda e pelo meio. Vem juntar-se a um grupo comprometido com o trabalho e os objetivos da época. Penso que tem capacidade de integrar o nosso plantel», disse Luís Castro, em conferência de imprensa.
Após a participação de Portugal no Mundial 2026 ter terminado de forma algo inglória e com um balanço negativo em geral, existem vários temas a serem tratados antes da equipa nacional iniciar o próximo ciclo. Sendo certo que o mais falado já teve tratamento com a saída de Roberto Martínez para a entrada de Jorge Jesus e assim existirão mudanças a nível tático e espera-se o mesmo no rendimento da equipa. No entanto, ainda existe outro que permanece pendente e é inevitável: a continuidade de Cristiano Ronaldo na seleção.
Embora o novo selecionador tenha dado a entender na sua apresentação que ainda não tinha falado com o capitão da seleção sobre a sua continuidade, tudo indica que Jesus não se irá opor à mesma. Ficou apenas no ar que não terá problema em substituir Ronaldo mais vezes do que Martínez o fez, o resto permanece uma incógnita.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Enquanto não arranca o novo ciclo da seleção com Jorge Jesus ao leme, com início marcado para finais de setembro, frente à seleção do País de Gales rumo a uma grande caminhada na Liga das Nações, existe tempo para refletir e tomar uma decisão quanto à continuidade de Cristiano Ronaldo na equipa das quinas. Sendo que a mesma decisão tem de ser tomada pelo próprio jogador, pelo novo selecionador ou mesmo por ambos.
Antes de se verificar uma decisão nítida quanto ao assunto, existirão sempre três narrativas jusantes a três fações relativamente a este tema, todas elas com alguns radicais.
Uma a defender que se deve ser grato para sempre a Cristiano Ronaldo, que o mesmo deve ser sempre opção (ou mesmo sempre titular) e que qualquer crítica ao histórico jogador português é infundada ou injusta.
Uma segunda que talvez até agora tenha sido a mais moderada, defendendo que Ronaldo deveria estar sempre entre os eleitos na convocatória, mas nem sempre entre os titulares e devendo ser gerido o tempo em que é utilizado, até para dar o seu melhor e não ficar desgastado muito depressa.
Por fim, uma terceira que pode ganhar mais força neste momento e que não é de agora, defendendo que Cristiano Ronaldo deve deixar a seleção fruto da sua idade, de já não conseguir acrescentar o mesmo que já deu no passado e por estarmos no tempo de existir uma mudança e renovação nas opções.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Convém recordar que este dossiê não é de agora e nem é verdadeiro reportar o mesmo aos tempos de Roberto Martínez. Tudo isto começa no Mundial 2022. No torneio disputado no Catar, Cristiano Ronaldo teve um conflito com o então selecionador, Fernando Santos quando o mesmo o substituiu “cedo” no jogo contra a Coreia do Sul e “amuou”. Tudo num contexto em que a seleção já estava apurada e Cristiano Ronaldo não tinha tido um rendimento que justificasse ser titular indiscutível (apenas um golo de penálti frente ao Gana, desperdício de muitas oportunidades de golo e a reclamação de um golo que não foi seu, mas sim de Bruno Fernandes frente ao Uruguai).
O ex-selecionador campeão europeu em 2016 teve vários pontos negativos enquanto orientou a equipa, desde logo o paupérrimo futebol praticado e as opções demasiado comodistas em muitos jogos em que se devia ter arriscado muito mais.
No entanto, além de ter vencido dois dos três troféus da seleção portuguesa e ter tido sempre (salvo algumas exceções) convocatórias com os melhores jogadores disponíveis, Fernando Santos teve o mérito de ter entendido que Cristiano Ronaldo poderia estar a entrar numa fase descendente e que provavelmente outra opção serviria melhor o ataque da seleção em alguns momentos.
Fonte: FIFA
Assim foi nos oitavos de final, quando Gonçalo Ramos foi titular e fez um hat-trick (três golos) à Suíça, enquanto Ronaldo foi suplente e só entrou aos 74 minutos. O mesmo aconteceu frente a Marrocos, em que Portugal fez uma exibição aquém do desejado e terminou eliminado. Um jogo em que Ronaldo saiu em lágrimas, após não ter conseguido fazer a diferença quando entrou aos 51 minutos e talvez sentindo que tinha sido a sua última aparição num Campeonato do Mundo.
Recuando aos últimos meses de 2022, Cristiano Ronaldo passava um dos momentos mais difíceis da carreira. Os resultados não estavam famosos no Manchester United (tinha ficado em sexto lugar no final de 2021/22), tinha chegado um treinador com o qual teve uma relação nada saudável (Erik ten Hag) e tudo terminou com uma entrevista absolutamente transparente e sem tabus ao jornalista britânico Piers Morgan. Uma sequência de acontecimentos que terminou com a saída de Cristiano Ronaldo do emblema inglês e terminou a rumar à Arábia Saudita para representar o Al-Nassr.
Contudo, durante este período e no regresso a casa português do Mundial do Catar, já se falava se Ronaldo continuaria na seleção, pois com 37 anos o fim já se avizinhava. Acabou por continuar agora às ordens de Roberto Martínez, mas era inevitável não durar muito mais tempo este seu ciclo final na seleção.
Fonte: Luís Batista Ferreira/Bola na Rede
Disputou o Euro 2024 (zero golos e uma assistência em cinco jogos), a Liga das Nações 2024/25 (única com um bom rendimento em geral, com oito golos e uma assistência em nove jogos) e o Mundial 2026 (três golos em cinco jogos). Com a exceção da Liga das Nações, o rendimento de Ronaldo no Euro 2024 e Mundial 2026 foi absolutamente uma sombra do que já foi e pouco útil para o que uma seleção como a portuguesa almeja jogar nas grandes competições.
Se em 2024 já se dizia que o rendimento de Cristiano Ronaldo não acrescentava o necessário à equipa e que só era titular devido ao seu estatuto e passado na equipa das quinas, em 2026 ainda maior é essa a imagem que se vê dentro das quatro linhas. Sendo notório que alguns dos melhores jogos da seleção em termos de qualidade de jogo e entendimento entre os jogadores da equipa é sem Cristiano Ronaldo na equipa (5-2 à Suécia, 9-0 ao Luxemburgo ou 9-1 à Arménia são alguns entre mais exemplos).
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Cristiano Ronaldo está a caminho dos 42 anos, logo a idade não lhe perdoa (nem a nenhum jogador) e já não joga ao mais alto nível há quatro anos, pois jogar na Arábia Saudita não é do mesmo nível de jogar na Europa. Já para não falar da realidade da frase já dita por alguém no mundo do futebol: “Quando bates à porta, não perguntas quem eras, perguntas quem é”.
O seu rendimento na seleção nos últimos dois anos, mais em particular no Euro 2024 e agora no Mundial 2026 foi muitas vezes penoso de se ver. É um rendimento maioritariamente com remates desenquadrados, alguma falta de perspicácia, dificuldade no salto, pouca mobilidade e a incapacidade de dar mais que um toque na bola sem a perder.
A pouco e pouco, o seu porte atlético (outrora) de topo já de pouco lhe tem valido para acrescentar algo à equipa. Também o prejudica ser (como sempre foi) um elemento que necessita mais que lhe criem jogo do que cria aos companheiros. Nos seus melhores dias, pouco mais se vê do que exibições esforçadas, com algum entrosamento com os colegas, alguma mobilidade e bom posicionamento a rematar, resultando em alguns golos. Tirando isto, mais nada Cristiano Ronaldo pode acrescentar à equipa nacional e com o tempo, cada vez menos.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Não se percebendo se o capitão da seleção portuguesa está em negação para perceber que já não é o que era ou já entendeu, mas não dá o braço a torcer, está claro que o terminar do seu ciclo está muito doloroso de concluir embora seja inevitável. Tal como não faz sentido planear ou desenhar o próximo ciclo da seleção nacional portuguesa tendo como principal alínea qual será o papel de Cristiano Ronaldo e muito menos construir a equipa em torno de um jogador com 41 anos que é uma sombra do que já foi. Não faz sentido algum, há sempre alternativas.
Portanto, é justo dizer e pensar que o seu tempo chegou ao fim. Cristiano Ronaldo é e será durante largo tempo (se não mesmo para sempre) o melhor jogador da história do futebol português, além dos maiores nomes do futebol internacional. Logicamente que a sua carreira é ímpar e no dia em que Ronaldo se retirar, o país terá de o aplaudir com todo o orgulho do mundo. Mas também é necessário olhar para o tempo em que se está e o próprio contexto.
Já existiram diversos jogadores que tiveram a dignidade e a coragem de se retirar da seleção nacional no momento em que consideraram certo e sem nunca mudar a sua imagem com as quinas ao peito. Luís Figo após o Mundial 2006 ou Rui Costa no Euro 2004 são bons exemplos.
De modo particular, é notável o exemplo de Rui Costa. Em 2008, para um DVD que estava a ser realizado com o objetivo de recordar os feitos passados da seleção nacional e que precedeu a participação de Portugal no Euro 2008, chamado “Força de Campeões”, o “maestro” partilhou as razões do adeus à seleção após o Euro 2004: “Sentia que não tinha a importância de outros tempos na seleção”, “o meu passado na seleção poderia até não ser uma vantagem” e “entendi também que havia uma geração que estava a crescer”.
Fonte: Luís Batista Ferreira/Bola na Rede
Tudo isto mostra a classe, a elegância e o bom senso de um jogador quando sente que o seu tempo de representar a seleção chegou ao fim e saber sair sem nunca manchar o seu legado com as quinas ao peito. Enquanto a imagem que Cristiano Ronaldo pode deixar nesta fase final, além do seu ego enorme, é caracterizada com a frase “Deixarei a Seleção quando eu quiser”. Uma frase que só seria compreensível se se estivesse a referir ao seu tempo enquanto jogador de futebol, aí logicamente só se retira quando entender. Agora referindo-se à seleção nacional é totalmente errado, pois Cristiano Ronaldo não é maior do que o emblema português. Se a seleção portuguesa voltou a renascer e a dar grandes alegrias ao povo após a saída de Eusébio, Chalana, Futre e Figo, logicamente irá acontecer o mesmo após Cristiano Ronaldo.
Um grande obrigado a Cristiano Ronaldo, o melhor jogador português de sempre e da seleção nacional. Mas tudo tem um fim, acabou. É hora de novo sangue, novas caras e uma verdadeira “equipa” em vez de um grupo de jogadores afamados com um enorme elefante na sala.